Decision Maker

Prefeitura do Rio de Janeiro

O Rio é a cidade mais conhecida do Brasil, com mais de 6 milhões de habitantes servidos pela estrutura liderada hoje por Marcelo Crivella (PRB). Nesta página, você pode dar sugestões para a cidade ou pedir para ele resolver o seu problema.


Does Prefeitura do Rio de Janeiro have the power to decide or influence something you want to change? Start a petition to this decision maker.Start a petition
Petitioning Ministério Publico do Estado do Rio de Janeiro, Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Prefeitura do Rio de Janeiro

Justice for Cláudia

After six years, police officers accused of the murder of Cláudia Ferreira have not still been judged or punished. Cláudia da Silva Ferreira was shot while was going to buy bread for her family. Her body was thrown in the trunk of a PM (Military Police) vehicle, the door opened, and the woman was dragged for 300 meters. At the time, three policemen were arrested, but were released days later. Two of them had, in the past, records of homicides resulting from police intervention, according to the Civil Police. But only in March 2019, five years after the crime, there was the first hearing of the case. Two of the PMs, Captain Rodrigo Medeiros Boaventura, who commanded the patrol, and Sergeant Zaqueu de Jesus Pereira Bueno, are responsible for Cláudia's murder. After the hearings, Judge Alexandre Abrahão Dias Teixeira will decide whether the pair will go to the popular jury. The retired lieutenants Adir Serrano and Rodney Archanjo, Sergeant Alex Sandro da Silva and Corporal Gustavo Ribeiro Meirelles are responsible for the crime of procedural fraud, for having modified the crime scene, removing Cláudia, already dead, from Morro da Congonha. Everyone responds to the process in freedom. Sourced from: https://mst.org.br/2020/03/17/apos-seis-anos-policiais-acusados-do-assassinato-de-claudia-ferreira-ainda-nao-foram-julgados-ou-punidos/ https://youtu.be/RLOJs4a7ewY  

Fabrício de Souza
45,860 supporters
Victory
Petitioning Marcelo Crivella, Prefeitura do Rio de Janeiro

Acabe com os obstáculos e instale equipamentos acessíveis na praça Iaiá Garcia

A brincadeira é fundamental para o desenvolvimento de toda criança - cognitivo, motor, social e afetivo. Brincando, o menino ou a menina se diverte, se desenvolve e estimula áreas que poderiam estar defasadas. Espaços públicos são extremamente importantes para a brincadeira, especialmente para a interação entre as crianças. No entanto, alguns espaços são, na verdade, locais de exclusão. A praça Iaiá Garcia, na Ilha do Governador, cidade do Rio de Janeiro, é inacessível para pessoas que usam cadeiras de rodas e não tem nenhuma acessibilidade. Meu filho Arthur e outras crianças não podem brincar ali. Por isso, criei este abaixo-assinado para que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o subprefeito da Ilha do Governador, Nelson Miranda Miraldi, façam da Iaiá Garcia uma praça adaptada, acessível e inclusiva. É um direito do meu filho, das outras pessoas com deficiência e de todas as crianças que precisam da diversidade para se desenvolverem. Moro na Ilha do Governador desde que nasci e frequentei a Praça Iaiá Garcia na Ribeira na minha infância. Hoje, os brinquedos estão colocados inteligentemente na sombra de uma árvore, mas não são adaptados, o que impede uso por crianças com deficiência. O preconceito vai além da ausência de brinquedos adaptados. Ele já começa no portão que não permite a entrada da cadeira de rodas, deixando a criança com deficiência do lado de fora, impedida de entrar no espaço infantil. Peço que assinem e compartilhem este abaixo-assinado. Assim, mais crianças poderão brincar na praça Iaiá Garcia na Ilha do Governador.

