Abaixo-assinado de volta às aulas Engenharia UERJ
Abaixo-assinado de volta às aulas Engenharia UERJ
O problema
MANIFESTO E OFÍCIO DE EXIGÊNCIAS: ENGENHARIA UERJ EM LUTA
Rio de Janeiro, 24 de junho de 2026.
Aos cuidados de:
Esfera Institucional e Estadual: Reitoria da UERJ, Coordenação da Faculdade de Engenharia (FEN/UERJ) e Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Esfera Federal (Para Mediação de Crise): Ministério da Educação (MEC), Presidência da República, Presidência do Senado Federal e Presidência da Câmara dos Deputados.
C/c: Diretório Central dos Estudantes (DCE UERJ) e Sindicato dos Docentes.
Assunto: URGENTE – Exigência de Plano de Contingência, Retomada das Aulas, Isonomia Institucional e Mediação Nacional para a Engenharia da UERJ.
Prezados Senhores e Senhoras,
Nós, estudantes regularmente matriculados no curso de Engenharia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vimos a público, por meio deste documento oficial e abaixo-assinado, manifestar nossa absoluta indignação com a paralisação exclusiva das nossas atividades letivas e exigir medidas imediatas de mitigação de danos e resolução do impasse.
- DA INJUSTIÇA E DA QUEBRA DE ISONOMIA
Destacamos um ponto central e inaceitável: embora a pauta de reajuste salarial seja comum a todo o corpo docente da Universidade, o curso de Engenharia encontra-se com as aulas paralisadas.
Cursos como Direito e Medicina mantêm parte significativa de suas atividades
Se a motivação da greve é geral, não há justificativa plausível para que apenas um grupo de alunos seja penalizado.
Isso evidencia que a instituição possui plenas condições de manter as atividades e que estamos sendo vítimas de um tratamento desigual, desproporcional e injusto.
2. DA SOLIDARIEDADE DE CLASSE E DA EXIGÊNCIA DE RECIPROCIDADE
Reafirmamos nossa irrestrita solidariedade à luta docente por valorização salarial, uma vez que a precarização do professor é o primeiro passo para o desmonte da universidade pública.
Contudo, a solidariedade exige reciprocidade.
Essa é uma pauta de natureza trabalhista entre os docentes e o Estado.
Não aceitaremos ser usados como escudo, moeda de troca ou dano colateral em uma disputa institucional.
Exigimos que o corpo docente compreenda e apoie as demandas justas e urgentes do corpo discente.
3. DO IMPACTO SOCIAL DA ENGENHARIA
Atrasar a formação de engenheiros não é um prejuízo apenas individual; é um ataque à infraestrutura do Estado.
Somos a força de trabalho que sustenta a construção civil, a matriz energética, a computação estratégica, o saneamento básico e o desenvolvimento de tecnologias biomédicas. O atraso na nossa formação atinge diretamente a sociedade que financia esta instituição e que depende de profissionais qualificados.
4. DAS EXIGÊNCIAS EMERGENCIAIS E DO PLANO DE CONTINGÊNCIA
Diante da inércia do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Gestão da Universidade, exigimos a implementação imediata do seguinte Plano de Contingência de Proteção ao Estudante:
Congelamento de Prazos (Não ao Jubilamento): Suspensão imediata da contagem de tempo máximo para integralização do curso durante todo o período da paralisação.
Manutenção de Bolsas: Garantia ininterrupta do pagamento integral de todas as bolsas de auxílio permanência, pesquisa e extensão.
Segurança nos Estágios: Flexibilização e autorização extraordinária para manutenção e renovação de contratos de estágio vinculados à UERJ, desvinculando-os temporariamente da exigência de carga horária letiva regular.
Trancamento Excepcional: Abertura de período extraordinário para trancamento de matrícula sem penalidades no histórico escolar para os alunos impactados.
Garantia de Infraestrutura: Manutenção do funcionamento e livre acesso aos laboratórios, bibliotecas e plataformas digitais para o desenvolvimento autônomo de pesquisas e TCCs.
Plano de Reposição e Calendário: Apresentação de um plano de reposição estruturado, sem sobrecarga indevida aos alunos, garantindo a conclusão dos semestres sem a perda do ano letivo.
5. DA CONVOCAÇÃO PARA MEDIAÇÃO NACIONAL
Considerando o colapso nas negociações estaduais, elevamos nosso apelo e exigimos a intervenção política das instâncias federais.
Solicitamos que a Presidência da República, o MEC, o Senado e a Câmara dos Deputados articulem pressão institucional sobre o Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Requeremos a nomeação de um representante de cada órgão de deliberação política para compor uma Mesa de Conciliação e Crise, intercedendo por uma solução amigável, célere e definitiva entre o Estado e os professores.
Colocamo-nos em estado de mobilização permanente e esperamos que, no prazo máximo de 5 dias úteis após o protocolo deste documento perante os órgãos competentes, seja publicado o Plano de Contingência e agendada a Mesa de Crise, da qual desejamos participar com representantes do corpo discente.
Nosso objetivo é construtivo, mas nossa postura será intransigente na defesa do nosso direito à educação.
A Engenharia da UERJ não vai parar!
