

RIMOXCLAMIN como alternativa terapêutica para hanseníase no SUS
O problema

Pela avaliação do RIMOXCLAMIN no SUS: pacientes com hanseníase precisam de novas alternativas baseadas em ciência
Sou paciente com hanseníase. Escrevo não apenas por mim, mas por milhares de pessoas que convivem com uma doença ainda negligenciada, cercada por dor, perda de sensibilidade, medo de sequelas, incapacidade física, sofrimento emocional e estigma.
A hanseníase pode comprometer nervos, mãos, pés, olhos, trabalho, autonomia e dignidade. Muitos pacientes só recebem o diagnóstico quando já apresentam sintomas neurológicos importantes. Outros, mesmo em tratamento, continuam enfrentando dor, limitações e risco de incapacidades permanentes.
O SUS oferece tratamento para hanseníase, mas os pacientes precisam ter acesso à evolução da ciência. Quando existem estudos brasileiros apontando novas possibilidades terapêuticas, especialmente com potencial de melhorar desfechos neurológicos e funcionais, essas evidências precisam ser avaliadas com seriedade, prioridade e transparência.
Por isso, este abaixo-assinado solicita ao Ministério da Saúde e à Conitec a avaliação formal do esquema RIMOXCLAMIN como alternativa terapêutica protocolada para hanseníase no SUS.
Não pedimos a substituição automática do tratamento atual. Pedimos o direito de que uma opção terapêutica estudada, promissora e baseada em evidências seja analisada oficialmente, com critérios técnicos, segurança, responsabilidade e foco no paciente.
Pessoas com hanseníase não podem continuar invisíveis.
A hanseníase não é apenas uma doença de pele. Ela pode causar dor, perda de sensibilidade, feridas, fraqueza, medo de sequelas, afastamento do trabalho, sofrimento emocional e estigma.
Muitos pacientes demoram para receber o diagnóstico e iniciam tratamento quando já existe comprometimento dos nervos. A PQT é importante e deve continuar disponível, mas não pode ser a única possibilidade considerada diante dos avanços da ciência.
Por isso, pedimos que o Ministério da Saúde e a Conitec avaliem o RIMOXCLAMIN como alternativa terapêutica protocolada para hanseníase no SUS, com foco na prevenção de incapacidades e na dignidade dos pacientes.

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O problema

Pela avaliação do RIMOXCLAMIN no SUS: pacientes com hanseníase precisam de novas alternativas baseadas em ciência
Sou paciente com hanseníase. Escrevo não apenas por mim, mas por milhares de pessoas que convivem com uma doença ainda negligenciada, cercada por dor, perda de sensibilidade, medo de sequelas, incapacidade física, sofrimento emocional e estigma.
A hanseníase pode comprometer nervos, mãos, pés, olhos, trabalho, autonomia e dignidade. Muitos pacientes só recebem o diagnóstico quando já apresentam sintomas neurológicos importantes. Outros, mesmo em tratamento, continuam enfrentando dor, limitações e risco de incapacidades permanentes.
O SUS oferece tratamento para hanseníase, mas os pacientes precisam ter acesso à evolução da ciência. Quando existem estudos brasileiros apontando novas possibilidades terapêuticas, especialmente com potencial de melhorar desfechos neurológicos e funcionais, essas evidências precisam ser avaliadas com seriedade, prioridade e transparência.
Por isso, este abaixo-assinado solicita ao Ministério da Saúde e à Conitec a avaliação formal do esquema RIMOXCLAMIN como alternativa terapêutica protocolada para hanseníase no SUS.
Não pedimos a substituição automática do tratamento atual. Pedimos o direito de que uma opção terapêutica estudada, promissora e baseada em evidências seja analisada oficialmente, com critérios técnicos, segurança, responsabilidade e foco no paciente.
Pessoas com hanseníase não podem continuar invisíveis.
A hanseníase não é apenas uma doença de pele. Ela pode causar dor, perda de sensibilidade, feridas, fraqueza, medo de sequelas, afastamento do trabalho, sofrimento emocional e estigma.
Muitos pacientes demoram para receber o diagnóstico e iniciam tratamento quando já existe comprometimento dos nervos. A PQT é importante e deve continuar disponível, mas não pode ser a única possibilidade considerada diante dos avanços da ciência.
Por isso, pedimos que o Ministério da Saúde e a Conitec avaliem o RIMOXCLAMIN como alternativa terapêutica protocolada para hanseníase no SUS, com foco na prevenção de incapacidades e na dignidade dos pacientes.

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Abaixo-assinado criado em 28 de junho de 2026