PACIENTES PÓS COVID PEDEM SOCORRO #ALutaNaoAcabaDepoisDaVacina


PACIENTES PÓS COVID PEDEM SOCORRO #ALutaNaoAcabaDepoisDaVacina
O problema
PACIENTES PÓS COVID PEDEM SOCORRO
#ALutaNaoAcabaDepoisDaVacina
Criação de uma lei que define protocolo de assistência para população pós COVID
Érika, jornalista, 31 anos, sempre teve uma saúde saudável, até que em dezembro de 2020 por trabalhar em hospital particular, foi testada e acusou positivo para o COVID, apenas apresentando sintomas leves como falta de olfato, com isso Érika passou as festas de fim de ano isolada, apesar de não apresentar sintomas graves cumpriu os dias de isolamento e achou que tivesse se livrado da COVID.
Ela retornou à rotina de trabalho. Mas seu corpo estava estranho, algumas semanas depois, ela começou a sentir fortes dores de cabeça, e resolveu procurar um médico, que a princípio acharam que era uma forte enxaqueca, depois de passar uma semana entre idas e vindas do Pronto-socorro, um dos médicos decidiu encaminhá-la para um neurologista, como ela era funcionária do hospital, conseguiu fazer uma ressonância no mesmo dia, para surpresa de todos os exames de Erika apontaram que ela tinha desenvolvido uma trombose como sequela da COVID e caso não fosse tratada com urgência poderia sofrer um AVC podendo ser fatal.
Érika passou doze dias em tratamento com um medicamentos caros (cedidos pelo hospital) até que a dor estabilizasse, Erika venceu a crise aguda, mas acabou demitida e ainda precisa de acompanhamento médico constante por conta da trombose. Quatro meses depois, hoje ela espera o agendamento pelo SUS de uma nova ressonância que não tem previsão para o exame, ela vive insegura com medo de uma nova crise.
Estudos médicos ao redor do mundo, apontam que 80% dos pacientes infectados pela COVID desenvolvem algum tipo de sequela da doença nos primeiros 4 meses após a cura, no Brasil, até 12 de julho, 19,2 milhões de pessoas já haviam sido contaminadas pela doença, do total de pacientes que desenvolvem sequelas, 17% tiveram que ser internados novamente e 7% morreram.
Durante o ano de Pandemia, nos deparamos com muitos problemas de saúde, não apenas físicas, mas também psicológicas, tivemos que nos isolar, ficamos doentes, perdemos familiares e amigos , e isso terá consequências ainda piores se não tomarmos providências cabíveis para ajudar a população pós COVID..
O objetivo é a Constituição de uma Lei para que criem um protocolo de acompanhamento com grupos que contemplem médicos, psicólogos, especialistas em escuta ativa e assistentes sociais para acompanhamento físico e psicológico após covid para população, se hoje, as pessoas que fossem detectados com COVID, recebessem orientação e acompanhamento através de um protocolo pelo Sistema Único de Saúde, Erika não estaria passando por isso.
Caso NÃO haja uma lei para criação de um protocolo para acompanhamento da população após a pandemia tanto para as sequelas físicas como psicológicas, teremos grandes implicações negativas na sociedade, pois a falta de acompanhamento de pessoas com sequelas físicas podem gerar danos irreparáveis que sem acompanhamento correto, podem ser fatais. Com relação a falta de acompanhamento psicológico as consequências também serão desastrosas, pois haverá um aumento significativo de jovens e adultos ansiosos e depressivos que corroboram para maior evasão escolar, aumento do desemprego , maiores conflitos e violência entre alunos e professores, visto o grande desgaste emocional podendo levar ao aumento significativo do suicídios.
Com a implementação deste protocolo de acompanhamento, esperamos que as pessoas possam superar o processo doloroso que foi a pandemia da melhor forma possível.
O problema
PACIENTES PÓS COVID PEDEM SOCORRO
#ALutaNaoAcabaDepoisDaVacina
Criação de uma lei que define protocolo de assistência para população pós COVID
Érika, jornalista, 31 anos, sempre teve uma saúde saudável, até que em dezembro de 2020 por trabalhar em hospital particular, foi testada e acusou positivo para o COVID, apenas apresentando sintomas leves como falta de olfato, com isso Érika passou as festas de fim de ano isolada, apesar de não apresentar sintomas graves cumpriu os dias de isolamento e achou que tivesse se livrado da COVID.
Ela retornou à rotina de trabalho. Mas seu corpo estava estranho, algumas semanas depois, ela começou a sentir fortes dores de cabeça, e resolveu procurar um médico, que a princípio acharam que era uma forte enxaqueca, depois de passar uma semana entre idas e vindas do Pronto-socorro, um dos médicos decidiu encaminhá-la para um neurologista, como ela era funcionária do hospital, conseguiu fazer uma ressonância no mesmo dia, para surpresa de todos os exames de Erika apontaram que ela tinha desenvolvido uma trombose como sequela da COVID e caso não fosse tratada com urgência poderia sofrer um AVC podendo ser fatal.
Érika passou doze dias em tratamento com um medicamentos caros (cedidos pelo hospital) até que a dor estabilizasse, Erika venceu a crise aguda, mas acabou demitida e ainda precisa de acompanhamento médico constante por conta da trombose. Quatro meses depois, hoje ela espera o agendamento pelo SUS de uma nova ressonância que não tem previsão para o exame, ela vive insegura com medo de uma nova crise.
Estudos médicos ao redor do mundo, apontam que 80% dos pacientes infectados pela COVID desenvolvem algum tipo de sequela da doença nos primeiros 4 meses após a cura, no Brasil, até 12 de julho, 19,2 milhões de pessoas já haviam sido contaminadas pela doença, do total de pacientes que desenvolvem sequelas, 17% tiveram que ser internados novamente e 7% morreram.
Durante o ano de Pandemia, nos deparamos com muitos problemas de saúde, não apenas físicas, mas também psicológicas, tivemos que nos isolar, ficamos doentes, perdemos familiares e amigos , e isso terá consequências ainda piores se não tomarmos providências cabíveis para ajudar a população pós COVID..
O objetivo é a Constituição de uma Lei para que criem um protocolo de acompanhamento com grupos que contemplem médicos, psicólogos, especialistas em escuta ativa e assistentes sociais para acompanhamento físico e psicológico após covid para população, se hoje, as pessoas que fossem detectados com COVID, recebessem orientação e acompanhamento através de um protocolo pelo Sistema Único de Saúde, Erika não estaria passando por isso.
Caso NÃO haja uma lei para criação de um protocolo para acompanhamento da população após a pandemia tanto para as sequelas físicas como psicológicas, teremos grandes implicações negativas na sociedade, pois a falta de acompanhamento de pessoas com sequelas físicas podem gerar danos irreparáveis que sem acompanhamento correto, podem ser fatais. Com relação a falta de acompanhamento psicológico as consequências também serão desastrosas, pois haverá um aumento significativo de jovens e adultos ansiosos e depressivos que corroboram para maior evasão escolar, aumento do desemprego , maiores conflitos e violência entre alunos e professores, visto o grande desgaste emocional podendo levar ao aumento significativo do suicídios.
Com a implementação deste protocolo de acompanhamento, esperamos que as pessoas possam superar o processo doloroso que foi a pandemia da melhor forma possível.
Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 14 de julho de 2021