Atenciosamente,
ESTUDANTES DO CURSO DE ENGENHARIA DA UERJ

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O problema
MANIFESTO E OFÍCIO DE EXIGÊNCIAS: ENGENHARIA UERJ EM LUTA
Rio de Janeiro, 24 de junho de 2026.
Aos cuidados de:
Esfera Institucional e Estadual: Reitoria da UERJ, Coordenação da Faculdade de Engenharia (FEN/UERJ) e Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Esfera Federal (Para Mediação de Crise): Ministério da Educação (MEC), Presidência da República, Presidência do Senado Federal e Presidência da Câmara dos Deputados.
C/c: Diretório Central dos Estudantes (DCE UERJ) e Sindicato dos Docentes.
Assunto: URGENTE – Exigência de Plano de Contingência, Retomada das Aulas, Isonomia Institucional e Mediação Nacional para a Engenharia da UERJ.
Prezados Senhores e Senhoras,
Nós, estudantes regularmente matriculados no curso de Engenharia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vimos a público, por meio deste documento oficial e abaixo-assinado, manifestar nossa absoluta indignação com a paralisação exclusiva das nossas atividades letivas e exigir medidas imediatas de mitigação de danos e resolução do impasse.
- DA INJUSTIÇA E DA QUEBRA DE ISONOMIA
Destacamos um ponto central e inaceitável: embora a pauta de reajuste salarial seja comum a todo o corpo docente da Universidade, o curso de Engenharia encontra-se com as aulas paralisadas.
Cursos como Direito e Medicina mantêm parte significativa de suas atividades
Se a motivação da greve é geral, não há justificativa plausível para que apenas um grupo de alunos seja penalizado.
Isso evidencia que a instituição possui plenas condições de manter as atividades e que estamos sendo vítimas de um tratamento desigual, desproporcional e injusto.
2. DA SOLIDARIEDADE DE CLASSE E DA EXIGÊNCIA DE RECIPROCIDADE
Reafirmamos nossa irrestrita solidariedade à luta docente por valorização salarial, uma vez que a precarização do professor é o primeiro passo para o desmonte da universidade pública.
Contudo, a solidariedade exige reciprocidade.
Essa é uma pauta de natureza trabalhista entre os docentes e o Estado.
Não aceitaremos ser usados como escudo, moeda de troca ou dano colateral em uma disputa institucional.
Exigimos que o corpo docente compreenda e apoie as demandas justas e urgentes do corpo discente.
3. DO IMPACTO SOCIAL DA ENGENHARIA
Atrasar a formação de engenheiros não é um prejuízo apenas individual; é um ataque à infraestrutura do Estado.
Somos a força de trabalho que sustenta a construção civil, a matriz energética, a computação estratégica, o saneamento básico e o desenvolvimento de tecnologias biomédicas. O atraso na nossa formação atinge diretamente a sociedade que financia esta instituição e que depende de profissionais qualificados.
4. DAS EXIGÊNCIAS EMERGENCIAIS E DO PLANO DE CONTINGÊNCIA
Diante da inércia do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Gestão da Universidade, exigimos a implementação imediata do seguinte Plano de Contingência de Proteção ao Estudante:
Congelamento de Prazos (Não ao Jubilamento): Suspensão imediata da contagem de tempo máximo para integralização do curso durante todo o período da paralisação.
Manutenção de Bolsas: Garantia ininterrupta do pagamento integral de todas as bolsas de auxílio permanência, pesquisa e extensão.
Segurança nos Estágios: Flexibilização e autorização extraordinária para manutenção e renovação de contratos de estágio vinculados à UERJ, desvinculando-os temporariamente da exigência de carga horária letiva regular.
Trancamento Excepcional: Abertura de período extraordinário para trancamento de matrícula sem penalidades no histórico escolar para os alunos impactados.
Garantia de Infraestrutura: Manutenção do funcionamento e livre acesso aos laboratórios, bibliotecas e plataformas digitais para o desenvolvimento autônomo de pesquisas e TCCs.
Plano de Reposição e Calendário: Apresentação de um plano de reposição estruturado, sem sobrecarga indevida aos alunos, garantindo a conclusão dos semestres sem a perda do ano letivo.
5. DA CONVOCAÇÃO PARA MEDIAÇÃO NACIONAL
Considerando o colapso nas negociações estaduais, elevamos nosso apelo e exigimos a intervenção política das instâncias federais.
Solicitamos que a Presidência da República, o MEC, o Senado e a Câmara dos Deputados articulem pressão institucional sobre o Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Requeremos a nomeação de um representante de cada órgão de deliberação política para compor uma Mesa de Conciliação e Crise, intercedendo por uma solução amigável, célere e definitiva entre o Estado e os professores.
Colocamo-nos em estado de mobilização permanente e esperamos que, no prazo máximo de 5 dias úteis após o protocolo deste documento perante os órgãos competentes, seja publicado o Plano de Contingência e agendada a Mesa de Crise, da qual desejamos participar com representantes do corpo discente.
Nosso objetivo é construtivo, mas nossa postura será intransigente na defesa do nosso direito à educação.
A Engenharia da UERJ não vai parar!
Atenciosamente,
ESTUDANTES DO CURSO DE ENGENHARIA DA UERJ

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Abaixo-assinado criado em 25 de junho de 2026