Restaure o direito à permanência parcial na creche
Restaure o direito à permanência parcial na creche
Assinantes recentes:
Filipe Batista e outras 19 pessoas assinaram recentemente.
O problema
Por anos, inúmeras mães, incluindo eu, ajustaram suas vidas e suas rotinas para garantir o melhor para seus filhos. Reduzimos jornadas de trabalho, abriu-se mão de partes significativas de nossa renda e reorganizamos cada detalhe da vida familiar com um só propósito: buscar nossos filhos mais cedo na creche. Esta prática, sempre vista como um direito solidificado, possibilitava um equilíbrio valioso entre carreira e vida familiar.
Recentemente, fomos pegos de surpresa com a notícia de que o direito à permanência parcial na creche foi retirado sem qualquer diálogo ou consulta às famílias envolvidas. Este retrocesso não é apenas uma questão administrativa; é um ataque ao bem-estar e à sustentabilidade econômica de muitas famílias.
A Secretaria, responsável por essa mudança, deve reconhecer que a permanência parcial não é um privilégio dado ao acaso. Ela é uma prática consolidada, que não só apoia diretamente o desenvolvimento infantil como também permite que pais, principalmente mães, continuem ativos no mercado de trabalho sem comprometer a qualidade do tempo dedicado aos seus filhos.
De acordo com dados do IBGE, em 2020, as mulheres representaram 45,7% do mercado de trabalho no Brasil. Muitas dessas mulheres são mães que dependem das creches para balancear suas obrigações profissionais e pessoais. A retirada dessa opção faz aumentar as desigualdades de gênero e prejudica não só as oportunidades de carreira, mas também a economia familiar.
Pedimos que a Secretaria reavalie sua decisão e abram-se canais de diálogo com as famílias para encontrar uma solução que atenda às necessidades de todos. Precisamos recuperar este direito essencial, que sustenta o equilíbrio entre vida profissional e pessoal para muitas famílias brasileiras.
Assine esta petição e ajude-nos a restaurar o direito à permanência parcial na creche.
Recentemente, fomos pegos de surpresa com a notícia de que o direito à permanência parcial na creche foi retirado sem qualquer diálogo ou consulta às famílias envolvidas. Este retrocesso não é apenas uma questão administrativa; é um ataque ao bem-estar e à sustentabilidade econômica de muitas famílias.
A Secretaria, responsável por essa mudança, deve reconhecer que a permanência parcial não é um privilégio dado ao acaso. Ela é uma prática consolidada, que não só apoia diretamente o desenvolvimento infantil como também permite que pais, principalmente mães, continuem ativos no mercado de trabalho sem comprometer a qualidade do tempo dedicado aos seus filhos.
De acordo com dados do IBGE, em 2020, as mulheres representaram 45,7% do mercado de trabalho no Brasil. Muitas dessas mulheres são mães que dependem das creches para balancear suas obrigações profissionais e pessoais. A retirada dessa opção faz aumentar as desigualdades de gênero e prejudica não só as oportunidades de carreira, mas também a economia familiar.
Pedimos que a Secretaria reavalie sua decisão e abram-se canais de diálogo com as famílias para encontrar uma solução que atenda às necessidades de todos. Precisamos recuperar este direito essencial, que sustenta o equilíbrio entre vida profissional e pessoal para muitas famílias brasileiras.
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Bianca de Oliveira Marques MarquesCriador do abaixo-assinado
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O problema
Por anos, inúmeras mães, incluindo eu, ajustaram suas vidas e suas rotinas para garantir o melhor para seus filhos. Reduzimos jornadas de trabalho, abriu-se mão de partes significativas de nossa renda e reorganizamos cada detalhe da vida familiar com um só propósito: buscar nossos filhos mais cedo na creche. Esta prática, sempre vista como um direito solidificado, possibilitava um equilíbrio valioso entre carreira e vida familiar.
Recentemente, fomos pegos de surpresa com a notícia de que o direito à permanência parcial na creche foi retirado sem qualquer diálogo ou consulta às famílias envolvidas. Este retrocesso não é apenas uma questão administrativa; é um ataque ao bem-estar e à sustentabilidade econômica de muitas famílias.
A Secretaria, responsável por essa mudança, deve reconhecer que a permanência parcial não é um privilégio dado ao acaso. Ela é uma prática consolidada, que não só apoia diretamente o desenvolvimento infantil como também permite que pais, principalmente mães, continuem ativos no mercado de trabalho sem comprometer a qualidade do tempo dedicado aos seus filhos.
De acordo com dados do IBGE, em 2020, as mulheres representaram 45,7% do mercado de trabalho no Brasil. Muitas dessas mulheres são mães que dependem das creches para balancear suas obrigações profissionais e pessoais. A retirada dessa opção faz aumentar as desigualdades de gênero e prejudica não só as oportunidades de carreira, mas também a economia familiar.
Pedimos que a Secretaria reavalie sua decisão e abram-se canais de diálogo com as famílias para encontrar uma solução que atenda às necessidades de todos. Precisamos recuperar este direito essencial, que sustenta o equilíbrio entre vida profissional e pessoal para muitas famílias brasileiras.
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Recentemente, fomos pegos de surpresa com a notícia de que o direito à permanência parcial na creche foi retirado sem qualquer diálogo ou consulta às famílias envolvidas. Este retrocesso não é apenas uma questão administrativa; é um ataque ao bem-estar e à sustentabilidade econômica de muitas famílias.
A Secretaria, responsável por essa mudança, deve reconhecer que a permanência parcial não é um privilégio dado ao acaso. Ela é uma prática consolidada, que não só apoia diretamente o desenvolvimento infantil como também permite que pais, principalmente mães, continuem ativos no mercado de trabalho sem comprometer a qualidade do tempo dedicado aos seus filhos.
De acordo com dados do IBGE, em 2020, as mulheres representaram 45,7% do mercado de trabalho no Brasil. Muitas dessas mulheres são mães que dependem das creches para balancear suas obrigações profissionais e pessoais. A retirada dessa opção faz aumentar as desigualdades de gênero e prejudica não só as oportunidades de carreira, mas também a economia familiar.
Pedimos que a Secretaria reavalie sua decisão e abram-se canais de diálogo com as famílias para encontrar uma solução que atenda às necessidades de todos. Precisamos recuperar este direito essencial, que sustenta o equilíbrio entre vida profissional e pessoal para muitas famílias brasileiras.
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Bianca de Oliveira Marques MarquesCriador do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 24 de fevereiro de 2026