Somos todos Renato, Moïse e Durval!


Somos todos Renato, Moïse e Durval!
O problema
Somos Antifascismo, Antirracismo e defendemos Renato Freitas, negro, jovem vereador na cidade de Curitiba.
Somos todos Renato, Moïse e Durval!
O racismo no Brasil é estrutural e se perpetua diante do silêncio e da indiferença. A cultura do racismo cresce a partir das práticas de criminalizar pessoas negras e depois minimizar o racismo.
Antes de mais nada, pedimos que você, pessoa humana não manipulada pela ultradireita, assine e divulgue a petição “Em defesa do mandato de Renato Freitas”, neste link https://chng.it/rdBTSxpVD5
É preciso enfrentar o racismo, o neofascismo e o neonazismo e jamais relativizar. O processo de cassação do mandato do vereador do Partido dos Trabalhadores de Curitiba, Renato Freitas prova que para os racistas que gerenciam um projeto de poder no Brasil, vigente desde o Brasil colônia, não basta torturar e matar as pessoas negras. Eles querem ainda enterrar todas as representações pretas.
A tentativa de cassação do mandato do vereador Renato Freitas, em andamento, é outro golpe racista contra a democracia e tem relação direta com a pesquisa de Adriana Dias, doutora em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que mostra a ascensão de grupos nazistas no Brasil evidenciando o crescimento de 58% a partir de 2019. A partir de 2015 o crescimento foi de 636%. Curitiba é a terceira cidade do País com mais grupos nazistas. Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticia/curitiba-e-a-terceira-cidade-com-mais-grupos-neonazistas
Assim, nos manifestamos contrariamente a racista e neonazista moção de repúdio que a Câmara Municipal de Vereadores de São José dos Campos (SP) aprovou contra Renato Freitas. Para conhecer a moção, acesse o link https://bit.ly/3Hfb8lr. Essa moção poderá ser usada para fortalecer o processo de cassação do mandato do vereador Renato Freitas, uma vez que a mesma foi encaminha para Tico Kuzma, Presidente da Câmara Municipal de Curitiba.
As pessoas que apoiam a perseguição contra Renato Freitas, que nada fez além de se juntar com outras tantas pessoas para manifestar a profunda dor por perder mais pessoas do seu povo, não possum humanidade ou capacidade de defender causas importantes para um justo e humano marco civilizatório.
Na tarde do último sábado (5), diversas pessoas se reuniram no Largo da Ordem, em frente a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito, em um ato organizado pelo Coletivo Núcleo Periférico, contra o racismo, a xenofobia e pela valorização da vida.
O local do ato foi escolhido por sua relação histórica com a população negra curitibana. A Igreja, inaugurada em 1737, foi construída por e para pessoas escravizadas, uma vez que negros e negras não poderiam entrar em outras igrejas de nossa cidade.
A manifestação foi realizada em memória e por justiça para Moïse Kabagambe (24) e Durval Teófilo Filho (38), dois homens negros brutalmente assassinados. O ato contou com a participação de representantes do movimento negro, movimento de mulheres e diversos imigrantes que residem em Curitiba e relataram violências racistas nesta cidade.
Durante o ato, um diácono responsável pela igreja, solicitou que os manifestantes fossem para outro local, sob a justificativa de que o ato não deveria coincidir com a saída dos religiosos da missa que havia se encerrado.
Como parte simbólica da manifestação, integrantes da manifestação entraram juntos na Igreja que estava vazia, de forma pacífica, relembrando que nenhum preceito religioso supera o amor e a valorização da vida.
Pacificamente, assim como entraram na igreja, sairam e seguiram com a manifestação, reivindicando políticas públicas para imigrantes e de combate ao racismo na cidade.
