

Não à redução do Auxílio Emergencial #600PELOBRASIL - "AINDA NÃO ACABOU!"


Não à redução do Auxílio Emergencial #600PELOBRASIL - "AINDA NÃO ACABOU!"
O problema
Foi instaurado "estado de calamidade pública" até 31 de dezembro. O que significa na prática, que a vida da população está em risco. E n se restringe em morrer, apenas, pela Covid19 (doença) causada pela pandemia. A Fome tbm bateu às portas do mundo. E essa deve ser uma preocupação prioritária das autoridades junto com o combate à Covid19. Com aumento do desemprego gerado pela situação pandêmica, o povo precisa pôr comida na mesa, pois se come todos os dias e n uma vez por semana. Tá difícil sair às ruas e gerar dinheiro. É nessa hora que o governo deveria estender a mão às pessoas mais impactadas. É neste momento que se deve acolher as famílias brasileiras e não jogá-las a própria sorte.
Por isso, eu luto junto com milhões de brasileiros pela manutenção do valor de R$ 600,00 do auxílio emergencial.
O desemprego disparou. A inflação dos alimentos básicos dobraram ou triplicaram seus preços. A maioria das famílias brasileiras tem usado o auxílio para COMER, pagar aluguel, água, luz, gás e enfrentar o terror gerado pela crise pandêmica. Se adoecem como vão se cuidar, já que tudo depende do dinheiro? Infelizmente nosso sistema capitalista é reto e objetivo: dinheiro - pelo remédio; Dinheiro - pela comida; Dinheiro - pelas despesas. Se não há dinheiro ou ele acaba não tem troca alguma!
Vamos refletir melhor minhas autoridades. É hora de acolher os menos favorecidos e mais impactados com a pandemia.
O povo não escolheu viver essa situação, mas ela veio e algo precisa ser feito. E neste caso é: enquanto durar a pandemia, permanecer o valor do Auxílio que proporcione o mínimo de dignidade. Que dê para sobreviver. Pois o valor proposto pelo governo para os próximos meses é miserável, humilhante! Lamentável porque o dinheiro do Auxílio tem aquecido a economia do país. Pois esse dinheiro circula, não fica retido. A economia tbm precisa dessa "injeção".
Na Coletiva de Imprensa da última terça-feira (tão esperada), o presidente discursou brevemente, e bem convicto, que iria diminuir o valor do auxílio (pela metade). Sua justificativa se baseia na Lei de Responsabilidade Fiscal. Já que os gastos atuais estão acima do teto permitido. Não obstante a isto, essa fundamentação é descabida, visto que o governo tem amparo da PEC do Orçamento de Guerra, criada para dar suporte e autorização para extrapolação dos gastos públicos num momento de pandemia pensando num bem comum. Ou seja, o governo diminuiu o auxílio porque quis. Falou diversas vezes para a imprensa que o país não pode mais se endividar para não perder o crédito financeiro no mercado. No entanto, o que está em voga é saciar a fome de milhões de brasileiros; combater a miséria num momento de incertezas e de instabilidade no mundo. Não é hora de priorizar o sistema econômico, mas de enfrentar o problema hoje - a fome, a miséria, e amanhã "a gente resolve essa dívida" .
E KD a PEC do Orçamento de Guerra que autoriza esse endividamento púbico? O presidente simplesmente decidiu ignorá-la. Para que ela foi elaborada mesmo? Infelizmente a decisão não está baseada nas necessidades basilares do povo, mas nos interesses políticos, como de praxe. Enquanto isso o povo geme, chora, se desespera e vive com os resultados gerados por uma má decisão do governo q poderia e pode estender a mão, mas prefere ignorar e deixar que cada indivíduo se vire para se sustentar num momento tão delicado.
Mas e vc presidente, o que faria com R$ 300,00 por mês? Fica a reflexão para as nossas autoridades.

O problema
Foi instaurado "estado de calamidade pública" até 31 de dezembro. O que significa na prática, que a vida da população está em risco. E n se restringe em morrer, apenas, pela Covid19 (doença) causada pela pandemia. A Fome tbm bateu às portas do mundo. E essa deve ser uma preocupação prioritária das autoridades junto com o combate à Covid19. Com aumento do desemprego gerado pela situação pandêmica, o povo precisa pôr comida na mesa, pois se come todos os dias e n uma vez por semana. Tá difícil sair às ruas e gerar dinheiro. É nessa hora que o governo deveria estender a mão às pessoas mais impactadas. É neste momento que se deve acolher as famílias brasileiras e não jogá-las a própria sorte.
Por isso, eu luto junto com milhões de brasileiros pela manutenção do valor de R$ 600,00 do auxílio emergencial.
O desemprego disparou. A inflação dos alimentos básicos dobraram ou triplicaram seus preços. A maioria das famílias brasileiras tem usado o auxílio para COMER, pagar aluguel, água, luz, gás e enfrentar o terror gerado pela crise pandêmica. Se adoecem como vão se cuidar, já que tudo depende do dinheiro? Infelizmente nosso sistema capitalista é reto e objetivo: dinheiro - pelo remédio; Dinheiro - pela comida; Dinheiro - pelas despesas. Se não há dinheiro ou ele acaba não tem troca alguma!
Vamos refletir melhor minhas autoridades. É hora de acolher os menos favorecidos e mais impactados com a pandemia.
O povo não escolheu viver essa situação, mas ela veio e algo precisa ser feito. E neste caso é: enquanto durar a pandemia, permanecer o valor do Auxílio que proporcione o mínimo de dignidade. Que dê para sobreviver. Pois o valor proposto pelo governo para os próximos meses é miserável, humilhante! Lamentável porque o dinheiro do Auxílio tem aquecido a economia do país. Pois esse dinheiro circula, não fica retido. A economia tbm precisa dessa "injeção".
Na Coletiva de Imprensa da última terça-feira (tão esperada), o presidente discursou brevemente, e bem convicto, que iria diminuir o valor do auxílio (pela metade). Sua justificativa se baseia na Lei de Responsabilidade Fiscal. Já que os gastos atuais estão acima do teto permitido. Não obstante a isto, essa fundamentação é descabida, visto que o governo tem amparo da PEC do Orçamento de Guerra, criada para dar suporte e autorização para extrapolação dos gastos públicos num momento de pandemia pensando num bem comum. Ou seja, o governo diminuiu o auxílio porque quis. Falou diversas vezes para a imprensa que o país não pode mais se endividar para não perder o crédito financeiro no mercado. No entanto, o que está em voga é saciar a fome de milhões de brasileiros; combater a miséria num momento de incertezas e de instabilidade no mundo. Não é hora de priorizar o sistema econômico, mas de enfrentar o problema hoje - a fome, a miséria, e amanhã "a gente resolve essa dívida" .
E KD a PEC do Orçamento de Guerra que autoriza esse endividamento púbico? O presidente simplesmente decidiu ignorá-la. Para que ela foi elaborada mesmo? Infelizmente a decisão não está baseada nas necessidades basilares do povo, mas nos interesses políticos, como de praxe. Enquanto isso o povo geme, chora, se desespera e vive com os resultados gerados por uma má decisão do governo q poderia e pode estender a mão, mas prefere ignorar e deixar que cada indivíduo se vire para se sustentar num momento tão delicado.
Mas e vc presidente, o que faria com R$ 300,00 por mês? Fica a reflexão para as nossas autoridades.

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Abaixo-assinado criado em 4 de setembro de 2020