Assine, contra suicido de estudantes de medicina!

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O problema

Ana Clara era uma jovem brilhante, amorosa e generosa, com um futuro promissor pela frente. Estava no 11º período de Medicina quando, tragicamente, cometeu suicídio. Esse episódio doloroso nos trouxe à tona a realidade dos desafios enfrentados por muitos estudantes de Medicina. Ela enfrentava batalhas internas que preferiu não compartilhar com a maioria dos amigos e corpo docente, pois temia o preconceito  no meio acadêmico do curso de medicina em relação ao adoecimento psíquico. Este receio a calou, e um programa de apoio psicológico, prevenção do suicidio e de combate ao estigma no curso de medicina,  poderia ter lhe ajudado a romper o silêncio e amenizado sua dor, e essa ineficiência no sistema universitário demonstra a urgente necessidade de mudanças.

É crucial que as universidades de medicina implementem programas de apoio psíquico efetivos, geridos por uma equipe multiprofissional. Estudos mostram que estudantes de medicina têm uma taxa significativamente maior de depressão e ansiedade em comparação com a população em geral. De acordo com um estudo publicado no "Journal of the American Medical Association (JAMA)" em 2016, aproximadamente 27,2% dos estudantes de medicina relataram sintomas depressivos, enquanto 11,1% apresentaram ideação suicida.

Essas estatísticas alarmantes mostram a necessidade de suporte adequado. Instituir programas de apoio mental pode ajudar a reduzir esses números, oferecendo um espaço seguro para os estudantes compartilharem suas dores emocionais sem medo de sofrer preconceito. 

Propomos a criação nas Universidades de Medicina de um programa multiprofissional que inclua psicólogos, assistentes sociais, psiquiatras, com grupos de apoio, ações voltadas a prevenção do suicídio e treinamento de sensibilização para o corpo docente e discente. Isso seria um passo vital para transformar a cultura acadêmica, elaborar demandas emocionais afetas aos estudantes e garantir que possam se sentir apoiados em suas jornadas pessoais e educacionais. 

Sua assinatura nesta petição pode melhorar a qualidade de vida dos estudantes de medicina e  criar um espaço acolhedor para quem apresenta transtorno mental. Assine agora e ajude a promover uma mudança essencial nas universidades de medicina, para que mais estudantes possam buscar apoio sem medo do preconceito. Juntos, podemos criar um ambiente mais acolhedor e seguro.

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Luciene AlvesCriador do abaixo-assinado

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O problema

Ana Clara era uma jovem brilhante, amorosa e generosa, com um futuro promissor pela frente. Estava no 11º período de Medicina quando, tragicamente, cometeu suicídio. Esse episódio doloroso nos trouxe à tona a realidade dos desafios enfrentados por muitos estudantes de Medicina. Ela enfrentava batalhas internas que preferiu não compartilhar com a maioria dos amigos e corpo docente, pois temia o preconceito  no meio acadêmico do curso de medicina em relação ao adoecimento psíquico. Este receio a calou, e um programa de apoio psicológico, prevenção do suicidio e de combate ao estigma no curso de medicina,  poderia ter lhe ajudado a romper o silêncio e amenizado sua dor, e essa ineficiência no sistema universitário demonstra a urgente necessidade de mudanças.

É crucial que as universidades de medicina implementem programas de apoio psíquico efetivos, geridos por uma equipe multiprofissional. Estudos mostram que estudantes de medicina têm uma taxa significativamente maior de depressão e ansiedade em comparação com a população em geral. De acordo com um estudo publicado no "Journal of the American Medical Association (JAMA)" em 2016, aproximadamente 27,2% dos estudantes de medicina relataram sintomas depressivos, enquanto 11,1% apresentaram ideação suicida.

Essas estatísticas alarmantes mostram a necessidade de suporte adequado. Instituir programas de apoio mental pode ajudar a reduzir esses números, oferecendo um espaço seguro para os estudantes compartilharem suas dores emocionais sem medo de sofrer preconceito. 

Propomos a criação nas Universidades de Medicina de um programa multiprofissional que inclua psicólogos, assistentes sociais, psiquiatras, com grupos de apoio, ações voltadas a prevenção do suicídio e treinamento de sensibilização para o corpo docente e discente. Isso seria um passo vital para transformar a cultura acadêmica, elaborar demandas emocionais afetas aos estudantes e garantir que possam se sentir apoiados em suas jornadas pessoais e educacionais. 

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Abaixo-assinado criado em 9 de junho de 2026