É surpreendente perceber que exaltar o amor e a valorização da vida em uma igreja causa mais indignação que o assassinato brutal de dois seres humanos negros no Brasil. Indicamos esse vídeo que mostra o que realmente aconteceu https://www.facebook.com/renatofreitasvereador/videos/678710499842938
Defendemos e nos solidarizamos com a vereadora Carol Dartora do PT, que esteve na manifestação no largo da Ordem e que está sofrendo ameaças contra a sua vida. Veja a nota da “Procuradoria da Mulher (ProMulher) da Câmara Municipal de Curitiba (CMC) manifesta repúdio aos ataques racistas e discriminatórios que a vereadora Carol Dartora (PT) vem sofrendo pela internet desde o último sábado, 5 de fevereiro.” Acesse o link para ler o texto completo https://caroldartora.com.br/nota-de-repudio-da-procuradoria-da-mulher-contra-ataques-racistas-sofridos-pela-vereadora-carol-dartora/
Vereadores de São José dos Campos, interior de São Paulo, somaram-se na perseguição, na disseminação de fake news e através de um processo atropelado e sem transparência aprovaram uma moção contra Renato. Em um pacote com diversas moções foi aprovada a moção contra Renato por unanimidade contando inclusive com os votos do PT. A vereadora Amélia Naomi do PT não concorda com a moção. Gravou um vídeo de solidariedade ao Renato. Assista neste link https://web.facebook.com/watch/?v=490645695773684
Após 10 anos da lei da fome de Walter Hayashi, hoje do PSC, o vereador Thomaz Henrique do partido Novo, ex-lider do MBL, organização que criou uma máquina de produzir fake news, tendo 196 páginas e os 87 perfis deletados no e pelo Facebook por produção de fake news, que é amigo do Deputado Federal Kim Kataguiri do partido Podemos, que defende a existência de um partido nazista no Brasil, a partir de fake news e manipulação dos fatos ocorridos na igreja no largo da ordem em Curitiba, apresentou e foi aprovada pela Câmara de SJC a moção 9/2022 em repúdio vereador Renato Freitas. A moção reproduz o falso argumento de que o vereador Renato invadiu a igreja, interrompeu a cerimônia religiosa e acusou a Igreja de ser conivente com atos racistas, inclusive com o assassinato de pessoas como o caso de Moïse Mugenyi.
Essa moção aprovada pela Câmara de Vereadores de SJC é criminosa e não corresponde aos fatos. A moção reproduz falsas informações, produzidas pela extrema direita neonazista de Curitiba com objetivo de desinformar, prática comum do nazismo e no fascismo.
Outra vez as ideias neonazistas e neofascistas assombram a Câmara de Vereadores de SJCampos. Talvez a mais lamentável ação neonazista praticada pela Câmara Municipal de Vereadores de SJCampos, tenha sido em 2004, ano da ocupação do Pinheirinho, ter aprovado a Lei municipal 6539/04 de 26 de março de 2004, que ampliou a já existente segregação social na cidade de São José dos Campos, apresentada na época pelo vereador presidente da Câmara dos Vereadores, Walter Hayashi (PSB na época), retirando benefícios sociais, como leite e cestas básicas de pessoas que ocupavam uma terra sem função social, cujo o proprietário ilegal não paga impostos durante 41 anos, acumulando uma divida acima de R$ 190 milhões de reais, além de descumprir o artigo 5º da constituição federal. Esta lei do ‘apartheid social’ era a continuidade daquilo que a prefeitura já praticava contra a comunidade, negando acesso à saúde, educação, energia elétrica e à água.
Assim, abaixo assinamos esse documento e nos somamos ao Padre Júlio Lancellotti, Frei David da Educafro, importantes referências religiosas, inclusive internacional, aos movimentos sociais, Movimenta Feminista Negra, MNU PR Movimento Negro Unificado seção Carlos Adilson de Siqueira, Instituto Casa da Resistência, Coletivo Feminista Coritibano, Movimento Negro Evangélico do PR, Marcha Mundial das Mulheres/PR, Frente Feminista de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral, CUT - PR, MNU PR - Movimento Negro Unificado seção Carlos Adilson Siqueira, Instituto Casa da Resistência, Marcha do Orgulho Crespo de Curitiba, MAP - Mulheres do Audiovisual Paranaense, Usina de Ideias e ao Instituto Lixo e Cidadania na defesa do jovem negro Renato Freitas. Para conhecer a defesa dos religiosos, acesse o link https://youtu.be/i-zweDXyy1g
São José dos Campos, 26 de fevereiro de 2022
Assinam:
Alaide Carvalho Leite
André Luis Serena Maciel
Antônio Salgado
Celi Regina Coutinho Sobreiro
COMMM UDI MULHERES: COMITÊ DA MMM DE UBERLÂNDIA-MG
Edemir de Paula
Everton dos Santos Silva Rodrigues: São José dos Campos – Diretor do Documentário Pinheirinho dos Palmares: A Luta contra Injustiças
Fátima Aparecida Savastano Jacob
Gino Genaro
Gláucia Matos Adeniké
Igor Martinez: Secretário Adjunto Juventude do PT SJC
Lívia de Freitas Tó da Silva
Maurilio Gajão
Nane Ntephanie: Militante Anarquista
Paulo Cesar: Professor de História em São José dos Campos
Rafael Augusto Abe da Cruz
Rene Mina Vernice
Sandra Marcelino
Thais Ribeira
Zenaide de Oliveira Brito
O problema
Somos Antifascismo, Antirracismo e defendemos Renato Freitas, negro, jovem vereador na cidade de Curitiba.
