

Oi, gente! A busca por justiça pela morte do meu filho é uma luta diária. Todos os dias, as lembranças do seu sorriso e do seu abraço me dão forças para continuar, mas não é fácil. Semanas atrás, o judiciário negou o pedido de prisão preventiva e a retenção do passaporte de Sari Corte Real, condenada a oito anos e seis meses de prisão por abandono de incapaz. Essa decisão muito me entristeceu! A impressão que tenho é que estão tentando proteger Sari e impedir a sua ida para a cadeia. A justiça brasileira precisa escutar a voz de quase 3 milhões de pessoas que exigem justiça por Miguel!
Um oficial de Justiça foi à casa de Sari para intimá-la para uma audiência a respeito do processo civil. Ao chegar lá, o porteiro informou que ela não morava mais ali. Por conta desta infração, minhas advogadas pediram a retenção dos passaportes e a prisão preventiva dela. Um dos pré-requisitos para a liberdade provisória é não trocar de endereço sem comunicar a justiça, fato esse que não aconteceu, já que Sari mudou-se há mais de um ano e não comunicou.
E, para piorar, o advogado dela tem colocado em dúvida a capacidade técnica e profissional dos meus advogados. Reafirmo que são profissionais muito competentes, ao ponto de terem conseguido a condenação. Não foi pelo tempo que gostaríamos, mas conseguiram. E mesmo diante dos absurdos que estamos acompanhando ao longo do caso.
O sentimento de impunidade é grande demais. Hoje estou triste, mas amanhã vou levantar a cabeça, seguir em frente e preciso que você esteja comigo. Nós seguimos acompanhando o processo de perto e lutando por #JustiçaPorMiguel, meu filho. Me ajude a pressionar o Tribunal de Justiça de Pernambuco:
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DEUS É FIEL e obrigada pelo apoio de vocês!
Mirtes Renata