

S.O.S - SERRA DA CHAPADINHA - Pela criação do Refúgio de Vida Silvestre (REVIS).


S.O.S - SERRA DA CHAPADINHA - Pela criação do Refúgio de Vida Silvestre (REVIS).
O problema
A Serra da Chapadinha ainda está em pé. Mas está cercada.
No coração da Chapada Diamantina, entre Itaetê, Ibicoara e Mucugê, existe uma serra que guarda água, vida, memória e futuro.
A Serra da Chapadinha não é apenas uma paisagem bonita. Ela é uma caixa d’água natural. Suas nascentes alimentam o rio Una, ligado à bacia do Paraguaçu, sistema essencial para dezenas de municípios baianos e para a segurança hídrica da Região Metropolitana de Salvador.
Ela abriga vegetação nativa preservada, espécies raras e ameaçadas, sítios arqueológicos, comunidades tradicionais, assentamentos, terreiros de jarê e modos de vida que fazem parte da história profunda da Bahia.
Mas essa serra está sob ameaça.
Mapas, imagens de satélite e registros públicos mostram que a área proposta para proteção coincide com áreas de interesse minerário. A serra está sendo pressionada pelas bordas. Estradas, clareiras, solo exposto e requerimentos minerários desenham um cerco silencioso sobre um território que deveria ser protegido.
Não podemos esperar a destruição para depois chamar de perda irreparável.
O que estamos pedindo
Pedimos ao Governo da Bahia, à SEMA-BA, ao INEMA, ao Ministério Público, à ANM, às prefeituras envolvidas e aos representantes eleitos que atuem pela criação imediata do Refúgio de Vida Silvestre da Serra da Chapadinha — REVIS Serra da Chapadinha.
A categoria Refúgio de Vida Silvestre é uma Unidade de Conservação de proteção integral. Ela é a resposta adequada para uma área de alta relevância ecológica, hídrica, arqueológica e cultural.
Uma proteção fraca pode chegar tarde demais. A Chapadinha precisa de proteção forte.
Por que isso importa para todos nós?
Porque defender a Serra da Chapadinha é defender:
- a água que nasce na serra e abastece a Bahia;
- a biodiversidade da Chapada Diamantina;
- os sítios arqueológicos e a memória dos povos que vieram antes de nós;
- as comunidades tradicionais e rurais do entorno;
- a integridade de uma paisagem única;
- o direito das próximas gerações de conhecerem uma serra viva, não uma cratera.
A pergunta é simples:
Quem chega primeiro: a proteção ou a pá?
Assine agora
A Serra da Chapadinha ainda pode ser protegida.
Mas para isso precisamos mostrar que a população está atenta, mobilizada e não aceita que uma área estratégica para a água, a biodiversidade e a memória da Bahia seja entregue à destruição.
Assine este abaixo-assinado e ajude a pedir:
- Criação imediata do REVIS Serra da Chapadinha.
- Transparência sobre os processos minerários incidentes na área.
- Proteção aos defensores ambientais e às comunidades locais.
- Suspensão de atos incompatíveis com a conservação até a conclusão dos estudos.
- Audiências públicas amplas, acessíveis e com participação social real.
A Serra da Chapadinha ainda está em pé.
O que falta não é diagnóstico.
É decisão pública.
Assine. Compartilhe. Defenda a Chapadinha.
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O problema
A Serra da Chapadinha ainda está em pé. Mas está cercada.
No coração da Chapada Diamantina, entre Itaetê, Ibicoara e Mucugê, existe uma serra que guarda água, vida, memória e futuro.
A Serra da Chapadinha não é apenas uma paisagem bonita. Ela é uma caixa d’água natural. Suas nascentes alimentam o rio Una, ligado à bacia do Paraguaçu, sistema essencial para dezenas de municípios baianos e para a segurança hídrica da Região Metropolitana de Salvador.
Ela abriga vegetação nativa preservada, espécies raras e ameaçadas, sítios arqueológicos, comunidades tradicionais, assentamentos, terreiros de jarê e modos de vida que fazem parte da história profunda da Bahia.
Mas essa serra está sob ameaça.
Mapas, imagens de satélite e registros públicos mostram que a área proposta para proteção coincide com áreas de interesse minerário. A serra está sendo pressionada pelas bordas. Estradas, clareiras, solo exposto e requerimentos minerários desenham um cerco silencioso sobre um território que deveria ser protegido.
Não podemos esperar a destruição para depois chamar de perda irreparável.
O que estamos pedindo
Pedimos ao Governo da Bahia, à SEMA-BA, ao INEMA, ao Ministério Público, à ANM, às prefeituras envolvidas e aos representantes eleitos que atuem pela criação imediata do Refúgio de Vida Silvestre da Serra da Chapadinha — REVIS Serra da Chapadinha.
A categoria Refúgio de Vida Silvestre é uma Unidade de Conservação de proteção integral. Ela é a resposta adequada para uma área de alta relevância ecológica, hídrica, arqueológica e cultural.
Uma proteção fraca pode chegar tarde demais. A Chapadinha precisa de proteção forte.
Por que isso importa para todos nós?
Porque defender a Serra da Chapadinha é defender:
- a água que nasce na serra e abastece a Bahia;
- a biodiversidade da Chapada Diamantina;
- os sítios arqueológicos e a memória dos povos que vieram antes de nós;
- as comunidades tradicionais e rurais do entorno;
- a integridade de uma paisagem única;
- o direito das próximas gerações de conhecerem uma serra viva, não uma cratera.
A pergunta é simples:
Quem chega primeiro: a proteção ou a pá?
Assine agora
A Serra da Chapadinha ainda pode ser protegida.
Mas para isso precisamos mostrar que a população está atenta, mobilizada e não aceita que uma área estratégica para a água, a biodiversidade e a memória da Bahia seja entregue à destruição.
Assine este abaixo-assinado e ajude a pedir:
- Criação imediata do REVIS Serra da Chapadinha.
- Transparência sobre os processos minerários incidentes na área.
- Proteção aos defensores ambientais e às comunidades locais.
- Suspensão de atos incompatíveis com a conservação até a conclusão dos estudos.
- Audiências públicas amplas, acessíveis e com participação social real.
A Serra da Chapadinha ainda está em pé.
O que falta não é diagnóstico.
É decisão pública.
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Abaixo-assinado criado em 19 de maio de 2026