Psicomotricidade - Reconhecimento da Profissão CBO - Já!


Psicomotricidade - Reconhecimento da Profissão CBO - Já!
O problema
Aos colegas Psicomotricistas e a todos aqueles que da Psicomotricidade se beneficiam,
No Brasil, seguindo o movimento europeu, norte e sul americano, desde a década de 60, profissionais das áreas da saúde, educação e social, utilizam a Psicomotricidade como metodologia de intervenção no atendimento de crianças, adolescentes, adultos e idosos.
Área do conhecimento “que tem como objeto de estudo o homem através do seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo interno e externo (...) relacionada ao processo de maturação, onde o corpo é a origem das aquisições sócio afetivas, cognitivas e orgânicas”; a Psicomotricidade vem, a passos largos, expandindo o seu reconhecimento acadêmico e social.
Prova disto são:
1. os 36 anos de atividade da Associação Brasileira de Psicomotricidade, promovendo o caráter científico e a difusão da psicomotricidade brasileira, em âmbito nacional e internacional;
2. as autorizações e reconhecimento pelo MEC dos cursos de graduação e pós-graduação de Psicomotricidade, em diferentes estados do território nacional;
3. as inúmeras pesquisas, levadas a cabo nas universidades deste país e do exterior, publicadas através dos trabalhos de final curso de graduação e especialização, das dissertações de mestrado e teses de doutorado, que explicitam o valor educativo, preventivo e terapêutico desta área do conhecimento;
4. os milhares de participantes, brasileiros e estrangeiros, que, ao longo dos últimos 36 anos, aderiram aos debates, mesas redondas e conferências, promovidos nas 12 edições do Congresso Brasileiro de Psicomotricidade e nos incontáveis seminários, colóquios, fóruns, simpósios e demais encontros científicos e profissionais em todo o Brasil;
5. as inúmeras prefeituras e escolas privadas, espalhadas de norte a sul deste país, que já adotam, oficial ou oficiosamente, a Psicomotricidade e o Psicomotricista como elementos constitutivos do processo formativo das crianças, jovens e adultos, inseridos nas diversas etapas do Ensino Básico, seja de forma direta, ou através da formação dos profissionais com elas envolvidos;
6. a inclusão da Psicomotricidade nas diretrizes e no Plano Municipal de Educação (PME) de diversas prefeituras do território nacional;
7. os resultados positivos obtidos pelas intervenções com crianças, adolescentes, adultos e idosos, que vivem em situação de risco social, através da inserção da Psicomotricidade nas ações das Secretarias de Bem Estar Social, espalhadas pelo território nacional;
8. as liminares aprovadas pela justiça nacional, que concede ao cidadão, com necessidade de atendimento especializado, o direito às sessões de Psicomotricidade, através da cobertura de planos de saúde particulares;
9. os inúmeros atendimentos às crianças, jovens, adultos e idosos, necessários em todo o território brasileiro, em âmbito da saúde pública e privada.
Diante destes fatos, podemos afirmar, de forma inquestionável, que esta profissão existe de fato.
Porém, ao contrário de países, como a França, Itália, Portugal, Espanha, Alemanha, Bélgica, México, Uruguai, Argentina, Venezuela, Bolívia, Paraguai, que há muito reconhecem a Psicomotricidade como categoria ocupacional, no Brasil, esta profissão ainda não existe de direito.
Sendo assim, representando os anseios dos profissionais da área pela classificação e regulamentação da profissão, bem como da comunidade em geral, carente de serviços fundamentais voltados ao pleno desenvolvimento de suas funções sociais, cognitivas, relacionais, afetivas e motoras, como aqueles oferecidos pelos psicomotricistas, a Associação Brasileira de Psicomotricidade solicita seu apoio para este abaixo-assinado.
Com sua assinatura, você estará respaldando o pedido pela Classificação Brasileira de Ocupação – CBO, da Psicomotridade e a regulamentação da ocupação de Psicomotricista.
