

Abaixo-assinado pela continuação dos anos iniciais e finais na Escola Padre Marzano Matias
O problema
🚨 PAIS E COMUNIDADE ESCOLAR, PRECISAMOS NOS MOBILIZAR!
Fomos surpreendidos na última sexta-feira com um ofício da Secretaria Municipal de Educação determinando que os alunos do 6º ao 9º ano da Escola Municipal Padre Marzano Matias sejam matriculados, em 2027, no Colégio Municipal Geraldo Teixeira da Costa.
O mais preocupante é que os pais não foram previamente informados, a comunidade não foi ouvida e tivemos apenas 11 dias corridos para realizar a matrícula.
Quando escolhemos o Padre Marzano para nossos filhos, fizemos uma escolha consciente. Escolhemos uma escola que conhecemos, na qual confiamos, que possui uma proposta pedagógica que conhecemos e um plano de ensino com o qual concordamos.
Agora, diante dessa mudança, não tivemos o direito de conhecer previamente a proposta da nova escola, discutir alternativas ou escolher para onde nossos filhos seriam transferidos.
E quero deixar muito claro: não estou desmerecendo a história da escola para a qual os nossos filhos foram enviados. Estou enaltecendo a história que eu conheço. A história da escola que nossos filhos já frequentam, onde construíram vínculos, amizades, memórias e uma trajetória.
E não é porque é uma escola pública que a comunidade não precisa ser ouvida. A comunidade precisa ser respeitada. As crianças e os adolescentes precisam ser respeitados. As famílias precisam ser ouvidas.
Uma mudança dessa proporção, que atinge tantas famílias e toda uma comunidade escolar, precisa ser discutida, apresentada com transparência, fundamentada em projetos, construída com diálogo e, principalmente, com a participação das famílias.
E a nossa escola não foi respeitada.
Assim como outras escolas que conhecemos em Belo Horizonte também estão passando por situações em que decisões importantes são tomadas sem que a comunidade escolar tenha o devido espaço para participar, questionar e ser ouvida.
Não somos contra mudanças. Somos contra decisões tomadas sem diálogo com quem será diretamente afetado por elas.
Não estamos pedindo privilégios. Estamos pedindo respeito, diálogo e participação.
Porque nossos filhos não são números.
Nossa comunidade não é invisível.
E uma escola não é apenas um prédio: é uma história construída por pessoas.
📢 Onde está o respeito à comunidade escolar?
📢 Onde está o direito das famílias de serem ouvidas?
📢 Onde está o diálogo?
Pais do Padre Marzano, precisamos nos unir e buscar respostas. Nossos filhos merecem ser respeitados, e nós merecemos participar das decisões que envolvem o futuro escolar deles.
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O problema
🚨 PAIS E COMUNIDADE ESCOLAR, PRECISAMOS NOS MOBILIZAR!
Fomos surpreendidos na última sexta-feira com um ofício da Secretaria Municipal de Educação determinando que os alunos do 6º ao 9º ano da Escola Municipal Padre Marzano Matias sejam matriculados, em 2027, no Colégio Municipal Geraldo Teixeira da Costa.
O mais preocupante é que os pais não foram previamente informados, a comunidade não foi ouvida e tivemos apenas 11 dias corridos para realizar a matrícula.
Quando escolhemos o Padre Marzano para nossos filhos, fizemos uma escolha consciente. Escolhemos uma escola que conhecemos, na qual confiamos, que possui uma proposta pedagógica que conhecemos e um plano de ensino com o qual concordamos.
Agora, diante dessa mudança, não tivemos o direito de conhecer previamente a proposta da nova escola, discutir alternativas ou escolher para onde nossos filhos seriam transferidos.
E quero deixar muito claro: não estou desmerecendo a história da escola para a qual os nossos filhos foram enviados. Estou enaltecendo a história que eu conheço. A história da escola que nossos filhos já frequentam, onde construíram vínculos, amizades, memórias e uma trajetória.
E não é porque é uma escola pública que a comunidade não precisa ser ouvida. A comunidade precisa ser respeitada. As crianças e os adolescentes precisam ser respeitados. As famílias precisam ser ouvidas.
Uma mudança dessa proporção, que atinge tantas famílias e toda uma comunidade escolar, precisa ser discutida, apresentada com transparência, fundamentada em projetos, construída com diálogo e, principalmente, com a participação das famílias.
E a nossa escola não foi respeitada.
Assim como outras escolas que conhecemos em Belo Horizonte também estão passando por situações em que decisões importantes são tomadas sem que a comunidade escolar tenha o devido espaço para participar, questionar e ser ouvida.
Não somos contra mudanças. Somos contra decisões tomadas sem diálogo com quem será diretamente afetado por elas.
Não estamos pedindo privilégios. Estamos pedindo respeito, diálogo e participação.
Porque nossos filhos não são números.
Nossa comunidade não é invisível.
E uma escola não é apenas um prédio: é uma história construída por pessoas.
📢 Onde está o respeito à comunidade escolar?
📢 Onde está o direito das famílias de serem ouvidas?
📢 Onde está o diálogo?
Pais do Padre Marzano, precisamos nos unir e buscar respostas. Nossos filhos merecem ser respeitados, e nós merecemos participar das decisões que envolvem o futuro escolar deles.
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Abaixo-assinado criado em 29 de setembro de 2026