Solidariedade à professora Inez Stampa e pela reconstrução do MR e do Arquivo Nacional

O problema

Viemos a público manifestar nossa solidariedade à professora Inez Stampa, ex-chefe do Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil - Memórias Reveladas, levada a se aposentar em virtude da persistência das condições de abandono do Memórias Reveladas sob a atual direção do Arquivo Nacional, conforme noticiado pela agência de notícias The Intercept Brasil, em 27 de maio de 2024 (disponível em: https://www.intercept.com.br/2024/05/27/o-desmonte-me-adoeceu-chefe-de-projeto-da-ditadura-no-arquivo-nacional-se-aposenta-e-denuncia-abandono/). Expressamos nosso apoio, também, aos demais servidores de carreira do Arquivo Nacional lotados no setor, atingidos pelas mesmas dificuldades e acometidos por problemas de saúde.

Solicitamos ao governo Lula, nas pessoas da Ministra de Estado da Gestão, Inovação e Serviços Públicos e da Diretora-Geral do Arquivo Nacional, ações urgentes para que, além da reativação do Memórias Reveladas, sejam destinados recursos e ocorra a valorização dos servidores do Arquivo Nacional, para que possa ser realmente um difusor da documentação produzida sob a ditadura do pós-1964. Ações que devem ser acompanhadas de uma reconstrução do Arquivo Nacional, e de todo o serviço público, que tem sofrido com severas limitações de recursos e desconfigurações graves de suas funções enquanto a principal Instituição Arquivística do país, desde o golpe de 2016 e, sobretudo, durante a gestão Bolsonaro. Reconstrução indispensável para a recuperação da fragilizada democracia brasileira. Para que não se esqueça dos crimes cometidos pela ditadura e para que nunca mais aconteçam, dentro de um governo democrático, casos como o de Inez Stampa.

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O problema

Viemos a público manifestar nossa solidariedade à professora Inez Stampa, ex-chefe do Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil - Memórias Reveladas, levada a se aposentar em virtude da persistência das condições de abandono do Memórias Reveladas sob a atual direção do Arquivo Nacional, conforme noticiado pela agência de notícias The Intercept Brasil, em 27 de maio de 2024 (disponível em: https://www.intercept.com.br/2024/05/27/o-desmonte-me-adoeceu-chefe-de-projeto-da-ditadura-no-arquivo-nacional-se-aposenta-e-denuncia-abandono/). Expressamos nosso apoio, também, aos demais servidores de carreira do Arquivo Nacional lotados no setor, atingidos pelas mesmas dificuldades e acometidos por problemas de saúde.

Solicitamos ao governo Lula, nas pessoas da Ministra de Estado da Gestão, Inovação e Serviços Públicos e da Diretora-Geral do Arquivo Nacional, ações urgentes para que, além da reativação do Memórias Reveladas, sejam destinados recursos e ocorra a valorização dos servidores do Arquivo Nacional, para que possa ser realmente um difusor da documentação produzida sob a ditadura do pós-1964. Ações que devem ser acompanhadas de uma reconstrução do Arquivo Nacional, e de todo o serviço público, que tem sofrido com severas limitações de recursos e desconfigurações graves de suas funções enquanto a principal Instituição Arquivística do país, desde o golpe de 2016 e, sobretudo, durante a gestão Bolsonaro. Reconstrução indispensável para a recuperação da fragilizada democracia brasileira. Para que não se esqueça dos crimes cometidos pela ditadura e para que nunca mais aconteçam, dentro de um governo democrático, casos como o de Inez Stampa.

Os tomadores de decisão

Arquivo Nacional
Arquivo Nacional
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

Atualizações do abaixo-assinado