O bosque natural contido no terreno da Copel localizado na Rua Padre Agostinho nº 2.600 pode estar ameaçado. Tudo indica que a área foi negociada pela Copel privatizada pelo governador Ratinho Jr.
O assunto gerou polêmica nas redes sociais, inclusive provocou a prefeitura de Curitiba que fez declaração sobre últimas informações públicas à respeito do imóvel.
O que temos certeza é que se a COPEL não tivesse sido privatizada, muito provavelmente essa área ainda poderia estar preservada ou se tornar uma RPPNM (reserva particular de proteção natural municipal).
A Prefeitura de Curitiba negou a especulação de que haveria previsão de corte de árvores e destacou que não há projetos aprovados para edificações na área pública do Bosque da Copel.
No entanto, a prefeitura esclareceu que a área total do bosque possui terrenos de diferentes proprietários, incluindo lotes particulares que já foram vendidos pela Copel. O município afirma que se responsabiliza apenas pela área de sua propriedade, que abriga a edificação "chapéu pensador".
Declarações da Prefeitura:
Área pública: A prefeitura alega que não há previsão de desmatamento na parte pública do bosque e que não há protocolos em tramitação para construção nessa área.
Áreas privadas: A Prefeitura informou que a maior parte do terreno pertence a proprietários privados e que a responsabilidade pela aprovação de construções nessas áreas não é do município.
Ausência de projetos: A prefeitura afirmou que não há solicitação de corte de mata ou construção de edificações nas demais Indicações Fiscais (IFs) do terreno.
Contexto adicional
Venda de área: A Copel confirmou a venda de parte do terreno em setembro de 2024, mas não divulgou o comprador ou o tamanho exato da área vendida.
Proposta de preservação: Em 2018, houve um protocolo para transformar o local em uma Reserva Particular do Patrimônio Natural Municipal (RPPNM), mas, o projeto não foi adiante.
Investigação do MP: O Ministério Público do Paraná (MP-PR) abriu um procedimento para investigar possíveis denúncias de degradação ambiental no local, que abriga a nascente do Rio Campina do Siqueira.
Preocupação dos moradores: A notícia da venda gerou preocupação entre os moradores do bairro Bigorrilho, que temem o desenvolvimento imobiliário na área.
Assine e compartilhe o abaixo-assinado de REESTATIZAÇÃO DA COPEL - EU ACREDITO!!
