Ask the Supreme Federal Court of Brazil to Protect Afro-Brazilian Religious Freedom

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Ask the Supreme Federal Court of Brazil to Protect Afro-Brazilian Religious Freedom 

Peça ao Supremo Tribunal Federal que proteja a liberdade religiosa das Comunidades Tradicionais de Matrizes Africanas (Para a versão em português, leia mais abaixo)

Solicíte al Supremo Tribunal Federal de Brasil que proteja la libertad religiosa afrobrasileña (Para la versión en español, véase más abajo)

On August 9, 2018, the Supreme Federal Court of Brazil will determine the validity of a 2015 bill from the state of Rio Grande do Sul that would revoke legal protections for the practice of animal slaughter for religious purposes. The author of this bill, Regina Becker Fortunati, argues that animal sacrifice is disturbing to society and poses a threat to public health. However, Afro-Brazilian religions such as Candomblé use a form of ritual animal slaughter that is more humane than many commercial slaughterhouses. They also typically use the meat of the sacrificed animals to feed their communities and to ensure food and nutritional security.

This action that will be decided by the Supreme Federal Court is part of a larger movement of religious intolerance or religious racism in Brazil. Over the last few years, adherents of Afro-Brazilian religions have been kicked out of schools and court houses unless they remove religious necklaces and head-coverings. Terrorists have shot at, stoned, burned and even bombed Afro-Brazilian temples. Adherents have also been verbally and physically attacked. This bill can be viewed as another attempt to suppress or eradicate these religions.

Brazil is a secular nation. The Federal Constitution, in article 5, protects religious freedom throughout the nation. By signing this petition today, you are telling the Supreme Court that religious freedom is paramount and non-discriminatory. You are demanding that the Court protects all faiths and creeds.

This case in question does not only affect Afro-Brazilian religions practiced in the state of Rio Grande do Sul; the rights of adherents of African diaspora and minority religions throughout the world are at stake.

Português:

No dia 9 de Agosto de 2018, o Supremo Tribunal Federal julgará uma ação de 2015 originada no estado do Rio Grande do Sul que revogaria a proteção legal para a prática do abate animal com fins religiosos. A autora da ação, Regina Becker Fortunati, argumenta que o abate animal perturba a sociedade e coloca em risco a saúde pública. Contudo, religiões afro-brasileiras como o Candomblé usam uma forma ritual de abate animal que é mais humana do que o que se pratica em muitos abatedoutoros. Os adeptos do Candomblé, também, costumam usar a carne dos animais abatidos para alimentar suas comunidades e garantir a segurança alimentar e nutricional.

A ação que será julgado no STF é parte de um movimento mais amplo de intolerância religiosa ou racismo religioso no Brasil. Nos últimos anos, adeptos de religiões afro-brasileiras têm sido expulsos de escolas e tribunais a menos que removam seus fios de conta e turbantes. Terroristas têm atirado, jogado pedras, queimado e mesmo bombardeado templos afro-brasileiros. Adeptos têm sido atacados verbal e fisicamente. Essa ação pode ser vista como uma outra tentativa de suprimir ou erradicar essas religiões.

O estado brasileiro é laico. A nossa Constituição Federal, em seu artigo 5°, protege a liberdade religiosa em todo o território nacional. Ao assinar essa petição hoje, você está dizendo ao Supremo Tribunal Federal que a liberdade religiosa é soberana e não-discriminatória e está exigindo que o STF projeta todos os credos.

O caso em questão não afeta apenas as religiões afro-brasileiras praticadas no Rio Grande do Sul; o que está em jogo é a proteção do direto dos adeptos de religiões afro-diaspóricas e minoritárias por todo o mundo.

Español:

El día 9 de agosto de 2018, el Supremo Tribunal Federal (STF) de Brasil determinará la validez de un proyecto de ley del 2015 del estado de Rio Grande do Sul que pretende revocar las protecciones legales para la práctica del sacrificio de animales con fines religiosos. La autora de la acción, Regina Becker Fortunati, sostiene que el sacrificio de animales es un peligro para la sociedad y que daña la salud pública. Sin embargo, el sacrificio ritual en religiones afrobrasileñas como el Candomblé es más humano que la empleada por muchos mataderos comerciales. Los devotos de estas religiones típicamente usan la carne de los animales sacrificados para alimentar sus comunidades y proveer seguridad nutricional.

La acción que será juzgada en el STF es parte de un movimiento mayor de intolerancia religiosa o racismo religioso en Brasil. En los últimos años, devotos de religiones afrobrasileñas han sido expulsados de las escuelas y los tribunales por usar collares y atributos que representan su fé, al menos que se los retiren. Grupos terroristas han disparado, apedreado, quemado, y hasta bombardeado templos afrobrasileños. También han atacado verbal y físicamente a los practicantes. Este proyecto de ley es otra forma de suprimir o erradicar estas religiones de matriz africana.

El estado brasileño es laico. Su Constitución Federal, en su artículo 5, protege la libertad religiosa en todo el territorio nacional. Al firmar esta petición hoy, usted está diciéndole al Supremo Tribunal Federal que la libertad religiosa es imprescindible y no puede ser discriminada. Usted está instando al Tribunal a proteger toda religión y credo.

El caso en cuestión no afecta sólo a las religiones afrobrasileñas practicadas en Rio Grande do Sul; sino que afecta los derechos de todo aquel devoto de las religiones de la diáspora africana y de toda religión minoritaria a través del mundo entero.



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