STF, SUPREMO é o POVO. Urnas eletrônicas auditáveis já!

O problema

No Brasil, atualmente, não temos um sistema eficaz e direto de registro automáticos dos votos em urnas físicas para em caso de suspeita de fraude serem consultadas! Muito se fala a cerca do voto auditável, mas poucas pessoas realmente entendem seu funcionamento e sua necessidade.

Mas o que é o voto impresso ou auditável?

O voto auditável é a existência de uma urna que exista separadamente da tecnologia da urna eletrônica. Ao votar no candidato da sua preferência seria emitido um certificado que registra o voto em um papel, automaticamente, (sem ninguém tocar, apenas vendo através de um vidro) esse certificado do voto seria depositado nessa urna ao lado. Em casos de suspeitas de corrupção, com ordem judicial, essas urnas poderiam ser abertas e realizada uma verificação que garantisse a integridade do sistema eletrônico.

Mas qual o erro em o sistema ser apenas eletrônico?

Segundo um levantamento do Data Folha, publicado na Folha de São Paulo em 09 de Junho de 2021, “Brasil, Bangladesh e Butão são os únicos países que adotam a votação por urna eletrônica sem registro em papel em larga escala em eleições nacionais.”

Eles ainda afirmam que “ a maioria dos países que usam urnas eletrônicas adotam a segunda geração dessas máquinas, que imprimem um comprovante em papel (o tal voto impresso), enquanto o Brasil ainda utiliza as de primeira geração.

O TSE afirma que as urnas eletrônicas brasileiras já são auditáveis desde sua existência em 1996, afirmam isso porque há uma possibilidade de emitir um boletim de uma urna eletrônica. Entretanto todos sabemos que isso só acontece em raríssimas exceções e apenas após um sorteio para decidir de qual urna de fato seria emitido esse “boletim geral”. Desse modo, somente com urnas eletrônicas auditáveis, que registram cada voto, de maneira individualizada, a verificação poderá se tornar efetiva, muito mais segura e democrática.

Essencial para o Brasil

Tornar as eleições o mais transparente possível é DEVER do TSE, seu papel não é afirmar repetidamente que as urnas são seguras, mas utilizar todos os mecanismos possíveis para garantir a democracia do voto.

Não estamos colocando em situação duvidosa as urnas eletrônicas, o ponto de discursão é.. “qual seria o ponto negativo de serem adotadas as urnas auditáveis no Brasil?”, a resposta para essa pergunta é simplesmente… nenhum. Não há razões óbvias para afirmarmos que urnas de voto auditável são ruins se muitos dos países mais desenvolvidos do mundo: EUA, Bélgica, Austrália… adotam esse tipo de procedimento. Logo, torna-se nítido que aderir ao voto auditável é optar por aprimorar mecanismos obsoletos do sistema de urnas eletrônicas brasileiro em existência, tornando-o mais confiável.

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Pedro FidelesCriador do abaixo-assinado

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O problema

No Brasil, atualmente, não temos um sistema eficaz e direto de registro automáticos dos votos em urnas físicas para em caso de suspeita de fraude serem consultadas! Muito se fala a cerca do voto auditável, mas poucas pessoas realmente entendem seu funcionamento e sua necessidade.

Mas o que é o voto impresso ou auditável?

O voto auditável é a existência de uma urna que exista separadamente da tecnologia da urna eletrônica. Ao votar no candidato da sua preferência seria emitido um certificado que registra o voto em um papel, automaticamente, (sem ninguém tocar, apenas vendo através de um vidro) esse certificado do voto seria depositado nessa urna ao lado. Em casos de suspeitas de corrupção, com ordem judicial, essas urnas poderiam ser abertas e realizada uma verificação que garantisse a integridade do sistema eletrônico.

Mas qual o erro em o sistema ser apenas eletrônico?

Segundo um levantamento do Data Folha, publicado na Folha de São Paulo em 09 de Junho de 2021, “Brasil, Bangladesh e Butão são os únicos países que adotam a votação por urna eletrônica sem registro em papel em larga escala em eleições nacionais.”

Eles ainda afirmam que “ a maioria dos países que usam urnas eletrônicas adotam a segunda geração dessas máquinas, que imprimem um comprovante em papel (o tal voto impresso), enquanto o Brasil ainda utiliza as de primeira geração.

O TSE afirma que as urnas eletrônicas brasileiras já são auditáveis desde sua existência em 1996, afirmam isso porque há uma possibilidade de emitir um boletim de uma urna eletrônica. Entretanto todos sabemos que isso só acontece em raríssimas exceções e apenas após um sorteio para decidir de qual urna de fato seria emitido esse “boletim geral”. Desse modo, somente com urnas eletrônicas auditáveis, que registram cada voto, de maneira individualizada, a verificação poderá se tornar efetiva, muito mais segura e democrática.

Essencial para o Brasil

Tornar as eleições o mais transparente possível é DEVER do TSE, seu papel não é afirmar repetidamente que as urnas são seguras, mas utilizar todos os mecanismos possíveis para garantir a democracia do voto.

Não estamos colocando em situação duvidosa as urnas eletrônicas, o ponto de discursão é.. “qual seria o ponto negativo de serem adotadas as urnas auditáveis no Brasil?”, a resposta para essa pergunta é simplesmente… nenhum. Não há razões óbvias para afirmarmos que urnas de voto auditável são ruins se muitos dos países mais desenvolvidos do mundo: EUA, Bélgica, Austrália… adotam esse tipo de procedimento. Logo, torna-se nítido que aderir ao voto auditável é optar por aprimorar mecanismos obsoletos do sistema de urnas eletrônicas brasileiro em existência, tornando-o mais confiável.

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Pedro FidelesCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 29 de julho de 2022