Assine para impedir a construção da barragem no Rio Guapiaçu

O problema

Que lugar é esse?

Assentamento Poço do Anil (distrito de Guapiaçu, município de Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, RJ, Brasil)

Quem somos nós?

Pequenos trabalhadores rurais assentados na região nos anos 1950 e 1980, trabalhando sob o sistema de agricultura familiar.

O que fazemos?

Produzimos diversos alimentos, policultura, aproveitando ao máximo o pouco de terra que temos. Produzimos centenas de caixas de alimentos semanalmente, como o famoso aipim que tanto amamos, abastecendo os mercados e hortifrutis do município do Rio de Janeiro.

Qual é a nossa história?

A atividade agrícola em Cachoeiras de Macacu começou a se desenvolver com a chegada dos franceses expulsos da Baía de Guanabara em meados do século XVI. Uma mudança significativa ocorreu no município no início da década de 1940, a partir das experiências de distribuição de terras para assentamento de colonos deslocados das áreas de citricultura da Baixada Fluminense. Os descendentes destes assentados, somos nós, habitantes atuais dessas comunidades

O que está nos afetando neste momento?

Guapiaçu vem sendo alvo constante de conflitos de terra e do crescimento urbano ao seu redor, devido à construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ).

 A construção da barragem alagará nosso assentamento e seremos obrigados a nos retirar do local. Devido ao nosso baixo nível de estudo teríamos dificuldade de nos inserir noutras atividades. Além disso possuímos um grande vínculo emocional com a região, já que ela vem sendo ocupada por gerações e gerações de famílias. Vale apontar que todos nós, agricultores já possuímos problemas sérios atualmente, como o do transporte de nossos produtos, já que vivemos em um área rural distante e de difícil acesso de carros e caminhões e tudo isso não precisa ser agravado com a construção dessa grande barragem quando há alternativas menos danosas.

Por que a barragem será construída

     Para tentar suprir as demandas do COMPERJ cujas atividades irão ampliar a demanda hídrica, que seria solucionada pela construção de uma grande barragem no rio Guapiaçu, resolvendo os problemas de abastecimento de São Gonçalo, Niterói e Paquetá, que enfrentam problemas de abastecimento.

A grande barragem (uma barreira artificial que retêm grande quantidade de água para abastecimento e produção de energia) que terá 17 metros de altura e armazenaria cerca de 90 milhões de litros de água, foi orçada em R$250 milhões, provenientes dos cofres públicos e da Petrobrás (diretamente ligada ao Complexo).

Impactos ambientais e socioeconômicos:

1.     12 milhões de árvores da Mata Atlântica serão desmatadas;

2.     Alagamento de uma região de aproximadamente 2000 hectares de terra;

3.     Remoção/ desapropriação de 3 mil famílias de agricultores e assentados da reforma agrária, a maioria sem receber nem indenização, já que as questões legais para a afirmação da posse desses trabalhadores sobre a terra vem sendo adiada desde que foram assentadas pelo INCRA na região, há muitos anos atrás.

4.     Prejuízo econômico de R$ 100 milhões por ano devido ao risco de inundação de extensa área agrícola do município (equivalente a 500 hectares) considerada de altíssima fertilidade e produtividade;

5.     Perda (extinção) de 15 mil empregos;

6.     Aumento significativo dos preços de produtos agrícolas em toda a Região Metropolitana Fluminense, visto que boa parte destes produtos vêm dessa região;

Medidas Alternativas

    Uma ideia, estudada por técnicos de Cachoeiras de Macacu e ambientalistas, seria a de serem construídas três pequenas barragens com menor impacto ambiental, além da proposta de recuperação de mananciais e áreas de mata ciliar. Esta alternativa afetaria cerca de 100  agricultores ao invés de três mil. Também haveria menor prejuízo financeiro.

Imagens:

COPERJ: http://imagizer.imageshack.us/a/img910/7968/GSgx3N.jpg

Difícil acesso: http://imagizer.imageshack.us/a/img633/6751/ub5PNj.jpg

Caixotes que transportamos diariamente com alimentos plantados em nossa terra: http://imagizer.imageshack.us/a/img907/1509/RTwKpa.jpg

Áreas de agricultura em nossas terras: http://imagizer.imageshack.us/a/img633/2200/Xs2Rtw.jpg

Esquema do abastecimento hídrico com a construção da barragem: http://oglobo.globo.com/fotos/2011/05/04/04_info_rio_guapiacu.jpg

ESTAMOS NO FACEBOOK!! Curta também a nossa pagina! https://www.facebook.com/Salve-Guapia%C3%A7u-199184447086649/?fref=ts

    Muito vem sendo feito para que a construção não ocorra, e você pode fazer parte dessa luta também. Pequenas medidas como a simples assinatura deste abaixo-assinado podem ter grandes resultados e ajudar muitas famílias. Contamos com você e com seu apoio nesta nossa luta para impedir a construção desta grande barragem no Rio Guapiaçu, que prejudicará o meio ambiente,  a vida de famílias que vivem na região e o abastecimento de alimentos para regiões vizinhas.

Este abaixo-assinado conseguiu 552 apoiadores!

