Requerimento Coletivo pela Continuidade do Modelo Híbrido no PPGEN/UTFPR.

Requerimento Coletivo pela Continuidade do Modelo Híbrido no PPGEN/UTFPR.

Assinantes recentes:
ODETE SENRA e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

Nós, discentes, participantes externos e interessados no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências Humanas, Sociais e da Natureza (PPGEN), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), vimos, respeitosamente, por meio deste instrumento coletivo, manifestar e requerer a manutenção do formato híbrido das atividades letivas, com a realização de encontros presenciais no campus alternados com atividades síncronas remotas ao vivo. O presente pleito encontra respaldo na própria prática institucional já consolidada no âmbito do programa. Nos Editais nº 001/2025 e nº 002/2025, ambos publicados no ano de 2025, havia previsão expressa da realização de atividades em formato síncrono remoto ao vivo. Ainda que o Edital nº 003/2025 não tenha consignado de forma expressa tal previsão, verifica-se, na prática, a continuidade do modelo híbrido anteriormente adotado, evidenciando a consolidação desse formato como diretriz pedagógica do programa. Ressalte-se que tal modelo não apenas se mostrou plenamente viável, como também eficiente e alinhado às transformações contemporâneas no campo da educação superior. As atividades remotas ofertadas pelo programa não são gravadas, sendo realizadas em formato síncrono, ao vivo, o que assegura a interação direta entre docentes e discentes, a participação ativa dos alunos e o acompanhamento pedagógico em tempo real, preservando a qualidade acadêmica e a natureza formativa do curso. Ademais, é importante destacar que grande parte do corpo discente, tanto alunos regulares quanto participantes externos, é composta por pessoas residentes em outras cidades, muitas vezes a considerável distância dos campi onde ocorrem as atividades presenciais. A exigência de deslocamentos frequentes e contínuos, especialmente em dias úteis e períodos noturnos, pode impor ônus excessivo, incluindo longos trajetos rodoviários, custos elevados e desgaste físico significativo, impactando diretamente a permanência e o desempenho acadêmico dos estudantes. Nesse contexto, a eventual imposição de encontros presenciais semanais ou mais frequentes pode resultar, na prática, na inviabilização da continuidade de diversos discentes no programa, ocasionando possíveis evasões. Tal cenário, além de prejudicar os estudantes individualmente, pode refletir negativamente nos indicadores institucionais do programa, especialmente no que se refere à permanência, conclusão e avaliação acadêmica junto aos órgãos reguladores. Por outro lado, a manutenção do modelo híbrido atualmente praticado revela-se não apenas pedagogicamente adequada, mas também institucionalmente vantajosa, uma vez que amplia o acesso, favorece a permanência discente e contribui para a consolidação do programa. Adicionalmente, sob a perspectiva administrativa, o formato híbrido não acarreta prejuízo econômico à instituição. Ao contrário, a realização parcial das atividades em ambiente remoto pode representar otimização de recursos, com redução de custos operacionais relacionados ao uso de infraestrutura física, consumo de energia elétrica e materiais, sem qualquer comprometimento da qualidade do ensino ofertado. A adoção de atividades síncronas remotas, combinadas com momentos presenciais estratégicos, atende aos princípios da inovação, acessibilidade e democratização do ensino, sem prejuízo à qualidade acadêmica. Ademais, a manutenção desse formato encontra respaldo nas diretrizes recentemente estabelecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que reconhecem a possibilidade de adoção de processos formativos híbridos em cursos presenciais, desde que preservadas a qualidade acadêmica e a identidade do programa. Conforme divulgado pela própria CAPES (disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-define-regras-para-processos-hibridos-nos-cursos-presenciais as instituições de ensino superior podem estruturar suas atividades com o uso de tecnologias digitais, desde que mantida a coerência pedagógica e o acompanhamento adequado das atividades acadêmicas. Cumpre destacar, ainda, que a UTFPR, enquanto universidade tecnológica de reconhecida excelência, tem como um de seus pilares institucionais a inovação e o uso estratégico de tecnologias educacionais. A manutenção do modelo híbrido, portanto, não apenas se alinha à identidade institucional, como também fortalece a imagem da universidade como referência em ensino moderno, acessível e tecnologicamente avançado. Diante do exposto, requer-se a manutenção da oferta das atividades letivas nos moldes atualmente praticados, com a realização de encontros presenciais no campus intercalados com atividades síncronas remotas ao vivo, preservando-se, assim, a continuidade do modelo já consolidado no âmbito do programa. Por fim, os signatários deste abaixo-assinado manifestam seu interesse na preservação de um modelo educacional moderno, inclusivo e tecnologicamente alinhado às demandas contemporâneas da sociedade.

