Assine, contra suicido de estudantes de medicina!

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Vania Silva e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

Ana Clara era uma jovem brilhante, amorosa e generosa, com um futuro promissor pela frente. Estava no 11º período de Medicina quando, tragicamente, cometeu suicídio. Esse episódio doloroso nos trouxe à tona a realidade dos desafios enfrentados por muitos estudantes de Medicina. Ela enfrentava batalhas internas que preferiu não compartilhar com a maioria dos amigos e corpo docente, pois temia o preconceito  no meio acadêmico do curso de medicina em relação ao adoecimento psíquico. Este receio a calou, e um programa de apoio psicológico, prevenção do suicídio e de combate ao estigma no curso de medicina,  poderia ter lhe ajudado a romper o silêncio e amenizado sua dor, e essa ineficiência no sistema universitário demonstra a urgente necessidade de mudanças.

A produção científica especializada tem demonstrado que estudantes de Medicina estão inseridos em contexto de elevada vulnerabilidade psíquica, considerando a intensa carga acadêmica, os estágios práticos extenuantes, a constante pressão por desempenho e o elevado desgaste emocional inerente à formação médica, fatores associados ao aumento de sintomas de sofrimento mental e da ideação suicida nessa população (ROTENSTEIN et al., 2016).

De acordo com um estudo publicado no "Journal of the American Medical Association (JAMA)" em 2016, aproximadamente 27,2% dos estudantes de medicina relataram sintomas depressivos, enquanto 11,1% apresentaram ideação suicida.

Essas estatísticas alarmantes mostram a necessidade de suporte adequado. Instituir programas de apoio mental pode ajudar a reduzir esses números, oferecendo um espaço seguro para os estudantes compartilharem suas dores emocionais sem medo de serem estigmatizados.

Substancial citar que Universidades de referência, a exemplo da Universidade de São Paulo (USP), mantêm estruturas institucionais voltadas ao suporte psicológico e psicopedagógico de seus estudantes, incluindo programas de acolhimento, aconselhamento psicológico, mentoria acadêmica e acompanhamento em saúde mental, reconhecendo a especial vulnerabilidade psíquica da população universitária, sobretudo no curso de Medicina.  

Nessa senda, propomos a criação da Lei Ana Clara Procopio Alves, regulamentado que as Universidades de Medicina do Brasil criem um programa multiprofissional que inclua psicólogos, assistentes sociais, psiquiatras, com grupos de apoio, mapeamento do estudantes com vulnerabilidade psíquica,  ações voltadas a prevenção do suicídio, incluindo palestras, campanhas educativas e programas de conscientização sobre saúde mental no ambiente acadêmico; capacitação periódica dos docentes para identificação precoce de sinais de sofrimento psíquico, esgotamento emocional, sintomas depressivos e situações de vulnerabilidade entre estudantes. Tais ações  seria um passo vital para transformar a cultura acadêmica, elaborar demandas emocionais afetas aos estudantes e garantir que possam se sentir apoiados em suas jornadas pessoais e educacionais. 

Sua assinatura nesta petição poderá melhorar a qualidade de vida dos estudantes de medicina  e salvar vidas. 

Assine agora e ajude a promover uma mudança essencial nas universidades de medicina, para que mais estudantes possam buscar apoio sem medo do preconceito, além de proporcionar um contexto acadêmico mais humanizado. Juntos, podemos criar um ambiente estudantil  mais acolhedor e seguro.

Gentileza compartilhar esta petição.

Gratidão! 

Referência:

ROTENSTEIN, Lisa S. et al. Prevalence of Depression, Depressive Symptoms, and Suicidal Ideation Among Medical Students: A Systematic Review and Meta-Analysis. JAMA, v. 316, n. 21, p. 2214–2236, 2016.

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Luciene AlvesCriador do abaixo-assinadoLuciene, tia de Ana Clara Procópio Alves, e juntamente com sua mãe, Alzira M. C. Procópio, apresentamos esta iniciativa movida pelo propósito de transformar a experiência do luto em uma luta por mudanças concretas para os estudantes de medicina.

