

A Harmonização Orofacial é Odontologia. Assinamos por ela.
O problema
Este é um manifesto em favor dos profissionais da odontologia que trabalham com HOF.
Sociedade brasileira, cirurgiões-dentistas, especialistas e residentes em Harmonização Orofacial, professores, coordenadores de curso, gestores de clínicas odontológicas e profissionais que atuam nesta área em todo o Brasil, vimos a público declarar:
1. A Harmonização Orofacial é Odontologia. Ela nasceu dentro da Odontologia, é praticada em ambiente odontológico, ensinada em instituições odontológicas e exercida por profissionais registrados em Conselho de Odontologia. Não é um acréscimo estranho à profissão. É o desenvolvimento natural de um campo que sempre foi da Odontologia: a face, a boca e as estruturas que as compõem.
2. Os profissionais são formados para isso. Cinco anos de graduação com estudo aprofundado de anatomia de cabeça e pescoço, seguidos de especialização com carga horária mínima, conteúdo prático supervisionado com pacientes, disciplinas de farmacologia, farmacocinética, histofisiologia, bioética e legislação. Estamos diante de profissionais titulados, registrados e fiscalizados, e que assumem a responsabilidade técnica de cada procedimento que realizam.
3. Trata-se de uma competência que não é presumida. É comprovada. O título de especialista em Harmonização Orofacial exige curso reconhecido, coordenação qualificada e corpo docente especializado. Quem se apresenta como especialista passou por esse caminho e tem seu registro verificável junto ao Conselho.
4. Estes profissionais atuam dentro do limite da nossa formação. Conhecem a anatomia em que trabalham, sabem identificar o que está fora do seu alcance e promovem os encaminhamentos necessários quando é o caso. Defender a especialidade não significa defender qualquer prática por qualquer pessoa. Significa exatamente o contrário: distinguir quem tem formação de quem não tem.
5. Seus pacientes existem e são a razão deste documento. Milhões de brasileiros escolheram ser atendidos por cirurgiões-dentistas especialistas em Harmonização Orofacial. Tratam-se de pessoas com plano terapêutico em curso, com histórico clínico documentado e com vínculo de confiança construído. Elas merecem previsibilidade sobre a continuidade do seu tratamento.
6. Falamos de parte importante do sistema de saúde, não adversários de ninguém. Não há dúvidas que estes profissionais reconhecem e respeitam a atuação médica na mesma região anatômica. Áreas compartilhadas entre profissões da saúde são a regra, não a exceção, e a convivência qualificada entre categorias sempre beneficiou o paciente mais do que a disputa entre elas.
7. Repudiamos a generalização. Casos isolados de má prática existem em todas as profissões da saúde, sem exceção, e devem ser apurados e punidos individualmente pelas autoridades competentes. Usá-los para desqualificar uma categoria inteira é injusto com os milhares de profissionais que exercem a especialidade com técnica, ética e resultado.
8. Não se justifica abrir mão da especialidade. Foram anos investidos em estudo, recursos próprios e trajetória profissional na Harmonização Orofacial. Este profissionais merecem poder continuar exercendo esta especialidade com responsabilidade, aperfeiçoando sua formação e defendendo publicamente o reconhecimento do que fazem.
Ao assinar este documento, declaramos nosso apoio expresso à Harmonização Orofacial como especialidade odontológica e nos somamos à defesa pública da nossa formação, da nossa atuação e dos nossos pacientes.
Guilherme Felipe Vieira - Advogado - Gerente Jurídico Clinicorp

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O problema
Este é um manifesto em favor dos profissionais da odontologia que trabalham com HOF.
Sociedade brasileira, cirurgiões-dentistas, especialistas e residentes em Harmonização Orofacial, professores, coordenadores de curso, gestores de clínicas odontológicas e profissionais que atuam nesta área em todo o Brasil, vimos a público declarar:
1. A Harmonização Orofacial é Odontologia. Ela nasceu dentro da Odontologia, é praticada em ambiente odontológico, ensinada em instituições odontológicas e exercida por profissionais registrados em Conselho de Odontologia. Não é um acréscimo estranho à profissão. É o desenvolvimento natural de um campo que sempre foi da Odontologia: a face, a boca e as estruturas que as compõem.
2. Os profissionais são formados para isso. Cinco anos de graduação com estudo aprofundado de anatomia de cabeça e pescoço, seguidos de especialização com carga horária mínima, conteúdo prático supervisionado com pacientes, disciplinas de farmacologia, farmacocinética, histofisiologia, bioética e legislação. Estamos diante de profissionais titulados, registrados e fiscalizados, e que assumem a responsabilidade técnica de cada procedimento que realizam.
3. Trata-se de uma competência que não é presumida. É comprovada. O título de especialista em Harmonização Orofacial exige curso reconhecido, coordenação qualificada e corpo docente especializado. Quem se apresenta como especialista passou por esse caminho e tem seu registro verificável junto ao Conselho.
4. Estes profissionais atuam dentro do limite da nossa formação. Conhecem a anatomia em que trabalham, sabem identificar o que está fora do seu alcance e promovem os encaminhamentos necessários quando é o caso. Defender a especialidade não significa defender qualquer prática por qualquer pessoa. Significa exatamente o contrário: distinguir quem tem formação de quem não tem.
5. Seus pacientes existem e são a razão deste documento. Milhões de brasileiros escolheram ser atendidos por cirurgiões-dentistas especialistas em Harmonização Orofacial. Tratam-se de pessoas com plano terapêutico em curso, com histórico clínico documentado e com vínculo de confiança construído. Elas merecem previsibilidade sobre a continuidade do seu tratamento.
6. Falamos de parte importante do sistema de saúde, não adversários de ninguém. Não há dúvidas que estes profissionais reconhecem e respeitam a atuação médica na mesma região anatômica. Áreas compartilhadas entre profissões da saúde são a regra, não a exceção, e a convivência qualificada entre categorias sempre beneficiou o paciente mais do que a disputa entre elas.
7. Repudiamos a generalização. Casos isolados de má prática existem em todas as profissões da saúde, sem exceção, e devem ser apurados e punidos individualmente pelas autoridades competentes. Usá-los para desqualificar uma categoria inteira é injusto com os milhares de profissionais que exercem a especialidade com técnica, ética e resultado.
8. Não se justifica abrir mão da especialidade. Foram anos investidos em estudo, recursos próprios e trajetória profissional na Harmonização Orofacial. Este profissionais merecem poder continuar exercendo esta especialidade com responsabilidade, aperfeiçoando sua formação e defendendo publicamente o reconhecimento do que fazem.
Ao assinar este documento, declaramos nosso apoio expresso à Harmonização Orofacial como especialidade odontológica e nos somamos à defesa pública da nossa formação, da nossa atuação e dos nossos pacientes.
Guilherme Felipe Vieira - Advogado - Gerente Jurídico Clinicorp

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Abaixo-assinado criado em 26 de agosto de 2026