Decision Maker

Prefeitura do Rio de Janeiro

O Rio é a cidade mais conhecida do Brasil, com mais de 6 milhões de habitantes servidos pela estrutura liderada hoje por Marcelo Crivella (PRB). Nesta página, você pode dar sugestões para a cidade ou pedir para ele resolver o seu problema.


Does Prefeitura do Rio de Janeiro have the power to decide or influence something you want to change? Start a petition to this decision maker.Start a petition
Victory
Petitioning Marcelo Crivella, Prefeitura do Rio de Janeiro

Acabe com os obstáculos e instale equipamentos acessíveis na praça Iaiá Garcia

A brincadeira é fundamental para o desenvolvimento de toda criança - cognitivo, motor, social e afetivo. Brincando, o menino ou a menina se diverte, se desenvolve e estimula áreas que poderiam estar defasadas. Espaços públicos são extremamente importantes para a brincadeira, especialmente para a interação entre as crianças. No entanto, alguns espaços são, na verdade, locais de exclusão. A praça Iaiá Garcia, na Ilha do Governador, cidade do Rio de Janeiro, é inacessível para pessoas que usam cadeiras de rodas e não tem nenhuma acessibilidade. Meu filho Arthur e outras crianças não podem brincar ali. Por isso, criei este abaixo-assinado para que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o subprefeito da Ilha do Governador, Nelson Miranda Miraldi, façam da Iaiá Garcia uma praça adaptada, acessível e inclusiva. É um direito do meu filho, das outras pessoas com deficiência e de todas as crianças que precisam da diversidade para se desenvolverem. Moro na Ilha do Governador desde que nasci e frequentei a Praça Iaiá Garcia na Ribeira na minha infância. Hoje, os brinquedos estão colocados inteligentemente na sombra de uma árvore, mas não são adaptados, o que impede uso por crianças com deficiência. O preconceito vai além da ausência de brinquedos adaptados. Ele já começa no portão que não permite a entrada da cadeira de rodas, deixando a criança com deficiência do lado de fora, impedida de entrar no espaço infantil. Peço que assinem e compartilhem este abaixo-assinado. Assim, mais crianças poderão brincar na praça Iaiá Garcia na Ilha do Governador.

Consuelo Machado
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Petitioning Prefeitura do Rio de Janeiro, Subprefeitura da Zona Oeste RJ, Direção do Centro Esportivo Miécimo da Silva

Pelo funcionamento do Centro Esportivo Miécimo da Silva

Pouco mais de um ano após a Rio 2016, em que foi Boulevard Olímpico, o maior centro esportivo do bairro de Campo Grande, Miécimo da Silva, está abandonado como nunca. O fato de ter trazido à Zona Oeste os Jogos Pan-Americanos de 2007 (como sede) não bastou para que a prefeitura interrompesse o projeto de descaso progressivo que vem desenvolvendo. Só neste ano, 120 professores do Miécimo foram demitidos, e hoje restam 41. A piscina — de cuja importância os moradores, sobretudo os mais antigos, terão muito a falar — não funciona mais, está fechada; frequentadores reclamam de bebedouros parados, de instalações e instrumentos inutilizados e da carência de manutenção. Diante disso, o Coletivo Rexiste CG promove um abaixo-assinado pela retomada das atividades que foram suspensas, assim como pela limpeza, reorganização e reabilitação dos locais que hoje, por uma razão ou por outra, não podem mais receber pessoas. Não se trata de uma tentativa preciosista de recuperar o que deve ser sacrificado. A verdade é que o Miécimo suporta uma considerável quantidade de projetos esportivos e de atividade física a que seus usuários, com destaque para jovens e idosos, têm poucas (e péssimas) alternativas — ou mesmo nenhuma — dentro das possibilidades oferecidas no bairro pelo governo. E as senhoras e os senhores que não fazem exercícios senão nos programas de atividade recreativa para a terceira idade que estão alocados no Miécimo? E os jovens estudantes do Estado ou do Município que têm no Miécimo a melhor de suas escassas oportunidades no mundo do esporte — seja para o desenvolvimento de aptidões particulares, que exige treinos e equipamentos específicos, seja para a prática livre ou extracurricular? Para um governo sério, a renda média dos frequentadores não deveria absolutamente entrar em questão: manutenção de espaços e serviços públicos não é caridade. Mas, concedendo um pouco às nuances que pode tomar a realidade num lugar como o Rio de Janeiro — onde sobretudo na periferia elas se fazem sentir com peso —, vale dizer que o Miécimo oferecia atividades e cursos (até profissionalizantes) de graça, isto é: também para aqueles que não podem custeá-los sozinhos. É fácil ilustrar quantos caminhos isso abria para quem deles precisava, e os benefícios que iniciativas como esta oferecem à sociedade num plano mais geral. Se houve debandada, deduzir do próprio oferecimento de serviços a razão do problema é uma falácia assombrosa. Se há problema, os serviços devem ser redesenhados, rediscutidos e, o mais importante, divulgados de um jeito que venham a transformar em fato todo o benefício de que são capazes. E, por fim, se houver debate, que seja aberto — outra causa de que não abrimos mão. No que o Miécimo não pôde se sustentar, portanto, é imprescindível remodelá-lo. E neste novo modelo devem caber as demandas das pessoas do bairro, muitas das quais estão dispostas à conversa franca. O que não pode haver é um Miécimo sem um modelo que se ajuste a nós. Ou, no limite, um Miécimo totalmente sucateado: uma possibilidade que tememos com pesar, embora com razão.

Coletivo Rexiste Campo Grande
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Victory
Petitioning Prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes

Libere que gestantes tenham o apoio de doulas nas maternidades - aprove o PL 2195/13

Sou Morgana e tenho dois filhos que me orgulham muito: Dave, 17 anos, e Teodoro, 2 anos. O primeiro nasceu de cesariana e o segundo de parto normal hospitalar. Sou mãe solteira, conheço bem os desafios do parto e acredito que a mulher deve ter o apoio que achar necessário neste momento. Por isso, peço que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o secretário de Saúde, Daniel Soranz, liberem a participação das doulas nas maternidades, para além do acompanhante usual - geralmente um familiar. As autoridades querem estimular o parto normal, mas não permitem que as mulheres tenham este apoio. A diferença destes dois momentos não foi o meu desejo por parto normal, mas sim a situação na qual fui colocada. Com o primeiro filho, ao chegar no hospital, fui isolada da minha família, via médicos preparando a cirurgia e eu ali sem voz. Sem apoio nenhum, peguei meu bebê nos braços somente 20 horas depois. Dave teve complicações e tive que ir para casa sozinha, com todas as dificuldades de uma recém-operada. Quando engravidei novamente, o medo de passar por isso me levou a grupos de apoio. Conheci então as doulas, profissionais que dão apoio físico e emocional antes, durante e após  parto para as gestantes. Tive a possibilidade de contratar uma doula, que foi fundamental para uma chegada mais suave do Teodoro. Eu me preparei com muita informação e vivi uma experiência linda do nascimento do meu filho. No entanto, a rede municipal de saúde do Rio de Janeiro proibe a permanência da doula na maternidade com a gestante. Precisamos mudar a realidade dos nascimentos dos nossos filhos. Assim, peço que você assine e compartilhe este abaixo-assinado. Foto: Lucas Moritz

Morgana Eneile Almeida
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