

Queremos a SERRA DA PIEDADE sem mais danos ! É ilegal e imoral minerar aqui.


Queremos a SERRA DA PIEDADE sem mais danos ! É ilegal e imoral minerar aqui.
O problema
Não queremos mais danos à Serra da Piedade, sua paisagem, fauna, flora, aquíferos, cavernas e vegetação nativa ainda preservada. Rebaixamento dos lençóis freáticos, uso de altos volumes de água subterrânea e superficial, geração de estéril, rejeitos, poeira e ruído não podem acontecer nesse monumento natural. O tráfego de caminhões e as situações problema comuns na mineração são um risco permanente aos usuários da rodovia, às comunidades do entorno e aos turistas e romeiros.
O Santuário Basílica de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Minas Gerais, que é capaz de promover geração de renda e trabalho na região de Caeté e Sabará devido ao crescente fluxo de milhares de visitantes, a população e diversas atividades econômicas na Serra da Piedade não podem ser prejudicados pela mineração.
Manifestamos nosso repúdio à mineradora AVG, que já está causando impactos ambientais e sociais desde que começou a retirada do material das pilhas. Seu projeto, dito de “recuperação”, causará gravíssimos impactos à Serra da Piedade, ao patrimônio natural, cultural, paisagístico e religioso, à biodiversidade, às águas das áreas do entorno, onde estão moradores, sitiantes e agricultores familiares na bacia do Ribeirão do Brumado.
É ilegal e imoral minerar mais uma vez nosso patrimônio, já protegido por tombamentos municipal (Caeté) estadual (IEPHA) e federal (IPHAN) que vedam atividades minerárias e que está no entorno imediato do Monumento Natural Estadual da Serra da Piedade.
Se já está confirmado que o processo de licenciamento da AVG não é para recuperação dos impactos já causados no passado à Serra da Piedade e que a mineradora violou o acordo na justiça federal, que as licenças concedidas sejam anuladas pelo Governo do Estado. A recuperação tem que ser realizada sem qualquer cunho de aproveitamento econômico do minério e na perspectiva de um projeto de engenharia, arquitetura e paisagismo.
A Serra da Piedade – itaberabussu (serra alta e resplandecente) para os povos indígenas que habitaram a região - é nosso patrimônio e um dos mais belos lugares do planeta, nossa Casa Comum, com mais de 300 anos de história de romarias e visitação e essencial para a biodiversidade e qualidade de vida, das presentes e futuras gerações, e por isso assinamos este manifesto.
Saiba mais: https://sosserradapiedade2.wixsite.com/website/

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O problema
Não queremos mais danos à Serra da Piedade, sua paisagem, fauna, flora, aquíferos, cavernas e vegetação nativa ainda preservada. Rebaixamento dos lençóis freáticos, uso de altos volumes de água subterrânea e superficial, geração de estéril, rejeitos, poeira e ruído não podem acontecer nesse monumento natural. O tráfego de caminhões e as situações problema comuns na mineração são um risco permanente aos usuários da rodovia, às comunidades do entorno e aos turistas e romeiros.
O Santuário Basílica de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Minas Gerais, que é capaz de promover geração de renda e trabalho na região de Caeté e Sabará devido ao crescente fluxo de milhares de visitantes, a população e diversas atividades econômicas na Serra da Piedade não podem ser prejudicados pela mineração.
Manifestamos nosso repúdio à mineradora AVG, que já está causando impactos ambientais e sociais desde que começou a retirada do material das pilhas. Seu projeto, dito de “recuperação”, causará gravíssimos impactos à Serra da Piedade, ao patrimônio natural, cultural, paisagístico e religioso, à biodiversidade, às águas das áreas do entorno, onde estão moradores, sitiantes e agricultores familiares na bacia do Ribeirão do Brumado.
É ilegal e imoral minerar mais uma vez nosso patrimônio, já protegido por tombamentos municipal (Caeté) estadual (IEPHA) e federal (IPHAN) que vedam atividades minerárias e que está no entorno imediato do Monumento Natural Estadual da Serra da Piedade.
Se já está confirmado que o processo de licenciamento da AVG não é para recuperação dos impactos já causados no passado à Serra da Piedade e que a mineradora violou o acordo na justiça federal, que as licenças concedidas sejam anuladas pelo Governo do Estado. A recuperação tem que ser realizada sem qualquer cunho de aproveitamento econômico do minério e na perspectiva de um projeto de engenharia, arquitetura e paisagismo.
A Serra da Piedade – itaberabussu (serra alta e resplandecente) para os povos indígenas que habitaram a região - é nosso patrimônio e um dos mais belos lugares do planeta, nossa Casa Comum, com mais de 300 anos de história de romarias e visitação e essencial para a biodiversidade e qualidade de vida, das presentes e futuras gerações, e por isso assinamos este manifesto.
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Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 27 de setembro de 2021