USP em defesa do povo palestino: por uma USP livre de genocídio e apartheid!


USP em defesa do povo palestino: por uma USP livre de genocídio e apartheid!
O problema
Desde o dia 7 de outubro de 2023 ocorre na Faixa de Gaza uma verdadeira carnificina que já ceifou a vida de mais de 30 mil palestinos, em sua maioria mulheres e crianças. A cada dia que se passa mais e mais palestinos são assassinados, desalojados, violentados e submetidos à privação da sua liberdade, comida e itens básicos de sobrevivência pelo estado de Israel, que não poupa nem mesmo jornalistas e voluntários de ONGs de ajuda humanitária.
Frente a essa situação, é fundamental se posicionar em defesa do povo palestino e exigir um cessar-fogo imediato, a liberdade dos presos políticos palestinos (muitos deles crianças) e a imediata ruptura de relações diplomáticas, econômicas e acadêmicas com o regime de Apartheid e limpeza étnica de Israel.
É preciso que a USP, a FFLCH, todos os seus institutos e unidades - assim como todas as universidades brasileiras - sigam o exemplo que se espalha das universidades estadunidenses para todo o mundo e construam uma forte campanha de mobilização pela ruptura imediata de todos os convênios de cooperação acadêmica e científica com o estado sionista, genocida e racista de Israel.
A postura, por exemplo, da Congregação da FFLCH de se posicionar contra esse genocídio foi importante e correta. Fazemos coro com a reivindicação da Congregação por um Palestine Corner para representar o Estado Palestino na Universidade de São Paulo. Não obstante, manter qualquer tipo de relação com esse genocídio é ser conivente com o maior atentado à dignidade humana em curso. Uma mancha que jamais se apagará da história daquelas universidades que tomarem o lado do apartheid israelense.
Assim como as demais universidades israelenses, a Universidade de Haifa, a Universidade Hebraica e a Universidade Ariel, que possuem convênios com a USP, ajudam a desenvolver tanto a tecnologia empregada no genocídio palestino, como as bases científicas e acadêmicas de sustentação da ideologia e do estado sionistas. E assim como o “Israel Corner”, em convênio com o Consulado Geral de Israel em São Paulo, esses convênios são os enclaves de Israel na USP para perpetuar a produção de conhecimento voltada ao genocídio e ao extermíno.
As entidades, coletivos, estudantes, docentes e funcionários que assinam esse manifesto exigem que a USP como um todo - assim como as demais universidades brasileiras e o próprio governo brasileiro - rompam imediatamente relações com o estado de Israel, atendendo o chamado internacional do povo palestino por boicote acadêmico, o que inclui a imediata renúncia aos convênios acadêmicos vigentes e a quaisquer relações atreladas ao estado de Israel; que, em especial a FFLCH delibere pela imediata renúncia com a universidade de Haifa por parte de sua Congregação e de seu Conselho Técnico Administrativo. Nesse sentido, também exigimos que se retire todo e qualquer processo administrativo aos estudantes que se solidarizaram ao povo palestino; a mídia e a reitoria tentam igualar anti-sionismo com anti-seminismo, usando isso como justificativa para perseguir o movimento de solidariedade à Palestina. Não aceitaremos intimidações e perseguições: abaixo qualquer repressão!
Convocamos a comunidade da USP e da FFLCH a seguir o exemplo das universidades estadunidenses e de todo o mundo em defesa do povo palestino!
ESPP USP - Estudantes em Solidariedade ao Povo Palestino

1.442
O problema
Desde o dia 7 de outubro de 2023 ocorre na Faixa de Gaza uma verdadeira carnificina que já ceifou a vida de mais de 30 mil palestinos, em sua maioria mulheres e crianças. A cada dia que se passa mais e mais palestinos são assassinados, desalojados, violentados e submetidos à privação da sua liberdade, comida e itens básicos de sobrevivência pelo estado de Israel, que não poupa nem mesmo jornalistas e voluntários de ONGs de ajuda humanitária.
Frente a essa situação, é fundamental se posicionar em defesa do povo palestino e exigir um cessar-fogo imediato, a liberdade dos presos políticos palestinos (muitos deles crianças) e a imediata ruptura de relações diplomáticas, econômicas e acadêmicas com o regime de Apartheid e limpeza étnica de Israel.
É preciso que a USP, a FFLCH, todos os seus institutos e unidades - assim como todas as universidades brasileiras - sigam o exemplo que se espalha das universidades estadunidenses para todo o mundo e construam uma forte campanha de mobilização pela ruptura imediata de todos os convênios de cooperação acadêmica e científica com o estado sionista, genocida e racista de Israel.
A postura, por exemplo, da Congregação da FFLCH de se posicionar contra esse genocídio foi importante e correta. Fazemos coro com a reivindicação da Congregação por um Palestine Corner para representar o Estado Palestino na Universidade de São Paulo. Não obstante, manter qualquer tipo de relação com esse genocídio é ser conivente com o maior atentado à dignidade humana em curso. Uma mancha que jamais se apagará da história daquelas universidades que tomarem o lado do apartheid israelense.
Assim como as demais universidades israelenses, a Universidade de Haifa, a Universidade Hebraica e a Universidade Ariel, que possuem convênios com a USP, ajudam a desenvolver tanto a tecnologia empregada no genocídio palestino, como as bases científicas e acadêmicas de sustentação da ideologia e do estado sionistas. E assim como o “Israel Corner”, em convênio com o Consulado Geral de Israel em São Paulo, esses convênios são os enclaves de Israel na USP para perpetuar a produção de conhecimento voltada ao genocídio e ao extermíno.
As entidades, coletivos, estudantes, docentes e funcionários que assinam esse manifesto exigem que a USP como um todo - assim como as demais universidades brasileiras e o próprio governo brasileiro - rompam imediatamente relações com o estado de Israel, atendendo o chamado internacional do povo palestino por boicote acadêmico, o que inclui a imediata renúncia aos convênios acadêmicos vigentes e a quaisquer relações atreladas ao estado de Israel; que, em especial a FFLCH delibere pela imediata renúncia com a universidade de Haifa por parte de sua Congregação e de seu Conselho Técnico Administrativo. Nesse sentido, também exigimos que se retire todo e qualquer processo administrativo aos estudantes que se solidarizaram ao povo palestino; a mídia e a reitoria tentam igualar anti-sionismo com anti-seminismo, usando isso como justificativa para perseguir o movimento de solidariedade à Palestina. Não aceitaremos intimidações e perseguições: abaixo qualquer repressão!
Convocamos a comunidade da USP e da FFLCH a seguir o exemplo das universidades estadunidenses e de todo o mundo em defesa do povo palestino!
ESPP USP - Estudantes em Solidariedade ao Povo Palestino

1.442
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 4 de maio de 2024