Consuelo Machado
40,416 supporters
Petitioning Prefeitura do Rio de Janeiro

Contra o Fim das Atividades do Hospital Municipal Nise da Silveira

Voz dá voz:Recebemos o relato a seguir e infelizmente caso aconteça será muito ruim para saúde municipal e principalmente para os pacientes do nosso bairro.Não podemos deixar isso acontecer, juntos somos mais fortes! "O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, na terça dia 16/4 em reunião realizada no Centro Municipal de Reabilitação do Engenho de Dentro com todo os funcionários, médicos e enfermeiras resolveu comunicar a decisão de encerrar as atividades médicas desenvolvidas na unidade que funciona no Hospital Municipal Nice da Silveira (Antigo hospital psiquiátrico Pedro II no Engenho de Dentro) Rua Ramiro Magalhães, 521 - Engenho de Dentro, ou seja as atividades vão até o próximo dia 30/4, após esse data os pacientes, médicos, enfermagem e funcionários da casa e terceirizados vão ficar sem saber o que fazer e pra onde ir, os pacientes deverão o para clínica da família se funcionar e posto de saúde perto de suas casas, os terceirizados inclusive já foram pra rua na sua maioria. o povo tem que protestar contra isso. divulgue no grupo. Quem se trata messa unidade com clínico geral, dentista, dermatologista, homeopatia, oftalmologista e outras áreas vão perder. Se o prefeito não mudar de ideia, esses será o fim da unidade."Resposta da Secretária enviado por terceiros..."A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que: - Não procede a informação de fechamento até o fim do mês nem do Instituto Municipal Nise da Silveira e nem do Centro Municipal de Reabilitação (CMR) do Engenho de Dentro. - O Centro Municipal de Reabilitação do Engenho de Dentro, que funciona dentro do complexo de prédios do Instituto Nise da Silveira, está passando por uma revisão da oferta de serviços. Especialidades hoje existentes no local, mas sem nenhuma relação com reabilitação, como dermatologia, estão sendo transferidas para unidades com perfil mais adequado a esta oferta, como as policlínicas. No CMR permanecerão apenas as especialidades típicas de reabilitação fisioterápica, que é o perfil deste tipo de unidade. - Além do Instituto Municipal Nise da Silveira, o município tem na região do Engenho de Dentro os CAPS Severino dos Santos (com funcionamento 24 horas), Clarice Lispector e Torquato Neto; o CAPSad Raul Seixas (24 horas), especializado em álcool e drogas; e o CAPSi Maria Clara Machado, para crianças e adolescentes. Ao todo, são 34 CAPS na cidade para atendimento de pacientes de saúde mental. - Usuários que necessitam de atendimento na área de saúde mental também recebem cuidados em todas as unidades de atenção primária, que podem contar com o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). E o município conta ainda com 36 unidades que ofertam consultas especializadas de saúde mental/psiquiatria via SISREG e cinco unidades com atendimento de emergência em saúde mental, além de leitos psiquiátricos em hospitais gerais para casos agudos que demandem internação."Ainda esperamos uma resposta da prefeitura, infelizmente não tem nenhuma resposta desse caso em suas mídias

Allan da S. C. de Miranda
38,691 supporters
Petitioning Prefeitura do Rio de Janeiro, Ministério Público do Rio de Janeiro, Secretaria de educação do Rio de Janeiro

Não-retorno das aulas no dia 03/07, no Rio de Janeiro.

Uma campanha para a segurança da vida dos alunos e dos profissionais da educação. Diante da tomada de conhecimento pelos cidadãos e servidores do município do Rio de Janeiro, do plano de flexibilização das medidas relacionadas à pandemia do novo coronavírus para a retomada das atividades econômicas da cidade, o grupo de Professores 1/3 Já Bia Aquino discorre aqui sobre algumas considerações. A possibilidade ignora o aumento de casos e de óbitos durante a pandemia de COVID-19 e de como o espaço escolar será diretamente afetado, colocando em risco as vidas dos alunos e dos profissionais da educação carioca. As salas de aula, em sua própria estrutura são locais de aglomeração. Uma vez que não há a redução de casos, e dada a velocidade de transmissão do vírus, estar alocado em uma sala de aula não está dentro do recomendado pelas autoridades de saúde, especialistas no assunto. No caso particular da Prefeitura, é de conhecimento de todos os servidores a questão da superlotação das salas de aula, o que expõe ainda muitas vidas ao contágio e transmissão da doença.   Não é levado em consideração também que alguns dos nossos alunos possuem como responsáveis, pessoas com comorbidades, de forma consciente ou não, situação que se repete também dentro do extenso grupo de servidores da educação, classificando-os ambos como de grupo de risco para o COVID-19. A prefeitura do Rio também não oferece as condições mínimas de higiene nessa situação já que os profissionais de limpeza são insuficientes e não possuem estrutura de trabalho num processo que envolveria desinfecção e outros métodos de combate à propagação do novo coronavírus dentro do ambiente escolar.  É atribuída ainda, uma particularidade ao grupo da Educação Infantil (EI). Essa categoria de alunos, crianças muito novas, e principalmente as pequenas, não conseguirão utilizar máscaras e a educação nessa faixa etária tem um dos seus eixos na afetividade. Sendo assim, as crianças se beijam e se abraçam o tempo todo ocasionando risco em potencial não só pra elas mas para as outras crianças e os docentes que em sala estão.  Mesmo entendendo todas as preocupações concernentes ao ano letivo, não podemos colocar a vida de milhares de pessoas em risco. Por isso, o grupo de Professores 1/3 Bia Aquino pede seu direito à vida resguardados e o não-retorno as aulas enquanto não houver condições seguras nas unidades, para alunos, servidores e a comunidade escolar.

Bia Aquino
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