

Movimento RS-118 Sem Pedágio


Movimento RS-118 Sem Pedágio
O problema
A instalação das praças de pedágio está sendo feita sem qualquer debate com a população, que terá que pagar pela medida implementada pelos próximos 30 anos. Além do pedágio tornar mais cara a vida das pessoas, gerar dificuldades para empregos aos moradores nas cidades de Gravataí, Sapucaia do Sul, Esteio, Canoas, São Leopoldo, Cachoeirinha e todas as cidades da Região, a medida adotada pelo Governo do Estado impetra uma ação que perpetua a situação de miséria em Alvorada e Viamão, inviabilizando a possibilidade de desenvolvimento econômico pelo cercamento das cidades com praças de pedágio.
O Governo Eduardo Leite promoveu audiências públicas questionáveis, tendo em vista que a Assembleia Legislativa e as Câmaras de Vereadores não tiveram como participar. “Nem mesmo as lideranças políticas conseguiram se manifestar nas audiências sobre o plano de concessões de pedágios”, explica Leo. O caso foi levado ao Ministério Público e ao Ministério Público de Contas na Segunda-feira (19), para que tomem providências sobre a forma com que o programa está sendo implementado no Rio Grande do Sul, sem que o povo gaúcho saiba o que está acontecendo.
Diante do exposto,
Considerando a falta de transparência;
Considerando a adoção de modelos mais caros que estão sendo implementados sem qualquer debate público no Rio Grande do Sul;
Considerando a perda de competitividade da comunidade produtiva com o aumento do custo de transporte e logística;
Considerando que a medida é contra o interesse público pelo impedimento do desenvolvimento social e econômico das cidades diretamente impactadas;
Queremos que as autoridades não implementem o Pedágio na ERS-118 e que revejam o modelo implementado no Rio Grande do Sul.

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O problema
A instalação das praças de pedágio está sendo feita sem qualquer debate com a população, que terá que pagar pela medida implementada pelos próximos 30 anos. Além do pedágio tornar mais cara a vida das pessoas, gerar dificuldades para empregos aos moradores nas cidades de Gravataí, Sapucaia do Sul, Esteio, Canoas, São Leopoldo, Cachoeirinha e todas as cidades da Região, a medida adotada pelo Governo do Estado impetra uma ação que perpetua a situação de miséria em Alvorada e Viamão, inviabilizando a possibilidade de desenvolvimento econômico pelo cercamento das cidades com praças de pedágio.
O Governo Eduardo Leite promoveu audiências públicas questionáveis, tendo em vista que a Assembleia Legislativa e as Câmaras de Vereadores não tiveram como participar. “Nem mesmo as lideranças políticas conseguiram se manifestar nas audiências sobre o plano de concessões de pedágios”, explica Leo. O caso foi levado ao Ministério Público e ao Ministério Público de Contas na Segunda-feira (19), para que tomem providências sobre a forma com que o programa está sendo implementado no Rio Grande do Sul, sem que o povo gaúcho saiba o que está acontecendo.
Diante do exposto,
Considerando a falta de transparência;
Considerando a adoção de modelos mais caros que estão sendo implementados sem qualquer debate público no Rio Grande do Sul;
Considerando a perda de competitividade da comunidade produtiva com o aumento do custo de transporte e logística;
Considerando que a medida é contra o interesse público pelo impedimento do desenvolvimento social e econômico das cidades diretamente impactadas;
Queremos que as autoridades não implementem o Pedágio na ERS-118 e que revejam o modelo implementado no Rio Grande do Sul.

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Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 28 de julho de 2021