Revogação de títulos honoríficos da UFRGS aos generais da ditadura

O problema

Petição de apoio à proposta do Coletivo Memória e Luta, de revogação dos títulos de Professor Honoris Causa concedido a Arthur da Costa e Silva em 04/08/1967 (Decisão 64/67) e de Doutor Honoris Causa concedido a Emílio Garrastazu Médici em 11/06/1970 (Decisão 51/70), encaminhada ao Conselho Universitário da UFRGS em 14/01/2022.

A proposta apresenta dossiê que aponta a responsabilidade dos dois generais homenageados em gravíssimas violações aos direitos humanos durante a ditadura militar de 1964-1985. Tal histórico é incompatível com o Estatuto da UFRGS, que, em seu parágrafo segundo, afirma que a universidade deve ser “expressão da sociedade democrática e pluricultural, inspirada nos ideais de liberdade, de respeito pela diferença, e de solidariedade, constituindo-se em instância necessária de consciência crítica, na qual a coletividade possa repensar suas formas de vida e suas organizações sociais, econômicas e políticas” e que, no inciso II do artigo 81, regula a concessão de tais distinções a “personalidades que se tenham distinguido na vida pública ou na atuação em prol do desenvolvimento da Universidade, do progresso das ciências, das letras e das artes”.

A revogação pleiteada é passo fundamental nas ações já realizadas e por realizar do Coletivo Memória e Luta, no sentido de restituir a memória da repressão e intervenção vivida pela UFRGS e por todas as universidades brasileiras nesse período sombrio de nossa história.

Para que nunca se esqueça! Para que nunca mais se repita!

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O problema

Petição de apoio à proposta do Coletivo Memória e Luta, de revogação dos títulos de Professor Honoris Causa concedido a Arthur da Costa e Silva em 04/08/1967 (Decisão 64/67) e de Doutor Honoris Causa concedido a Emílio Garrastazu Médici em 11/06/1970 (Decisão 51/70), encaminhada ao Conselho Universitário da UFRGS em 14/01/2022.

A proposta apresenta dossiê que aponta a responsabilidade dos dois generais homenageados em gravíssimas violações aos direitos humanos durante a ditadura militar de 1964-1985. Tal histórico é incompatível com o Estatuto da UFRGS, que, em seu parágrafo segundo, afirma que a universidade deve ser “expressão da sociedade democrática e pluricultural, inspirada nos ideais de liberdade, de respeito pela diferença, e de solidariedade, constituindo-se em instância necessária de consciência crítica, na qual a coletividade possa repensar suas formas de vida e suas organizações sociais, econômicas e políticas” e que, no inciso II do artigo 81, regula a concessão de tais distinções a “personalidades que se tenham distinguido na vida pública ou na atuação em prol do desenvolvimento da Universidade, do progresso das ciências, das letras e das artes”.

A revogação pleiteada é passo fundamental nas ações já realizadas e por realizar do Coletivo Memória e Luta, no sentido de restituir a memória da repressão e intervenção vivida pela UFRGS e por todas as universidades brasileiras nesse período sombrio de nossa história.

Para que nunca se esqueça! Para que nunca mais se repita!

Os tomadores de decisão

Conselho Universitário da UFRGS
Conselho Universitário da UFRGS

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 18 de janeiro de 2022