Revisão da Prova de Barra e Critérios de Classificação no TAF do CBMDF

Assinantes recentes:
Pâmela Erig e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema


Somos centenas de candidatas que sempre sonharam com esta oportunidade. Estudamos, preparamos-nos e lutamos arduamente para alcançar nosso objetivo. Contudo, ao nos posicionarmos contra o modelo atual do Teste de Aptidão Física (TAF) feminino, fomos surpreendidas por uma onda de pressão, ameaças veladas e tentativas de intimidação com o claro propósito de nos silenciar.

O modelo atual do TAF feminino é injusto e desproporcional. Não reflete a realidade e as necessidades do próprio serviço para o qual estamos nos candidatando. Acreditamos firme e pacificamente que esta análise é parte de um debate mais amplo sobre igualdade de gênero e tratamento justo em seleções públicas. Nos sentimos injustiçadas pois, após uma recente decisão, em vez de diálogo, nos deparamos com um sistema que busca calar nossas vozes.

Por que um teste físico deve ser disputado em condições que não condizem com as exigências práticas do cargo, nem com as oportunidades justas entre homens e mulheres? As diferenças biológicas não podem ser usadas como justificativa para avaliações desproporcionais e, muitas vezes, excludentes.

Não nos deixamos calar - estamos mais fortes e unidas. Temos plena consciência de que nossa luta é por um direito básico de sermos ouvidas, respeitadas e, acima de tudo, tratadas de forma justa. Esta petição é uma expressão clara e inabalável de que NÃO SOMOS POUCAS e de que nossa união é nossa força.

Portanto, pedimos a revisão imediata do modelo do TAF feminino. Queremos um modelo justo e apropriado às características e demandas reais do serviço, facilitando uma avaliação mais coerente e igualitária.

Vamos mostrar que estamos unidas e que nossa voz tem valor. Assine e junte-se à nossa causa!

1.105

Assinantes recentes:
Pâmela Erig e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema


Somos centenas de candidatas que sempre sonharam com esta oportunidade. Estudamos, preparamos-nos e lutamos arduamente para alcançar nosso objetivo. Contudo, ao nos posicionarmos contra o modelo atual do Teste de Aptidão Física (TAF) feminino, fomos surpreendidas por uma onda de pressão, ameaças veladas e tentativas de intimidação com o claro propósito de nos silenciar.

O modelo atual do TAF feminino é injusto e desproporcional. Não reflete a realidade e as necessidades do próprio serviço para o qual estamos nos candidatando. Acreditamos firme e pacificamente que esta análise é parte de um debate mais amplo sobre igualdade de gênero e tratamento justo em seleções públicas. Nos sentimos injustiçadas pois, após uma recente decisão, em vez de diálogo, nos deparamos com um sistema que busca calar nossas vozes.

Por que um teste físico deve ser disputado em condições que não condizem com as exigências práticas do cargo, nem com as oportunidades justas entre homens e mulheres? As diferenças biológicas não podem ser usadas como justificativa para avaliações desproporcionais e, muitas vezes, excludentes.

Não nos deixamos calar - estamos mais fortes e unidas. Temos plena consciência de que nossa luta é por um direito básico de sermos ouvidas, respeitadas e, acima de tudo, tratadas de forma justa. Esta petição é uma expressão clara e inabalável de que NÃO SOMOS POUCAS e de que nossa união é nossa força.

Portanto, pedimos a revisão imediata do modelo do TAF feminino. Queremos um modelo justo e apropriado às características e demandas reais do serviço, facilitando uma avaliação mais coerente e igualitária.

Vamos mostrar que estamos unidas e que nossa voz tem valor. Assine e junte-se à nossa causa!

Mensagens de apoiadores

Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 18 de março de 2026