A destruição da Amazônia continua a todo vapor e já passou da hora de protegê-la!


A destruição da Amazônia continua a todo vapor e já passou da hora de protegê-la!
O problema
Todo ano a mesma sequência: falta de fiscalização ambiental, grilagem, desmatamento, incêndios florestais e pasto para gado. A Amazônia sofre diante deste quadro e, infelizmente, algumas regiões já atingiram o seu “ponto de não retorno”. A transformação do bioma ameaça a nossa sobrevivência e o relógio age contra a gente. Somente uma grande mobilização pode pressionar fortemente as autoridades para frear essa destruição e garantir um futuro melhor.
Somente neste ano, vários recordes de destruição da floresta amazônica foram atingidos:
> Quem se lembra do “Dia do Fogo”? Onde produtores rurais e grileiros da região Norte teriam iniciado um movimento, criminoso e organizado por Whatsapp, para incendiar vastas áreas de florestas e pressionar o governo a impedir operações de fiscalização do Ibama. Esse fatídico dia aconteceu no dia 10 de agosto de 2019. Já em 2022, no dia 22 de agosto, o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectou 3.358 focos de calor pelo programa Queimadas. O dia SUPERA o “Dia do Fogo”.
> No dia 07 de setembro, a fumaça das queimadas já cobria 5 milhões de Km do Brasil, atingindo diversos estados, entre eles São Paulo e Paraná, além de um país vizinho, a Bolívia. No mesmo dia, a poluição do ar na capital do Acre, Rio Branco, chegou a níveis 13 vezes a mais que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
> No domingo, 18 de setembro, o número de queimadas, desde o início de 2022, superou os focos registrados no ano anterior. Em apenas TRÊS DIAS, a Amazônia registrou metade dos focos de incêndio levantados EM TODO O MÊS de setembro em 2021.
O período das queimadas ainda não acabou e vai até novembro. Que futuro queremos para nossas crianças? Hoje, povos indígenas e tradicionais lutam diariamente para mantê-la em pé, mesmo sob assassinatos e ameaças de fazendeiros, grileiros, caçadores e mineradores (apoiados pelo discurso de vários políticos). A floresta e os povos que nela vivem precisam de nossa mobilização e isso é URGENTE!
PRESSIONE E EXIJA QUE O CONSELHO NACIONAL DA AMAZÔNIA LEGAL, O IBAMA E O ICMBIO possam atuar juntos para coordenar, fiscalizar e acompanhar a implementação das políticas públicas de proteção e desenvolvimento do bioma.
NÃO TEMOS MAIS TEMPO! #AmazoniaPedeSocorro
16.720
O problema
Todo ano a mesma sequência: falta de fiscalização ambiental, grilagem, desmatamento, incêndios florestais e pasto para gado. A Amazônia sofre diante deste quadro e, infelizmente, algumas regiões já atingiram o seu “ponto de não retorno”. A transformação do bioma ameaça a nossa sobrevivência e o relógio age contra a gente. Somente uma grande mobilização pode pressionar fortemente as autoridades para frear essa destruição e garantir um futuro melhor.
Somente neste ano, vários recordes de destruição da floresta amazônica foram atingidos:
> Quem se lembra do “Dia do Fogo”? Onde produtores rurais e grileiros da região Norte teriam iniciado um movimento, criminoso e organizado por Whatsapp, para incendiar vastas áreas de florestas e pressionar o governo a impedir operações de fiscalização do Ibama. Esse fatídico dia aconteceu no dia 10 de agosto de 2019. Já em 2022, no dia 22 de agosto, o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectou 3.358 focos de calor pelo programa Queimadas. O dia SUPERA o “Dia do Fogo”.
> No dia 07 de setembro, a fumaça das queimadas já cobria 5 milhões de Km do Brasil, atingindo diversos estados, entre eles São Paulo e Paraná, além de um país vizinho, a Bolívia. No mesmo dia, a poluição do ar na capital do Acre, Rio Branco, chegou a níveis 13 vezes a mais que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
> No domingo, 18 de setembro, o número de queimadas, desde o início de 2022, superou os focos registrados no ano anterior. Em apenas TRÊS DIAS, a Amazônia registrou metade dos focos de incêndio levantados EM TODO O MÊS de setembro em 2021.
O período das queimadas ainda não acabou e vai até novembro. Que futuro queremos para nossas crianças? Hoje, povos indígenas e tradicionais lutam diariamente para mantê-la em pé, mesmo sob assassinatos e ameaças de fazendeiros, grileiros, caçadores e mineradores (apoiados pelo discurso de vários políticos). A floresta e os povos que nela vivem precisam de nossa mobilização e isso é URGENTE!
PRESSIONE E EXIJA QUE O CONSELHO NACIONAL DA AMAZÔNIA LEGAL, O IBAMA E O ICMBIO possam atuar juntos para coordenar, fiscalizar e acompanhar a implementação das políticas públicas de proteção e desenvolvimento do bioma.
NÃO TEMOS MAIS TEMPO! #AmazoniaPedeSocorro
16.720
Os tomadores de decisão
Abaixo-assinado criado em 21 de setembro de 2022