CARTA ABERTA ao CONSELHO FEDERAL de MEDICINA e aos CONSELHOS REGIONAIS de MEDICINA do BR

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CARTA ABERTA ao CONSELHO FEDERAL de MEDICINA e aos CONSELHOS REGIONAIS de MEDICINA do Brasil – WWW.CARTAABERTAAOCFM.ONLINE  

Segue endereço do texto completo, examinado pelos assinantes deste abaixo-assinado, e por eles subscrito através desta adesão resumida:

https://wp.me/PcNmRx-6

Esse texto representa a posição dos pacientes com doenças autoimunes, familiares, amigos e demais pessoas interessadas em uma Medicina que trate as causas das doenças, e não apenas seus sintomas, diante da hostilização dos gestores da medicina (em especial CREMESP e CREMERS) aos médicos que estão lhe proporcionando o retorno a uma vida normal com o tratamento de modulação com altas doses do hormônio esteroide, erroneamente conhecido por “Vitamina” D3, face à resistência genética que possuem para essa assimilação hormonal. De acordo com o artigo 196 da Constituição Federal, a saúde é  considerada como “direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. As normas constitucionais relativas às obrigações do Estado no Brasil com a saúde em específico valem para os Conselhos de Medicina por serem eles autarquias.

O que confere o status de condição científica a determinado assunto médico é sua publicação em revistas científicas indexadas na comunidade médica internacional, por revisão de pares; que, no caso do hormônio D3, são centenas de milhares ao longo de décadas, o que nunca poderia ser ignorado pelo CFM e Conselhos Regionais de Medicina, conforme demonstrado no endereço https://wp.me/PcNmRx-6 

Há neste início do ano de 2021, cerca de 285.000 publicações científicas sobre o papel da “vitamina” D3 como reguladora do sistema imune, conforme demonstrado no site  https://wp.me/PcNmRx-6  sobre esse assunto, e pode ser conferido por pesquisa sob o verbete “Vitamin D” immune system, no Google Acadêmico:

A forma “disciplinar/punitiva” com que os Conselhos de Medicina tratam assunto dessa magnitude para a saúde e vidas humanas, perante os médicos que estão atualizados em seus conhecimentos médicos, como é obrigação de todos esses profissionais, deixa comprovada uma conduta inquisitória, repressiva do conhecimento científico existente dentro da Medicina no Brasil, que se diz seguidora da “Ciência”. E permite analisar a incidência do Artigo 132 do Código Penal (colocar em risco a saúde e a vida de outrem) e suas evoluções penais nos casos em que o dano se concretiza, sobre os gestores que penalizam o uso da informação da bibliografia médica científica existente.

Quais interesses estão sendo beneficiados por essa imposição de total ignorância na classe médica?

No caso em pauta, a questão jurídica agrava-se sobremaneira por não estarmos tratando de um “fármaco”, ou um “nutriente”, mas de um hormônio, sendo, portanto, produzido pelo organismo humano e, assim, sequer precisaria de “reconhecimento” para ser de indiscutível necessidade enquanto fato biológico, restando apenas o “quantum” para ser avaliado pelo médico e sua autonomia  https://wp.me/PcNmRx-6 

É dever médico corrigir deficiências e compensar resistências (provocadas por polimorfismos genéticos) a um hormônio – e que os pacientes nas redes sociais convencionaram chamar por iniciativa própria “Protocolo Coimbra” – e que tem de fato fundamento científico, como pode se comprova a seguir no endereço https://wp.me/PcNmRx-6

O USO DE ALTAS DOSES DE “VITAMINA” D3 PARA FINS TERAPÊUTICOS TEM PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA POR REVISÃO DE PARES DESDE 2013

Além das centenas de publicações científica sobre o assunto D3, Em referência específica ao assim chamado “Protocolo Coimbra”, expressão cunhada por pacientes e familiares em redes sociais, foi executado no âmbito da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) publicação científica por revisão de pares em um projeto de doutorado, com objetivo de compensar a resistência hormonal genética dos portadores de doenças autoimunes através do emprego de doses mais elevadas de “vitamina” D3, analisado em https://wp.me/PcNmRx-6 

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3897595/#R37

O estudo, que é resultado da tese de doutorado, foi publicado em inglês em revista médica de circulação internacional, indexada em bases de dados médicas, que utiliza revisão por pares.

Assim, a abordagem clínica praticada pelo Dr. Cícero Galli Coimbra e outros médicos no Brasil, e por cerca de 200 colegas médicos da Europa, dos Estados Unidos, do Canadá, da Rússia, da Índia, do Oriente Médio, do México e de vários países da América do Sul, encontra-se fundamentada cientificamente, enquadrando-se a adoção dessa metodologia no artigo 37 da Declaração de Helsinque, que permite ao médico oferecer a seus pacientes o tratamento que julgue o mais apropriado, também em consonância com o que preceitua primeiro e o segundo princípios fundamentais da prática médica: o princípio da não maleficência e princípio da beneficência (fazer todo o benefício que estiver ao seu alcance, mediante o conhecimento adquirido).

A própria ética profissional vigente e aceita em nível internacional, não somente faculta ao médico utilizar-se de um recurso que, em seu julgamento, é capaz de beneficiar seu(s) paciente(s), apesar de que seu método terapêutico potencialmente não seja (ainda) reconhecido como válido por outros praticantes da medicina. É o que está claramente expresso no artigo 37 da Declaração de Helsinque, mantida – inclusive com o artigo em referência – há várias décadas – sob o patrocínio da Associação Médica Mundial, e também na Resolução CFM, Nº 1.098, de 30 de junho de 1983, onde se lê textualmente:

“No tratamento de um paciente, o médico deve ter liberdade para empregar um novo diagnóstico e uma nova medida terapêutica se, em sua opinião, a mesma oferece esperanças de salvar vida, restabelecer a saúde ou minorar os sofrimentos.”

Pelo exposto, vimos solicitar que a classe médica em geral, nos termos das leis vigentes, neste momento em que vivemos numa situação de pandemia mundial em função do vírus Corona – Covid-19 e suas mutações, em respeito à vida de todos, considerem as milhares de publicações científicas que comprovam a importância da vitamina D3 (hormônio secosteroide, na realidade) para o correto funcionamento do sistema imunológico inato, (inclusive do qual depende a eficácia de quaisquer vacinas), do qual também depende necessariamente a imunidade adquirida, e corrijam, de acordo com os padrões da Endocrine Society dos EUA, a deficiência pandêmica de “vitamina” D3 da população, conforme demonstrado no endereço https://wp.me/PcNmRx-6 

Gostaríamos de encorajar a todos os profissionais de saúde, e a sociedade em geral, a se informarem sobre essa terapia natural e de baixo custo que vem devolvendo a vida a milhares de pacientes no Brasil e no mundo, que está explicada no site https://wp.me/PcNmRx-6  e desde a década de 1930 é conhecida na medicina.

Firmam este manifesto pacientes beneficiados e, seus familiares, amigos e pessoas interessadas em geral.

Em 09 de fevereiro de 2021.