Grupo Pão de Açúcar, pare de comprar de fornecedores que confinam e mutilam animais!

O problema

Se você pensa como eu, você também se preocupa com os animais e não quer que eles sofram. Você também provavelmente sabe que porcos e outros animais têm a mesma capacidade de sofrer que os animais com os quais estamos habituados em nossas casas, como cães e gatos. O que nós descobrimos em uma granja de porcos cooperada da Aurora no Brasil vai te deixar chocado.

Uma nova investigação da Mercy For Animals revela a agonia e o desespero de porquinhos, que gritam enquanto funcionários serram seus dentes, cortam seus rabos e pedaços de sua orelhas. Tudo isso sem qualquer tipo de anestesia.

Suas mães são tratadas como meras máquinas produtoras de carne. Presas em minúsculas celas de gestação, pouco maiores que seus próprios corpos, elas não podem nem sequer virar de lado. Esses animais incrivelmente inteligentes e sociais  ficam tão estressados que passam quase o tempo todo mordendo suas celas – um sinal alarmante de que estão enlouquecendo.

Essa realidade é angustiante e absolutamente inaceitável. Mas, juntos, podemos acabar com esse pesadelo.

Por favor, junte-se à Mercy For Animals pedindo ao Grupo Pão de Açúcar (que vende os produtos da Aurora nas lojas Extra, Pão de Açúcar e Assaí) que pare de comprar de fornecedores que confinam animais em celas ou gaiolas e que realizam procedimentos dolorosos, como mutilações sem o uso de qualquer anestesia.

Como maior grupo varejista do Brasil, o Grupo Pão de Açúcar tem o dever e a obrigação moral de acabar com as piores formas de sofrimento animal em sua cadeia de suprimentos.

Lucas Alvarenga

Vice-Presidente, Brasil 

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Lucas Alvarenga com a Mercy For AnimalsCriador do abaixo-assinadoA MFA se dedica a combater a crueldade contra animais ‘‘de fazenda’’ e a promover a ética e a compaixão na adoção de políticas e escolhas alimentares.
Este abaixo-assinado conseguiu 295.179 apoiadores!

O problema

Se você pensa como eu, você também se preocupa com os animais e não quer que eles sofram. Você também provavelmente sabe que porcos e outros animais têm a mesma capacidade de sofrer que os animais com os quais estamos habituados em nossas casas, como cães e gatos. O que nós descobrimos em uma granja de porcos cooperada da Aurora no Brasil vai te deixar chocado.

Uma nova investigação da Mercy For Animals revela a agonia e o desespero de porquinhos, que gritam enquanto funcionários serram seus dentes, cortam seus rabos e pedaços de sua orelhas. Tudo isso sem qualquer tipo de anestesia.

Suas mães são tratadas como meras máquinas produtoras de carne. Presas em minúsculas celas de gestação, pouco maiores que seus próprios corpos, elas não podem nem sequer virar de lado. Esses animais incrivelmente inteligentes e sociais  ficam tão estressados que passam quase o tempo todo mordendo suas celas – um sinal alarmante de que estão enlouquecendo.

Essa realidade é angustiante e absolutamente inaceitável. Mas, juntos, podemos acabar com esse pesadelo.

Por favor, junte-se à Mercy For Animals pedindo ao Grupo Pão de Açúcar (que vende os produtos da Aurora nas lojas Extra, Pão de Açúcar e Assaí) que pare de comprar de fornecedores que confinam animais em celas ou gaiolas e que realizam procedimentos dolorosos, como mutilações sem o uso de qualquer anestesia.

Como maior grupo varejista do Brasil, o Grupo Pão de Açúcar tem o dever e a obrigação moral de acabar com as piores formas de sofrimento animal em sua cadeia de suprimentos.

Lucas Alvarenga

Vice-Presidente, Brasil 

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Lucas Alvarenga com a Mercy For AnimalsCriador do abaixo-assinadoA MFA se dedica a combater a crueldade contra animais ‘‘de fazenda’’ e a promover a ética e a compaixão na adoção de políticas e escolhas alimentares.

Os tomadores de decisão

Ronaldo labrudi
Ronaldo labrudi
Diretor Presidente do GPA
Christophe Jose Hidalgo
Christophe Jose Hidalgo
Diretor Vice-presidente
Belmiro De Figueiredo Gomes
Belmiro De Figueiredo Gomes
Diretor Executivo
Daniela Sabbag
Daniela Sabbag
Diretora Executiva
Antonio Sergio Salvador
Antonio Sergio Salvador
Diretor Executivo
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 24 de novembro de 2017