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O problema

Nós, discentes, participantes externos e interessados no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências Humanas, Sociais e da Natureza (PPGEN), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), vimos, respeitosamente, por meio deste instrumento coletivo, manifestar e requerer a manutenção do formato híbrido das atividades letivas, com a realização de encontros presenciais no campus alternados com atividades síncronas remotas ao vivo. O presente pleito encontra respaldo na própria prática institucional já consolidada no âmbito do programa. Nos Editais nº 001/2025 e nº 002/2025, ambos publicados no ano de 2025, havia previsão expressa da realização de atividades em formato síncrono remoto ao vivo. Ainda que o Edital nº 003/2025 não tenha consignado de forma expressa tal previsão, verifica-se, na prática, a continuidade do modelo híbrido anteriormente adotado, evidenciando a consolidação desse formato como diretriz pedagógica do programa. Ressalte-se que tal modelo não apenas se mostrou plenamente viável, como também eficiente e alinhado às transformações contemporâneas no campo da educação superior. As atividades remotas ofertadas pelo programa não são gravadas, sendo realizadas em formato síncrono, ao vivo, o que assegura a interação direta entre docentes e discentes, a participação ativa dos alunos e o acompanhamento pedagógico em tempo real, preservando a qualidade acadêmica e a natureza formativa do curso. Ademais, é importante destacar que grande parte do corpo discente, tanto alunos regulares quanto participantes externos, é composta por pessoas residentes em outras cidades, muitas vezes a considerável distância dos campi onde ocorrem as atividades presenciais. A exigência de deslocamentos frequentes e contínuos, especialmente em dias úteis e períodos noturnos, pode impor ônus excessivo, incluindo longos trajetos rodoviários, custos elevados e desgaste físico significativo, impactando diretamente a permanência e o desempenho acadêmico dos estudantes. Nesse contexto, a eventual imposição de encontros presenciais semanais ou mais frequentes pode resultar, na prática, na inviabilização da continuidade de diversos discentes no programa, ocasionando possíveis evasões. Tal cenário, além de prejudicar os estudantes individualmente, pode refletir negativamente nos indicadores institucionais do programa, especialmente no que se refere à permanência, conclusão e avaliação acadêmica junto aos órgãos reguladores. Por outro lado, a manutenção do modelo híbrido atualmente praticado revela-se não apenas pedagogicamente adequada, mas também institucionalmente vantajosa, uma vez que amplia o acesso, favorece a permanência discente e contribui para a consolidação do programa. Adicionalmente, sob a perspectiva administrativa, o formato híbrido não acarreta prejuízo econômico à instituição. Ao contrário, a realização parcial das atividades em ambiente remoto pode representar otimização de recursos, com redução de custos operacionais relacionados ao uso de infraestrutura física, consumo de energia elétrica e materiais, sem qualquer comprometimento da qualidade do ensino ofertado. A adoção de atividades síncronas remotas, combinadas com momentos presenciais estratégicos, atende aos princípios da inovação, acessibilidade e democratização do ensino, sem prejuízo à qualidade acadêmica. Ademais, a manutenção desse formato encontra respaldo nas diretrizes recentemente estabelecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que reconhecem a possibilidade de adoção de processos formativos híbridos em cursos presenciais, desde que preservadas a qualidade acadêmica e a identidade do programa. Conforme divulgado pela própria CAPES (disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-define-regras-para-processos-hibridos-nos-cursos-presenciais as instituições de ensino superior podem estruturar suas atividades com o uso de tecnologias digitais, desde que mantida a coerência pedagógica e o acompanhamento adequado das atividades acadêmicas. Cumpre destacar, ainda, que a UTFPR, enquanto universidade tecnológica de reconhecida excelência, tem como um de seus pilares institucionais a inovação e o uso estratégico de tecnologias educacionais. A manutenção do modelo híbrido, portanto, não apenas se alinha à identidade institucional, como também fortalece a imagem da universidade como referência em ensino moderno, acessível e tecnologicamente avançado. Diante do exposto, requer-se a manutenção da oferta das atividades letivas nos moldes atualmente praticados, com a realização de encontros presenciais no campus intercalados com atividades síncronas remotas ao vivo, preservando-se, assim, a continuidade do modelo já consolidado no âmbito do programa. Por fim, os signatários deste abaixo-assinado manifestam seu interesse na preservação de um modelo educacional moderno, inclusivo e tecnologicamente alinhado às demandas contemporâneas da sociedade.

Os tomadores de decisão

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - PROPPG
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - PROPPG
Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR

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Abaixo-assinado criado em 15 de abril de 2026