
Ana Virtuoso, morta a facadas, foi a primeira vítima de feminicídio de 2025.
Em 2024, ao menos 1.387 mulheres foram assassinadas por razões relacionadas ao gênero.
Uma mulher é vítima de feminicídio a cada 15 horas no Brasil.
Esses números alarmantes refletem uma realidade que não podemos mais aceitar. No mês do Dia Internacional da Mulher, é nosso dever transformar essa indignação em ação concreta.
A ativista Barbara Penna, sobrevivente de uma tentativa brutal de feminicídio que tirou a vida de seus dois filhos, lidera uma petição para atualizar a Lei Maria da Penha. Faltam apenas 18.000 assinaturas para atingirmos 1 milhão e encaminharmos a proposta ao Congresso Nacional como um Projeto de Lei de Iniciativa Popular.
As principais atualizações propostas incluem:
✅ Remoção do endereço da vítima dos boletins de ocorrência para sua segurança
✅ Exigência de um profissional de psicologia em todas as Delegacias da Mulher
✅ Construção de uma Casa da Mulher Brasileira em cada estado
✅ Aplicação imediata de tornozeleira eletrônica para agressores com medida protetiva
✅ Criação de um aplicativo nacional para centralizar o atendimento às vítimas e monitoramento das medidas protetivas
Neste 8 de março, podemos dar um passo significativo na proteção das mulheres brasileiras. Cada assinatura é crucial.
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Nós podemos transformar a dor em esperança e garantir um futuro mais seguro para todas as mulheres.
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