ABAIXO-ASSINADO CONTRA A CONSTRUÇÃO DE UMA AME NO BOSQUE DAS RUAS COTIA E MARMOTA – VILA A

Assinantes recentes:
José Messias da Silva Da Silva e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

Nós, moradores e cidadãos abaixo assinados, vimos por meio deste manifestar nossa discordância quanto à construção de uma AME (Ambulatório Médico de Especialidades) no bosque localizado entre as ruas Cotia e Marmota, na Vila A.

Entendemos e valorizamos a importância da ampliação dos serviços de saúde, especialmente em uma comunidade que precisa de atendimento digno e acessível. No entanto, é preciso reconhecer que a possível eliminação de uma praça arborizada e de um parquinho público representa uma perda profunda para os moradores da região. Não se trata apenas da retirada de uma estrutura física, mas da supressão de um espaço de convivência, bem-estar e cuidado coletivo que faz parte da vida de muitas famílias.

1. Preservação ambiental e qualidade de vida
A praça arborizada cumpre um papel essencial no equilíbrio do ambiente urbano. As árvores ajudam a amenizar o calor, melhoram a qualidade do ar e tornam o espaço mais saudável e acolhedor para todos. Em uma cidade cada vez mais afetada pelo aumento das temperaturas e pela falta de áreas verdes, retirar esse espaço significa agravar problemas ambientais e comprometer diretamente a qualidade de vida da população.

2. Direito ao lazer e à convivência comunitária
A praça é um ponto de encontro da comunidade. É ali que famílias se reúnem, crianças brincam, idosos caminham e vizinhos convivem. Espaços assim fortalecem laços, promovem inclusão e ajudam a construir um senso de pertencimento. Sua retirada enfraquece não apenas a estrutura urbana, mas também a vida em comunidade, que tanto depende de lugares públicos de convivência.

3. Impacto no desenvolvimento infantil
O parquinho não é apenas um local de diversão. Ele é parte importante do desenvolvimento físico, emocional e social das crianças. É nesse ambiente que muitas delas aprendem a conviver, a compartilhar, a explorar o mundo e a se desenvolver de forma saudável e segura. Tirar esse espaço é reduzir oportunidades fundamentais para a infância.

4. Um espaço essencial para as famílias
A praça e o parquinho estão entre os poucos espaços gratuitos, acessíveis e seguros onde as famílias podem passar tempo juntas, criar memórias e fortalecer vínculos. Em uma rotina cada vez mais corrida e difícil, esses ambientes têm um valor imenso para a saúde mental, para o bem-estar e para a convivência entre diferentes gerações.

5. Escassez de áreas públicas de lazer na região
Espaços públicos de lazer como este são raros e, muitas vezes, insubstituíveis. Quando uma praça consolidada é retirada, a comunidade não perde apenas um terreno: perde um patrimônio coletivo, construído pelo uso, pela presença e pelo afeto dos moradores. É uma perda que dificilmente poderá ser reparada.

6. Possibilidade de alternativas urbanísticas
Entendemos a necessidade de investimentos em saúde, mas acreditamos que é possível buscar soluções que não exijam o sacrifício de um espaço público tão importante. Existem, possivelmente, alternativas urbanísticas capazes de conciliar a ampliação dos serviços de saúde com a preservação da praça e do parquinho, respeitando as necessidades da população em todas as dimensões.

A área conhecida como Recanto dos Papagaios exerce importante função ecológica no bairro, servindo como abrigo, área de reprodução e local de nidificação para diversas espécies da fauna silvestre. Moradores relatam, especificamente, que há mais de 15 anos os carcarás utilizam o local para fazer ninhos, o que reforça a relevância ambiental desse espaço como um fragmento verde essencial para a manutenção da biodiversidade local. A supressão dessa vegetação compromete diretamente o habitat desses animais, interrompe ciclos reprodutivos e reduz um ambiente fundamental para o equilíbrio ecológico urbano.

Diante disso, solicitamos com respeito, mas também com firmeza:

  • A manutenção integral da praça arborizada e do parquinho em seu local atual;
  • A avaliação de áreas alternativas para a construção da clínica;
  • A realização de consulta pública e diálogo com a comunidade antes de qualquer decisão definitiva.

Reforçamos que uma cidade verdadeiramente saudável não é feita apenas de obras e estruturas, mas também de escuta, equilíbrio e cuidado com as pessoas. Saúde também é ter sombra, lazer, convivência, infância protegida e qualidade de vida. Preservar esse espaço é preservar o direito da comunidade de viver com mais dignidade, humanidade e bem-estar.

Contamos com a sensibilidade e responsabilidade dos órgãos públicos para que decisões como esta sejam tomadas de forma transparente, participativa e respeitando os moradores da região.

