

Teatro Municipal Café Pequeno Jane Di Castro!
O problema
Petição propõe renomear Teatro Municipal Café Pequeno em homenagem a Jane di Castro
Uma mobilização liderada por Amirah Sharif, mulher libanesa, amiga próxima e companheira de trajetória de Jane di Castro, acaba de ganhar força no Rio de Janeiro: a criação de uma petição virtual que reivindica a mudança do nome do Teatro Municipal Café Pequeno, localizado no Leblon, para Teatro Municipal Café Pequeno Jane di Castro.
A iniciativa busca garantir justiça, memória e reconhecimento a uma das maiores artistas transformistas e ativistas LGBTQIAPN+ do Brasil, falecida em outubro de 2020. Jane di Castro atravessou décadas de carreira como atriz, cantora e referência da cultura brasileira, sendo pioneira na representatividade trans nos palcos.
Por que mudar o nome do teatro?
Reconhecimento histórico: Jane di Castro não representa apenas sua própria trajetória, mas uma luta coletiva. Nomear o teatro em sua homenagem significa reconhecer o papel da cultura LGBTQIAPN+ na formação artística e política do Rio de Janeiro.
Reparação simbólica: O Brasil lidera o ranking mundial de assassinatos contra pessoas trans. Dedicar um espaço público à memória de uma mulher trans é um gesto de valorização da vida e da resistência dessa população.
Justiça cultural: O Teatro Café Pequeno sempre foi um espaço de resistência artística. Associar seu nome a Jane amplia esse símbolo, incluindo uma narrativa que representa milhares de vozes historicamente silenciadas.
Uma articulação em rede:
A proposta já foi apresentada por Amirah Sharif em fóruns como a Conferência Estadual LGBTQIA+ do Rio, e agora se expande com apoio dos movimentos sociais, das traviarcas, dos coletivos de trans e travestis, além da classe artística. O projeto também prevê encaminhamento oficial à Prefeitura do Rio e à Câmara Municipal, com possibilidade de se transformar em lei.
Amirah, que atua na defesa dos direitos humanos e da causa animal, reforça que a homenagem é urgente:
“Jane nos deixou em 2020, mas seu legado vive. Ela abriu portas para todas nós, enfrentou o preconceito e conquistou o respeito do público e da crítica. É hora de o poder público reconhecer essa história como patrimônio cultural e político da cidade.”
Convocação à sociedade
A petição já está disponível online e pode ser assinada por qualquer pessoa por aqui. O movimento convida a população carioca, artistas, ativistas e defensoras dos direitos humanos a apoiar a iniciativa, transformando esse ato simbólico em um marco de inclusão, memória e resistência.
Teatro Municipal Café Pequeno Jane di Castro
– Arte, Resistência e Orgulho. Jane Presente!
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O problema
Petição propõe renomear Teatro Municipal Café Pequeno em homenagem a Jane di Castro
Uma mobilização liderada por Amirah Sharif, mulher libanesa, amiga próxima e companheira de trajetória de Jane di Castro, acaba de ganhar força no Rio de Janeiro: a criação de uma petição virtual que reivindica a mudança do nome do Teatro Municipal Café Pequeno, localizado no Leblon, para Teatro Municipal Café Pequeno Jane di Castro.
A iniciativa busca garantir justiça, memória e reconhecimento a uma das maiores artistas transformistas e ativistas LGBTQIAPN+ do Brasil, falecida em outubro de 2020. Jane di Castro atravessou décadas de carreira como atriz, cantora e referência da cultura brasileira, sendo pioneira na representatividade trans nos palcos.
Por que mudar o nome do teatro?
Reconhecimento histórico: Jane di Castro não representa apenas sua própria trajetória, mas uma luta coletiva. Nomear o teatro em sua homenagem significa reconhecer o papel da cultura LGBTQIAPN+ na formação artística e política do Rio de Janeiro.
Reparação simbólica: O Brasil lidera o ranking mundial de assassinatos contra pessoas trans. Dedicar um espaço público à memória de uma mulher trans é um gesto de valorização da vida e da resistência dessa população.
Justiça cultural: O Teatro Café Pequeno sempre foi um espaço de resistência artística. Associar seu nome a Jane amplia esse símbolo, incluindo uma narrativa que representa milhares de vozes historicamente silenciadas.
Uma articulação em rede:
A proposta já foi apresentada por Amirah Sharif em fóruns como a Conferência Estadual LGBTQIA+ do Rio, e agora se expande com apoio dos movimentos sociais, das traviarcas, dos coletivos de trans e travestis, além da classe artística. O projeto também prevê encaminhamento oficial à Prefeitura do Rio e à Câmara Municipal, com possibilidade de se transformar em lei.
Amirah, que atua na defesa dos direitos humanos e da causa animal, reforça que a homenagem é urgente:
“Jane nos deixou em 2020, mas seu legado vive. Ela abriu portas para todas nós, enfrentou o preconceito e conquistou o respeito do público e da crítica. É hora de o poder público reconhecer essa história como patrimônio cultural e político da cidade.”
Convocação à sociedade
A petição já está disponível online e pode ser assinada por qualquer pessoa por aqui. O movimento convida a população carioca, artistas, ativistas e defensoras dos direitos humanos a apoiar a iniciativa, transformando esse ato simbólico em um marco de inclusão, memória e resistência.
Teatro Municipal Café Pequeno Jane di Castro
– Arte, Resistência e Orgulho. Jane Presente!
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Abaixo-assinado criado em 11 de setembro de 2025