

A Fiel quer votar: pelo direito do torcedor a decidir o futuro do Corinthians
O problema
O homem paga em dia.
A mensalidade do Fiel Torcedor sai da conta todo dia cinco, junto com a luz e a internet, e já faz tanto tempo que ele nem confere mais. A carteirinha de sócio fica atrás do documento, na carteira. A camisa é a do ano passado, porque a deste ano custa o que não dá. O filho tem nove anos, já sabe o hino inteiro e ainda pergunta por que o pai grita tanto num jogo em que o time está perdendo.
O pai dele viu 1983 de perto e contava sempre a mesma parte: a faixa entrando no Morumbi, feita à mão, "Ganhar ou perder, mas sempre com democracia". Dizia que aquilo não tinha sido invenção de jogador. Era um time que pertencia a gente.
Você conhece esse homem. É o seu vizinho, é o seu tio, é o cara do bar. Muitas vezes é você.
Ele paga todo mês, enche o estádio e sustenta o nome que está na camisa. Só que quem paga o Fiel Torcedor não vota: o direito de escolher quem manda no clube pertence a outra categoria de sócio, e ninguém nunca o convidou para ela.
O Corinthians tem cerca de 35 milhões de torcedores e mais de R$ 2,7 bilhões em dívida. Quem decide o que fazer com isso são cerca de 4 mil sócios votantes.
Ele não é um dos quatro mil.
O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
O Corinthians nasceu do povo, em 1910. Sua maior glória foi a Democracia Corinthiana, quando o clube provou ao Brasil que time do povo se governa pelo voto.
Hoje a própria sede, o Parque São Jorge, está dada como garantia de dívida. A saída que existe na mesa, a reforma do estatuto que profissionaliza o futebol sem vender a identidade, vive travada pela política interna do clube.
Não falta solução. Falta quem tenha o direito de escolher.
Não pedimos o dinheiro de ninguém. Pedimos o que é nosso por direito: voz e voto.
O QUE EXIGIMOS:
Nós, corinthianos abaixo-assinados, exigimos do Conselho Deliberativo, do Conselho de Orientação (CORI) e da Presidência:
1. Voto para o torcedor, já. Antecipar e ampliar o direito de voto do sócio-torcedor previsto no anteprojeto de reforma — sem esperar 2030.
2. Barreira baixa. Um caminho de baixo custo para o Fiel Torcedor se tornar votante. Democracia não pode custar R$ 2 mil.
3. Transparência total e em tempo real. Todos os números do clube, abertos e em linguagem simples, com auditoria independente.
4. Câmara permanente da Fiel. Consulta obrigatória à torcida em decisões de identidade, patrimônio e transparência.
5. Trava de identidade inegociável. Nome, cores, escudo, hino, sede e ingresso popular protegidos por veto do povo em qualquer modelo (inclusive SAF).
6. Análise séria e pública da SAF de controle popular (projeto SAFiel), com a torcida como dona — e não como plateia.
POR QUE AGORA
O clube elege nova diretoria no fim de 2026. Toda assinatura recolhida antes disso vira pergunta que nenhum candidato consegue desviar. Depois da eleição, a conversa recomeça do zero com quem ganhou.
A janela é esta.
O QUE ESTE ABAIXO-ASSINADO NÃO É
Não é vaquinha. O movimento não arrecada dinheiro, não tem caixa, não pede Pix e nunca vai pedir.
Não é guerra contra o Conselho. É um convite. Estamos oferecendo a ele a chance de entrar para a história como quem devolveu o Corinthians ao povo.
Não é candidatura de ninguém. Não tem dono, não tem presidente e não tem palanque.
Assinar aqui é um voto, não um cheque.
Depois de assinar, manda para três corinthianos.
A Fiel quer votar.
#AFielDecide

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O problema
O homem paga em dia.
A mensalidade do Fiel Torcedor sai da conta todo dia cinco, junto com a luz e a internet, e já faz tanto tempo que ele nem confere mais. A carteirinha de sócio fica atrás do documento, na carteira. A camisa é a do ano passado, porque a deste ano custa o que não dá. O filho tem nove anos, já sabe o hino inteiro e ainda pergunta por que o pai grita tanto num jogo em que o time está perdendo.
O pai dele viu 1983 de perto e contava sempre a mesma parte: a faixa entrando no Morumbi, feita à mão, "Ganhar ou perder, mas sempre com democracia". Dizia que aquilo não tinha sido invenção de jogador. Era um time que pertencia a gente.
Você conhece esse homem. É o seu vizinho, é o seu tio, é o cara do bar. Muitas vezes é você.
Ele paga todo mês, enche o estádio e sustenta o nome que está na camisa. Só que quem paga o Fiel Torcedor não vota: o direito de escolher quem manda no clube pertence a outra categoria de sócio, e ninguém nunca o convidou para ela.
O Corinthians tem cerca de 35 milhões de torcedores e mais de R$ 2,7 bilhões em dívida. Quem decide o que fazer com isso são cerca de 4 mil sócios votantes.
Ele não é um dos quatro mil.
O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
O Corinthians nasceu do povo, em 1910. Sua maior glória foi a Democracia Corinthiana, quando o clube provou ao Brasil que time do povo se governa pelo voto.
Hoje a própria sede, o Parque São Jorge, está dada como garantia de dívida. A saída que existe na mesa, a reforma do estatuto que profissionaliza o futebol sem vender a identidade, vive travada pela política interna do clube.
Não falta solução. Falta quem tenha o direito de escolher.
Não pedimos o dinheiro de ninguém. Pedimos o que é nosso por direito: voz e voto.
O QUE EXIGIMOS:
Nós, corinthianos abaixo-assinados, exigimos do Conselho Deliberativo, do Conselho de Orientação (CORI) e da Presidência:
1. Voto para o torcedor, já. Antecipar e ampliar o direito de voto do sócio-torcedor previsto no anteprojeto de reforma — sem esperar 2030.
2. Barreira baixa. Um caminho de baixo custo para o Fiel Torcedor se tornar votante. Democracia não pode custar R$ 2 mil.
3. Transparência total e em tempo real. Todos os números do clube, abertos e em linguagem simples, com auditoria independente.
4. Câmara permanente da Fiel. Consulta obrigatória à torcida em decisões de identidade, patrimônio e transparência.
5. Trava de identidade inegociável. Nome, cores, escudo, hino, sede e ingresso popular protegidos por veto do povo em qualquer modelo (inclusive SAF).
6. Análise séria e pública da SAF de controle popular (projeto SAFiel), com a torcida como dona — e não como plateia.
POR QUE AGORA
O clube elege nova diretoria no fim de 2026. Toda assinatura recolhida antes disso vira pergunta que nenhum candidato consegue desviar. Depois da eleição, a conversa recomeça do zero com quem ganhou.
A janela é esta.
O QUE ESTE ABAIXO-ASSINADO NÃO É
Não é vaquinha. O movimento não arrecada dinheiro, não tem caixa, não pede Pix e nunca vai pedir.
Não é guerra contra o Conselho. É um convite. Estamos oferecendo a ele a chance de entrar para a história como quem devolveu o Corinthians ao povo.
Não é candidatura de ninguém. Não tem dono, não tem presidente e não tem palanque.
Assinar aqui é um voto, não um cheque.
Depois de assinar, manda para três corinthianos.
A Fiel quer votar.
#AFielDecide

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Abaixo-assinado criado em 11 de agosto de 2026