Somos todos Renato, Moïse e Durval!
O racismo no Brasil é estrutural e se perpetua diante do silêncio e da indiferença. A cultura do racismo cresce a partir das práticas de criminalizar pessoas negras e depois minimizar o racismo.
Antes de mais nada, pedimos que você, pessoa humana não manipulada pela ultradireita, assine e divulgue a petição “Em defesa do mandato de Renato Freitas”, neste link https://chng.it/rdBTSxpVD5
É preciso enfrentar o racismo, o neofascismo e o neonazismo e jamais relativizar. O processo de cassação do mandato do vereador do Partido dos Trabalhadores de Curitiba, Renato Freitas prova que para os racistas que gerenciam um projeto de poder no Brasil, vigente desde o Brasil colônia, não basta torturar e matar as pessoas negras. Eles querem ainda enterrar todas as representações pretas.
A tentativa de cassação do mandato do vereador Renato Freitas, em andamento, é outro golpe racista contra a democracia e tem relação direta com a pesquisa de Adriana Dias, doutora em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que mostra a ascensão de grupos nazistas no Brasil evidenciando o crescimento de 58% a partir de 2019. A partir de 2015 o crescimento foi de 636%. Curitiba é a terceira cidade do País com mais grupos nazistas. Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticia/curitiba-e-a-terceira-cidade-com-mais-grupos-neonazistas
Assim, nos manifestamos contrariamente a racista e neonazista moção de repúdio que a Câmara Municipal de Vereadores de São José dos Campos (SP) aprovou contra Renato Freitas. Para conhecer a moção, acesse o link https://bit.ly/3Hfb8lr. Essa moção poderá ser usada para fortalecer o processo de cassação do mandato do vereador Renato Freitas, uma vez que a mesma foi encaminha para Tico Kuzma, Presidente da Câmara Municipal de Curitiba.
As pessoas que apoiam a perseguição contra Renato Freitas, que nada fez além de se juntar com outras tantas pessoas para manifestar a profunda dor por perder mais pessoas do seu povo, não possum humanidade ou capacidade de defender causas importantes para um justo e humano marco civilizatório.
Na tarde do último sábado (5), diversas pessoas se reuniram no Largo da Ordem, em frente a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito, em um ato organizado pelo Coletivo Núcleo Periférico, contra o racismo, a xenofobia e pela valorização da vida.
O local do ato foi escolhido por sua relação histórica com a população negra curitibana. A Igreja, inaugurada em 1737, foi construída por e para pessoas escravizadas, uma vez que negros e negras não poderiam entrar em outras igrejas de nossa cidade.
A manifestação foi realizada em memória e por justiça para Moïse Kabagambe (24) e Durval Teófilo Filho (38), dois homens negros brutalmente assassinados. O ato contou com a participação de representantes do movimento negro, movimento de mulheres e diversos imigrantes que residem em Curitiba e relataram violências racistas nesta cidade.
Durante o ato, um diácono responsável pela igreja, solicitou que os manifestantes fossem para outro local, sob a justificativa de que o ato não deveria coincidir com a saída dos religiosos da missa que havia se encerrado.
Como parte simbólica da manifestação, integrantes da manifestação entraram juntos na Igreja que estava vazia, de forma pacífica, relembrando que nenhum preceito religioso supera o amor e a valorização da vida.
Pacificamente, assim como entraram na igreja, sairam e seguiram com a manifestação, reivindicando políticas públicas para imigrantes e de combate ao racismo na cidade.