O problema

Que lugar é esse?

Assentamento Poço do Anil (distrito de Guapiaçu, município de Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, RJ, Brasil)

Quem somos nós?

Pequenos trabalhadores rurais assentados na região nos anos 1950 e 1980, trabalhando sob o sistema de agricultura familiar.

O que fazemos?

Produzimos diversos alimentos, policultura, aproveitando ao máximo o pouco de terra que temos. Produzimos centenas de caixas de alimentos semanalmente, como o famoso aipim que tanto amamos, abastecendo os mercados e hortifrutis do município do Rio de Janeiro.

Qual é a nossa história?

A atividade agrícola em Cachoeiras de Macacu começou a se desenvolver com a chegada dos franceses expulsos da Baía de Guanabara em meados do século XVI. Uma mudança significativa ocorreu no município no início da década de 1940, a partir das experiências de distribuição de terras para assentamento de colonos deslocados das áreas de citricultura da Baixada Fluminense. Os descendentes destes assentados, somos nós, habitantes atuais dessas comunidades

O que está nos afetando neste momento?

Guapiaçu vem sendo alvo constante de conflitos de terra e do crescimento urbano ao seu redor, devido à construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ).

 A construção da barragem alagará nosso assentamento e seremos obrigados a nos retirar do local. Devido ao nosso baixo nível de estudo teríamos dificuldade de nos inserir noutras atividades. Além disso possuímos um grande vínculo emocional com a região, já que ela vem sendo ocupada por gerações e gerações de famílias. Vale apontar que todos nós, agricultores já possuímos problemas sérios atualmente, como o do transporte de nossos produtos, já que vivemos em um área rural distante e de difícil acesso de carros e caminhões e tudo isso não precisa ser agravado com a construção dessa grande barragem quando há alternativas menos danosas.

Por que a barragem será construída

     Para tentar suprir as demandas do COMPERJ cujas atividades irão ampliar a demanda hídrica, que seria solucionada pela construção de uma grande barragem no rio Guapiaçu, resolvendo os problemas de abastecimento de São Gonçalo, Niterói e Paquetá, que enfrentam problemas de abastecimento.

A grande barragem (uma barreira artificial que retêm grande quantidade de água para abastecimento e produção de energia) que terá 17 metros de altura e armazenaria cerca de 90 milhões de litros de água, foi orçada em R$250 milhões, provenientes dos cofres públicos e da Petrobrás (diretamente ligada ao Complexo).

Impactos ambientais e socioeconômicos:

1.     12 milhões de árvores da Mata Atlântica serão desmatadas;

2.     Alagamento de uma região de aproximadamente 2000 hectares de terra;

3.     Remoção/ desapropriação de 3 mil famílias de agricultores e assentados da reforma agrária, a maioria sem receber nem indenização, já que as questões legais para a afirmação da posse desses trabalhadores sobre a terra vem sendo adiada desde que foram assentadas pelo INCRA na região, há muitos anos atrás.

4.     Prejuízo econômico de R$ 100 milhões por ano devido ao risco de inundação de extensa área agrícola do município (equivalente a 500 hectares) considerada de altíssima fertilidade e produtividade;

5.     Perda (extinção) de 15 mil empregos;

6.     Aumento significativo dos preços de produtos agrícolas em toda a Região Metropolitana Fluminense, visto que boa parte destes produtos vêm dessa região;

Medidas Alternativas

    Uma ideia, estudada por técnicos de Cachoeiras de Macacu e ambientalistas, seria a de serem construídas três pequenas barragens com menor impacto ambiental, além da proposta de recuperação de mananciais e áreas de mata ciliar. Esta alternativa afetaria cerca de 100  agricultores ao invés de três mil. Também haveria menor prejuízo financeiro.

Imagens:

COPERJ: http://imagizer.imageshack.us/a/img910/7968/GSgx3N.jpg

Difícil acesso: http://imagizer.imageshack.us/a/img633/6751/ub5PNj.jpg

Caixotes que transportamos diariamente com alimentos plantados em nossa terra: http://imagizer.imageshack.us/a/img907/1509/RTwKpa.jpg

Áreas de agricultura em nossas terras: http://imagizer.imageshack.us/a/img633/2200/Xs2Rtw.jpg

Esquema do abastecimento hídrico com a construção da barragem: http://oglobo.globo.com/fotos/2011/05/04/04_info_rio_guapiacu.jpg

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    Muito vem sendo feito para que a construção não ocorra, e você pode fazer parte dessa luta também. Pequenas medidas como a simples assinatura deste abaixo-assinado podem ter grandes resultados e ajudar muitas famílias. Contamos com você e com seu apoio nesta nossa luta para impedir a construção desta grande barragem no Rio Guapiaçu, que prejudicará o meio ambiente,  a vida de famílias que vivem na região e o abastecimento de alimentos para regiões vizinhas.

Os tomadores de decisão

Luiz Fernando Pezão, Governador do Rio de Janeiro
Luiz Fernando Pezão, Governador do Rio de Janeiro
Secretaria Estadual do Meio Ambiente
Secretaria Estadual do Meio Ambiente

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 9 de dezembro de 2015