 

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Wilson KiharaCriador do abaixo-assinado

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O problema

Nós, moradores e cidadãos abaixo assinados, vimos por meio deste manifestar nossa discordância quanto à construção de uma AME (Ambulatório Médico de Especialidades) no bosque localizado entre as ruas Cotia e Marmota, na Vila A.

Entendemos e valorizamos a importância da ampliação dos serviços de saúde, especialmente em uma comunidade que precisa de atendimento digno e acessível. No entanto, é preciso reconhecer que a possível eliminação de uma praça arborizada e de um parquinho público representa uma perda profunda para os moradores da região. Não se trata apenas da retirada de uma estrutura física, mas da supressão de um espaço de convivência, bem-estar e cuidado coletivo que faz parte da vida de muitas famílias.

1. Preservação ambiental e qualidade de vida
A praça arborizada cumpre um papel essencial no equilíbrio do ambiente urbano. As árvores ajudam a amenizar o calor, melhoram a qualidade do ar e tornam o espaço mais saudável e acolhedor para todos. Em uma cidade cada vez mais afetada pelo aumento das temperaturas e pela falta de áreas verdes, retirar esse espaço significa agravar problemas ambientais e comprometer diretamente a qualidade de vida da população.

2. Direito ao lazer e à convivência comunitária
A praça é um ponto de encontro da comunidade. É ali que famílias se reúnem, crianças brincam, idosos caminham e vizinhos convivem. Espaços assim fortalecem laços, promovem inclusão e ajudam a construir um senso de pertencimento. Sua retirada enfraquece não apenas a estrutura urbana, mas também a vida em comunidade, que tanto depende de lugares públicos de convivência.

3. Impacto no desenvolvimento infantil
O parquinho não é apenas um local de diversão. Ele é parte importante do desenvolvimento físico, emocional e social das crianças. É nesse ambiente que muitas delas aprendem a conviver, a compartilhar, a explorar o mundo e a se desenvolver de forma saudável e segura. Tirar esse espaço é reduzir oportunidades fundamentais para a infância.

4. Um espaço essencial para as famílias
A praça e o parquinho estão entre os poucos espaços gratuitos, acessíveis e seguros onde as famílias podem passar tempo juntas, criar memórias e fortalecer vínculos. Em uma rotina cada vez mais corrida e difícil, esses ambientes têm um valor imenso para a saúde mental, para o bem-estar e para a convivência entre diferentes gerações.

5. Escassez de áreas públicas de lazer na região
Espaços públicos de lazer como este são raros e, muitas vezes, insubstituíveis. Quando uma praça consolidada é retirada, a comunidade não perde apenas um terreno: perde um patrimônio coletivo, construído pelo uso, pela presença e pelo afeto dos moradores. É uma perda que dificilmente poderá ser reparada.

6. Possibilidade de alternativas urbanísticas
Entendemos a necessidade de investimentos em saúde, mas acreditamos que é possível buscar soluções que não exijam o sacrifício de um espaço público tão importante. Existem, possivelmente, alternativas urbanísticas capazes de conciliar a ampliação dos serviços de saúde com a preservação da praça e do parquinho, respeitando as necessidades da população em todas as dimensões.

A área conhecida como Recanto dos Papagaios exerce importante função ecológica no bairro, servindo como abrigo, área de reprodução e local de nidificação para diversas espécies da fauna silvestre. Moradores relatam, especificamente, que há mais de 15 anos os carcarás utilizam o local para fazer ninhos, o que reforça a relevância ambiental desse espaço como um fragmento verde essencial para a manutenção da biodiversidade local. A supressão dessa vegetação compromete diretamente o habitat desses animais, interrompe ciclos reprodutivos e reduz um ambiente fundamental para o equilíbrio ecológico urbano.

Diante disso, solicitamos com respeito, mas também com firmeza:

  • A manutenção integral da praça arborizada e do parquinho em seu local atual;
  • A avaliação de áreas alternativas para a construção da clínica;
  • A realização de consulta pública e diálogo com a comunidade antes de qualquer decisão definitiva.

Reforçamos que uma cidade verdadeiramente saudável não é feita apenas de obras e estruturas, mas também de escuta, equilíbrio e cuidado com as pessoas. Saúde também é ter sombra, lazer, convivência, infância protegida e qualidade de vida. Preservar esse espaço é preservar o direito da comunidade de viver com mais dignidade, humanidade e bem-estar.

Contamos com a sensibilidade e responsabilidade dos órgãos públicos para que decisões como esta sejam tomadas de forma transparente, participativa e respeitando os moradores da região.

 

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Wilson KiharaCriador do abaixo-assinado

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