

Depois de 6 meses do "pontapé inicial" dado pelo ICMBio, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, uma autarquia em regime especial vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e integrada ao Sistema Nacional do Meio Ambiente, as reformas emergenciais prometidas à comunidade NÃO COMEÇARAM!
Os recursos para a realização do serviço, disponibilizados ao ICMBio e também para a Prefeitura Municipal de Guaraqueçaba, por meio do PAC MUNICIPIOS somam 1 milhão e 500 mil reais DISPONÍVEIS E EMPENHADOS. Também o Instituto dos Arquitetos do Brasil recebeu 50 mil reais para realizar os estudos e as plantas da reforma. Apesar disso, as reformas não aconteceram e o Casarão Histórico ameaça colapsar.
As entidades envolvidas justificam o atraso, devido a trâmites burocráticos referentes a contratos. Entretanto esses "trâmites" parecem não afetar outras obras, como a do prédio vizinho, na mesma praça, sede do ICMBio que ganhou uma reforma, telhado novo e celebração de reinauguração com Fandango e tudo...
Para nós do Movimento Salve o Casarão Histórico de Guaraqueçaba é angustiante a demora, e a cada tempestade, uma parte do edifício histórico, único no município, desaba e vira escombros.
No início do ano de 2025, caso não tenhamos respostas efetivas, uma comitiva do Movimento irá solicitar providências junto ao Ministério Público Federal para que a obra tenha prioridade e não seja mais negligenciada.
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