Rotatória Cleriston Pereira da Cunha - "CLEZÃO"


Rotatória Cleriston Pereira da Cunha - "CLEZÃO"
O problema
Excelentíssimos Senhores Vereadores da Câmara Municipal de Taubaté,
Os cidadãos abaixo-assinados, brasileiros, respeitosamente vêm à presença de Vossas Excelências solicitar a elaboração de um projeto para a denominação da rotatória Cleriston Pereira da Cunha - CLEZÃO localizada na intersecção das Avenidas Carlos Pedroso da Silveira com Rua Pedro Zolczak e Rua Dr João Batista Ortiz Monteiro, rotatória essa que fica em frente ao acesso ao Bairro do Bonfim em Taubaté/SP.
É oportuno ressaltar que já há uma rua como o nome de Cleriston Pereira da Cunha - CLEZÃO em Brasília, homenagem merecida.
A presente solicitação deve-se ao fato de CLEZÃO ser um cidadão brasileiro, trabalhador, pai de Família, patriota e ter sido preso injustamente por perseguição política em nossso país.
Quem foi CLEZÃO?
Nordestino e pai de Família, Cleriston Pereira da Cunha, mais conhecido como Clezão, preso em 8 de janeiro, morreu em uma segunda-feira, 20 de novembro de 2023 vítima de um “mal súbito durante o banho de sol”, um infarto fulminante, no Complexo Penitenciário da Papuda.
Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão do Ramalho era empresário e irmão do Vereador Cristiano Pereira da Cunha, do município de Feira da Mata, no oeste da Bahia. Clezão era baiano da cidade de Ramalho, morava em Brasília, no Distrito Federal há vinte anos. Casado com Edjane Cunha, deixou duas filhas aos 46 anos.
Clezão tinha vários problemas de saúde, como diabetes e hipertensão e tomava remédios controlados, o caso foi apontado pela defesa como uma tragédia anunciada.
Um dos condenados à prisão no julgamento dos atos de 8 de janeiro disse que Cleriston sempre apresentou problemas de saúde no presídio, Clezão sempre vomitava e desmaiava e muitas vezes ia ao pronto atendimento do presídio.
Clezão tinha um parecer favorável à sua soltura, desde final de agosto, da Procuradoria Geral da República, mas o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes não analisou o caso.

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O problema
Excelentíssimos Senhores Vereadores da Câmara Municipal de Taubaté,
Os cidadãos abaixo-assinados, brasileiros, respeitosamente vêm à presença de Vossas Excelências solicitar a elaboração de um projeto para a denominação da rotatória Cleriston Pereira da Cunha - CLEZÃO localizada na intersecção das Avenidas Carlos Pedroso da Silveira com Rua Pedro Zolczak e Rua Dr João Batista Ortiz Monteiro, rotatória essa que fica em frente ao acesso ao Bairro do Bonfim em Taubaté/SP.
É oportuno ressaltar que já há uma rua como o nome de Cleriston Pereira da Cunha - CLEZÃO em Brasília, homenagem merecida.
A presente solicitação deve-se ao fato de CLEZÃO ser um cidadão brasileiro, trabalhador, pai de Família, patriota e ter sido preso injustamente por perseguição política em nossso país.
Quem foi CLEZÃO?
Nordestino e pai de Família, Cleriston Pereira da Cunha, mais conhecido como Clezão, preso em 8 de janeiro, morreu em uma segunda-feira, 20 de novembro de 2023 vítima de um “mal súbito durante o banho de sol”, um infarto fulminante, no Complexo Penitenciário da Papuda.
Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão do Ramalho era empresário e irmão do Vereador Cristiano Pereira da Cunha, do município de Feira da Mata, no oeste da Bahia. Clezão era baiano da cidade de Ramalho, morava em Brasília, no Distrito Federal há vinte anos. Casado com Edjane Cunha, deixou duas filhas aos 46 anos.
Clezão tinha vários problemas de saúde, como diabetes e hipertensão e tomava remédios controlados, o caso foi apontado pela defesa como uma tragédia anunciada.
Um dos condenados à prisão no julgamento dos atos de 8 de janeiro disse que Cleriston sempre apresentou problemas de saúde no presídio, Clezão sempre vomitava e desmaiava e muitas vezes ia ao pronto atendimento do presídio.
Clezão tinha um parecer favorável à sua soltura, desde final de agosto, da Procuradoria Geral da República, mas o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes não analisou o caso.

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Abaixo-assinado criado em 22 de novembro de 2024