Abaixo assinado contra assassinato de pessoas trans

O problema

O Brasil lidera ranking mundial de países com mais registros de assassinatos de transexuais e travestis. Em oito anos, foram contabilizadas 868 mortes. Isso é um assunto sério que precisa ser discutido. Não é justo você ser morto por ser quem você é, não importa sua cor, raça, gênero, etc. Somente em 2019 124 pessoas trans foram assassinadas apenas no Brasil. Isso tem q parar!! Segundo pesquisa feita pela ONG, a cada 20 horas, um(a) LGBT morre no Brasil por serem LGBTs – ou seja, por conta da LGBTfobia. O grupo também registrou um aumento de 30% nas mortes de LGBTs em 2017, quando 445 pessoas foram mortas, em relação a 2016, ano em que 343 mortes foram motivadas por LGBTfobia. Já em 2018 esse número caiu, mas ainda se manteve alto, com 420 mortes. Dentre as 445 vítimas de 2017, 387 foram assassinadas e 58 cometeram suicídio. A maior parte dos assassinatos aconteceu em via pública (56%), mas uma grande parte (37%) ocorreu na casa das vítimas, detalhe que indica que o crime teria sido realizado por conhecidos. Das 445 vítimas de LGBTfobia registradas em 2017, 194 eram gays (43,6%), 191 trans (42,9%), 43 lésbicas (9,7%), 5 bissexuais (1,1%) e 12 heterossexuais (2,7%). A homofobia existe e deve ser parada!

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O problema

O Brasil lidera ranking mundial de países com mais registros de assassinatos de transexuais e travestis. Em oito anos, foram contabilizadas 868 mortes. Isso é um assunto sério que precisa ser discutido. Não é justo você ser morto por ser quem você é, não importa sua cor, raça, gênero, etc. Somente em 2019 124 pessoas trans foram assassinadas apenas no Brasil. Isso tem q parar!! Segundo pesquisa feita pela ONG, a cada 20 horas, um(a) LGBT morre no Brasil por serem LGBTs – ou seja, por conta da LGBTfobia. O grupo também registrou um aumento de 30% nas mortes de LGBTs em 2017, quando 445 pessoas foram mortas, em relação a 2016, ano em que 343 mortes foram motivadas por LGBTfobia. Já em 2018 esse número caiu, mas ainda se manteve alto, com 420 mortes. Dentre as 445 vítimas de 2017, 387 foram assassinadas e 58 cometeram suicídio. A maior parte dos assassinatos aconteceu em via pública (56%), mas uma grande parte (37%) ocorreu na casa das vítimas, detalhe que indica que o crime teria sido realizado por conhecidos. Das 445 vítimas de LGBTfobia registradas em 2017, 194 eram gays (43,6%), 191 trans (42,9%), 43 lésbicas (9,7%), 5 bissexuais (1,1%) e 12 heterossexuais (2,7%). A homofobia existe e deve ser parada!

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Abaixo-assinado criado em 10 de julho de 2020