É surpreendente perceber que exaltar o amor e a valorização da vida em uma igreja causa mais indignação que o assassinato brutal de dois seres humanos negros no Brasil. Indicamos esse vídeo que mostra o que realmente aconteceu https://www.facebook.com/renatofreitasvereador/videos/678710499842938
Defendemos e nos solidarizamos com a vereadora Carol Dartora do PT, que esteve na manifestação no largo da Ordem e que está sofrendo ameaças contra a sua vida. Veja a nota da “Procuradoria da Mulher (ProMulher) da Câmara Municipal de Curitiba (CMC) manifesta repúdio aos ataques racistas e discriminatórios que a vereadora Carol Dartora (PT) vem sofrendo pela internet desde o último sábado, 5 de fevereiro.” Acesse o link para ler o texto completo https://caroldartora.com.br/nota-de-repudio-da-procuradoria-da-mulher-contra-ataques-racistas-sofridos-pela-vereadora-carol-dartora/
Vereadores de São José dos Campos, interior de São Paulo, somaram-se na perseguição, na disseminação de fake news e através de um processo atropelado e sem transparência aprovaram uma moção contra Renato. Em um pacote com diversas moções foi aprovada a moção contra Renato por unanimidade contando inclusive com os votos do PT. A vereadora Amélia Naomi do PT não concorda com a moção. Gravou um vídeo de solidariedade ao Renato. Assista neste link https://web.facebook.com/watch/?v=490645695773684
Após 10 anos da lei da fome de Walter Hayashi, hoje do PSC, o vereador Thomaz Henrique do partido Novo, ex-lider do MBL, organização que criou uma máquina de produzir fake news, tendo 196 páginas e os 87 perfis deletados no e pelo Facebook por produção de fake news, que é amigo do Deputado Federal Kim Kataguiri do partido Podemos, que defende a existência de um partido nazista no Brasil, a partir de fake news e manipulação dos fatos ocorridos na igreja no largo da ordem em Curitiba, apresentou e foi aprovada pela Câmara de SJC a moção 9/2022 em repúdio vereador Renato Freitas. A moção reproduz o falso argumento de que o vereador Renato invadiu a igreja, interrompeu a cerimônia religiosa e acusou a Igreja de ser conivente com atos racistas, inclusive com o assassinato de pessoas como o caso de Moïse Mugenyi.
Essa moção aprovada pela Câmara de Vereadores de SJC é criminosa e não corresponde aos fatos. A moção reproduz falsas informações, produzidas pela extrema direita neonazista de Curitiba com objetivo de desinformar, prática comum do nazismo e no fascismo.
Outra vez as ideias neonazistas e neofascistas assombram a Câmara de Vereadores de SJCampos. Talvez a mais lamentável ação neonazista praticada pela Câmara Municipal de Vereadores de SJCampos, tenha sido em 2004, ano da ocupação do Pinheirinho, ter aprovado a Lei municipal 6539/04 de 26 de março de 2004, que ampliou a já existente segregação social na cidade de São José dos Campos, apresentada na época pelo vereador presidente da Câmara dos Vereadores, Walter Hayashi (PSB na época), retirando benefícios sociais, como leite e cestas básicas de pessoas que ocupavam uma terra sem função social, cujo o proprietário ilegal não paga impostos durante 41 anos, acumulando uma divida acima de R$ 190 milhões de reais, além de descumprir o artigo 5º da constituição federal. Esta lei do ‘apartheid social’ era a continuidade daquilo que a prefeitura já praticava contra a comunidade, negando acesso à saúde, educação, energia elétrica e à água.
Assim, abaixo assinamos esse documento e nos somamos ao Padre Júlio Lancellotti, Frei David da Educafro, importantes referências religiosas, inclusive internacional, aos movimentos sociais, Movimenta Feminista Negra, MNU PR Movimento Negro Unificado seção Carlos Adilson de Siqueira, Instituto Casa da Resistência, Coletivo Feminista Coritibano, Movimento Negro Evangélico do PR, Marcha Mundial das Mulheres/PR, Frente Feminista de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral, CUT - PR, MNU PR - Movimento Negro Unificado seção Carlos Adilson Siqueira, Instituto Casa da Resistência, Marcha do Orgulho Crespo de Curitiba, MAP - Mulheres do Audiovisual Paranaense, Usina de Ideias e ao Instituto Lixo e Cidadania na defesa do jovem negro Renato Freitas. Para conhecer a defesa dos religiosos, acesse o link https://youtu.be/i-zweDXyy1g
São José dos Campos, 26 de fevereiro de 2022
Assinam:
Alaide Carvalho Leite
André Luis Serena Maciel
Antônio Salgado
Celi Regina Coutinho Sobreiro
COMMM UDI MULHERES: COMITÊ DA MMM DE UBERLÂNDIA-MG
Edemir de Paula
Everton dos Santos Silva Rodrigues: São José dos Campos – Diretor do Documentário Pinheirinho dos Palmares: A Luta contra Injustiças
Fátima Aparecida Savastano Jacob
Gino Genaro
Gláucia Matos Adeniké
Igor Martinez: Secretário Adjunto Juventude do PT SJC
Lívia de Freitas Tó da Silva
Maurilio Gajão
Nane Ntephanie: Militante Anarquista
Paulo Cesar: Professor de História em São José dos Campos
Rafael Augusto Abe da Cruz
Rene Mina Vernice
Sandra Marcelino
Thais Ribeira
Zenaide de Oliveira Brito
Vitória confirmada
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Abaixo-assinado criado em 26 de fevereiro de 2022