Psicomotricidade: um Direito de Todos.
Reconhecimento da profissão - CBO JÁ !
Assine agora!
Contribua para a regulamentação desta profissão!

O problema
Aos colegas Psicomotricistas e a todos aqueles que da Psicomotricidade se beneficiam,
No Brasil, seguindo o movimento europeu, norte e sul americano, desde a década de 60, profissionais das áreas da saúde, educação e social, utilizam a Psicomotricidade como metodologia de intervenção no atendimento de crianças, adolescentes, adultos e idosos.
Área do conhecimento “que tem como objeto de estudo o homem através do seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo interno e externo (...) relacionada ao processo de maturação, onde o corpo é a origem das aquisições sócio afetivas, cognitivas e orgânicas”; a Psicomotricidade vem, a passos largos, expandindo o seu reconhecimento acadêmico e social.
Prova disto são:
1. os 36 anos de atividade da Associação Brasileira de Psicomotricidade, promovendo o caráter científico e a difusão da psicomotricidade brasileira, em âmbito nacional e internacional;
2. as autorizações e reconhecimento pelo MEC dos cursos de graduação e pós-graduação de Psicomotricidade, em diferentes estados do território nacional;
3. as inúmeras pesquisas, levadas a cabo nas universidades deste país e do exterior, publicadas através dos trabalhos de final curso de graduação e especialização, das dissertações de mestrado e teses de doutorado, que explicitam o valor educativo, preventivo e terapêutico desta área do conhecimento;
4. os milhares de participantes, brasileiros e estrangeiros, que, ao longo dos últimos 36 anos, aderiram aos debates, mesas redondas e conferências, promovidos nas 12 edições do Congresso Brasileiro de Psicomotricidade e nos incontáveis seminários, colóquios, fóruns, simpósios e demais encontros científicos e profissionais em todo o Brasil;
5. as inúmeras prefeituras e escolas privadas, espalhadas de norte a sul deste país, que já adotam, oficial ou oficiosamente, a Psicomotricidade e o Psicomotricista como elementos constitutivos do processo formativo das crianças, jovens e adultos, inseridos nas diversas etapas do Ensino Básico, seja de forma direta, ou através da formação dos profissionais com elas envolvidos;
6. a inclusão da Psicomotricidade nas diretrizes e no Plano Municipal de Educação (PME) de diversas prefeituras do território nacional;
7. os resultados positivos obtidos pelas intervenções com crianças, adolescentes, adultos e idosos, que vivem em situação de risco social, através da inserção da Psicomotricidade nas ações das Secretarias de Bem Estar Social, espalhadas pelo território nacional;
8. as liminares aprovadas pela justiça nacional, que concede ao cidadão, com necessidade de atendimento especializado, o direito às sessões de Psicomotricidade, através da cobertura de planos de saúde particulares;
9. os inúmeros atendimentos às crianças, jovens, adultos e idosos, necessários em todo o território brasileiro, em âmbito da saúde pública e privada.
Diante destes fatos, podemos afirmar, de forma inquestionável, que esta profissão existe de fato.
Porém, ao contrário de países, como a França, Itália, Portugal, Espanha, Alemanha, Bélgica, México, Uruguai, Argentina, Venezuela, Bolívia, Paraguai, que há muito reconhecem a Psicomotricidade como categoria ocupacional, no Brasil, esta profissão ainda não existe de direito.
Sendo assim, representando os anseios dos profissionais da área pela classificação e regulamentação da profissão, bem como da comunidade em geral, carente de serviços fundamentais voltados ao pleno desenvolvimento de suas funções sociais, cognitivas, relacionais, afetivas e motoras, como aqueles oferecidos pelos psicomotricistas, a Associação Brasileira de Psicomotricidade solicita seu apoio para este abaixo-assinado.
Com sua assinatura, você estará respaldando o pedido pela Classificação Brasileira de Ocupação – CBO, da Psicomotridade e a regulamentação da ocupação de Psicomotricista.
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Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 28 de maio de 2016