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Os abaixo-assinados com mais de 1.000 apoiadores têm cinco vezes mais chances de ganhar!
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O problema

Ana Clara era uma jovem brilhante, amorosa e generosa, com um futuro promissor pela frente. Estava no 11º período de Medicina quando, tragicamente, cometeu suicídio. Esse episódio doloroso nos trouxe à tona a realidade dos desafios enfrentados por muitos estudantes de Medicina. Ela enfrentava batalhas internas que preferiu não compartilhar com a maioria dos amigos e corpo docente, pois temia o preconceito  no meio acadêmico do curso de medicina em relação ao adoecimento psíquico. Este receio a calou, e um programa de apoio psicológico, prevenção do suicídio e de combate ao estigma no curso de medicina,  poderia ter lhe ajudado a romper o silêncio e amenizado sua dor, e essa ineficiência no sistema universitário demonstra a urgente necessidade de mudanças.

A produção científica especializada tem demonstrado que estudantes de Medicina estão inseridos em contexto de elevada vulnerabilidade psíquica, considerando a intensa carga acadêmica, os estágios práticos extenuantes, a constante pressão por desempenho e o elevado desgaste emocional inerente à formação médica, fatores associados ao aumento de sintomas de sofrimento mental e da ideação suicida nessa população (ROTENSTEIN et al., 2016).

De acordo com um estudo publicado no "Journal of the American Medical Association (JAMA)" em 2016, aproximadamente 27,2% dos estudantes de medicina relataram sintomas depressivos, enquanto 11,1% apresentaram ideação suicida.

Essas estatísticas alarmantes mostram a necessidade de suporte adequado. Instituir programas de apoio mental pode ajudar a reduzir esses números, oferecendo um espaço seguro para os estudantes compartilharem suas dores emocionais sem medo de serem estigmatizados.

Substancial citar que Universidades de referência, a exemplo da Universidade de São Paulo (USP), mantêm estruturas institucionais voltadas ao suporte psicológico e psicopedagógico de seus estudantes, incluindo programas de acolhimento, aconselhamento psicológico, mentoria acadêmica e acompanhamento em saúde mental, reconhecendo a especial vulnerabilidade psíquica da população universitária, sobretudo no curso de Medicina.  

Nessa senda, propomos a criação da Lei Ana Clara Procopio Alves, regulamentado que as Universidades de Medicina do Brasil criem um programa multiprofissional que inclua psicólogos, assistentes sociais, psiquiatras, com grupos de apoio, mapeamento do estudantes com vulnerabilidade psíquica,  ações voltadas a prevenção do suicídio, incluindo palestras, campanhas educativas e programas de conscientização sobre saúde mental no ambiente acadêmico; capacitação periódica dos docentes para identificação precoce de sinais de sofrimento psíquico, esgotamento emocional, sintomas depressivos e situações de vulnerabilidade entre estudantes. Tais ações  seria um passo vital para transformar a cultura acadêmica, elaborar demandas emocionais afetas aos estudantes e garantir que possam se sentir apoiados em suas jornadas pessoais e educacionais. 

Sua assinatura nesta petição poderá melhorar a qualidade de vida dos estudantes de medicina  e salvar vidas. 

Assine agora e ajude a promover uma mudança essencial nas universidades de medicina, para que mais estudantes possam buscar apoio sem medo do preconceito, além de proporcionar um contexto acadêmico mais humanizado. Juntos, podemos criar um ambiente estudantil  mais acolhedor e seguro.

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Referência:

ROTENSTEIN, Lisa S. et al. Prevalence of Depression, Depressive Symptoms, and Suicidal Ideation Among Medical Students: A Systematic Review and Meta-Analysis. JAMA, v. 316, n. 21, p. 2214–2236, 2016.

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Luciene AlvesCriador do abaixo-assinadoLuciene, tia de Ana Clara Procópio Alves, e juntamente com sua mãe, Alzira M. C. Procópio, apresentamos esta iniciativa movida pelo propósito de transformar a experiência do luto em uma luta por mudanças concretas para os estudantes de medicina.

Os tomadores de decisão

Ministério da Saúde
Secretaria Especial de Saúde Indígena - Sesai
Conselho Nacional de Educação
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