Requerimentos de protetores, ONGs, abrigos e voluntários da Causa Animal do RS

O problema

 A intensificação das campanhas de castração gratuita ou a baixo custo, visando o controle populacional de animais de rua, bem como, a criação de um Conselho Estadual de Proteção aos Animais junto à sociedade atuante, Programas de Educação sobre bem-estar animal nos espaços públicos e privados e a importância da adoção responsável são de extrema urgência. O cenário atual, de calamidade pública, é um exemplo claro do despreparo e da invisibilidade das vidas não-humanas. 

 A causa animal no Rio Grande do Sul tem avançado graças ao trabalho conjunto de ativistas, ONGs, e políticas públicas, mas ainda enfrenta desafios significativos que requerem atenção contínua e esforços coordenados.

 Nós, ativistas, estamos exaustos e desesperados, precisamos de ajuda para continuar ajudando. As milhares de consequências da enchente de maio de 2024 apenas refletem o nível de desamparo para situações extremas e necessitam de soluções que prevejam o melhor e o pior cenário, pois é a vida dos animais que está “em jogo”.

 Portanto, como forma de encaminhamento da Audiência Pública promovida pela Deputada Luciana Genro, na data 04/07/2024, realizada na Assembleia Legislativa, acerca da situação dos animais resgatados e a proposta do governo, segue alguns pontos que nós, ativistas e protetores, solicitamos que fossem debatidos e avaliados pela Prefeitura de Porto Alegre.

 

●     DOS REQUERIMENTOS E PROPOSTAS:

Atuação e medidas urgentes em vista da situação de calamidade ainda presente em decorrência da enchente, quais são:
 

-       Propomos o pagamento de 1 salário mínimo (R$ 1.412,00) à equipe de trabalho fixa dos abrigos;

-       Disponibilizar voluntários e insumos médicos veterinários aos abrigos ainda em funcionamento;

-       Disponibilizar estrutura hospitalar e ambulatorial veterinário que atenda os abrigos por região, principalmente extremo sul e norte.

 

Atuação a longo prazo em relação à causa animal:


-       Solicitamos que seja realizado o mapeamento de ONGs e protetores (as) independentes para que os protocolos cheguem a todos;

-       Solicitamos que seja realizado castrações em massa e controle de zoonoses;

-       Seja realizado o mapeamento e cadastramento de clínicas parceiras que se dispõe a acolher os animais que necessitam de isolamento;

-       Sejam realizados cursos para voluntários e protetores para orientação acerca de manejo e adestramento dos animais;

-       Sejam prestados esclarecimentos de quais seriam as políticas públicas permanentes em relação à causa animal.

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O problema

 A intensificação das campanhas de castração gratuita ou a baixo custo, visando o controle populacional de animais de rua, bem como, a criação de um Conselho Estadual de Proteção aos Animais junto à sociedade atuante, Programas de Educação sobre bem-estar animal nos espaços públicos e privados e a importância da adoção responsável são de extrema urgência. O cenário atual, de calamidade pública, é um exemplo claro do despreparo e da invisibilidade das vidas não-humanas. 

 A causa animal no Rio Grande do Sul tem avançado graças ao trabalho conjunto de ativistas, ONGs, e políticas públicas, mas ainda enfrenta desafios significativos que requerem atenção contínua e esforços coordenados.

 Nós, ativistas, estamos exaustos e desesperados, precisamos de ajuda para continuar ajudando. As milhares de consequências da enchente de maio de 2024 apenas refletem o nível de desamparo para situações extremas e necessitam de soluções que prevejam o melhor e o pior cenário, pois é a vida dos animais que está “em jogo”.

 Portanto, como forma de encaminhamento da Audiência Pública promovida pela Deputada Luciana Genro, na data 04/07/2024, realizada na Assembleia Legislativa, acerca da situação dos animais resgatados e a proposta do governo, segue alguns pontos que nós, ativistas e protetores, solicitamos que fossem debatidos e avaliados pela Prefeitura de Porto Alegre.

 

●     DOS REQUERIMENTOS E PROPOSTAS:

Atuação e medidas urgentes em vista da situação de calamidade ainda presente em decorrência da enchente, quais são:
 

-       Propomos o pagamento de 1 salário mínimo (R$ 1.412,00) à equipe de trabalho fixa dos abrigos;

-       Disponibilizar voluntários e insumos médicos veterinários aos abrigos ainda em funcionamento;

-       Disponibilizar estrutura hospitalar e ambulatorial veterinário que atenda os abrigos por região, principalmente extremo sul e norte.

 

Atuação a longo prazo em relação à causa animal:


-       Solicitamos que seja realizado o mapeamento de ONGs e protetores (as) independentes para que os protocolos cheguem a todos;

-       Solicitamos que seja realizado castrações em massa e controle de zoonoses;

-       Seja realizado o mapeamento e cadastramento de clínicas parceiras que se dispõe a acolher os animais que necessitam de isolamento;

-       Sejam realizados cursos para voluntários e protetores para orientação acerca de manejo e adestramento dos animais;

-       Sejam prestados esclarecimentos de quais seriam as políticas públicas permanentes em relação à causa animal.

Atualizações do abaixo-assinado