Reconhecimento da República de Artsakh pelo Brasil

O problema

Desde o dia 27 de setembro de 2020, o Azerbaijão, com apoio da Turquia e de mercenários terroristas provindos da Líbia, Paquistão e Síria, tem conduzido ataques intensos e diretos à população civil e infraestrutura de Artsakh (Artsaque).

O lado azerbaijano não se demonstra comprometido com a manutenção do cessar-fogo estabelecido em 1994 e com uma solução pacífica e negociada do conflito. O regime ditatorial de Ilham Alyiev no Azerbaijão conduz uma política estatal anti-armênia e tem declarado que só com o emprego da força se chegará à uma solução para esse conflito.

As aspirações panturquistas que unem Turquia e Azerbaijão têm por objetivo eliminar a presença física e cultural milenar armênia na região, a exemplo da tentativa de extermínio conduzida pelo Império Otomano que ceifou a vida de um milhão e meio de armênios há 105 anos.

Tamanhas hostilidades e abusos contra a Nação Armênia são uma clara consequência do senso de impunidade pelo não reconhecimento e condenação internacional do Genocídio Armênio, fazendo com que o perpetuador de outrora sinta-se hoje encorajado para seguir adiante com o plano de seus ancestrais. Nas palavra do presidente turco Erdogan: "vamos terminar o que nossos avós começaram".

Muitos países têm apelado a um cessar-fogo e à retomada imediata das negociações, condições ignoradas pelos azerbaijanos. É urgente que se reconheça Artsakh como um Estado independente e soberano para a garantia de proteção da população armênia e de sua terra ancestral.

Atualmente, mais de 100 mil filhos, netos e bisnetos dos sobreviventes e refugiados do Genocídio Armênio que aportaram no Brasil compõem uma comunidade ativa totalmente integrada à sociedade brasileira e que há mais de um século contribui com o desenvolvimento dessa Nação nas mais diversas esferas de atuação.

Clamamos por Paz! Brasil, reconheça Artsakh!

__________________________________________________________

Nós, que assinamos esta petição,

Considerando o princípio de autodeterminação dos povos proclamado na Carta das Nações Unidas e no Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais;

Repudiando o uso da violência como meio de alterar o status quo da região;

Reconhecendo o resultado do Referendo de Independência de Nagorno Karabakh de 1991;

Confirmando a Proclamação de Independência de Nagorno Karabakh de 1991;

Respeitando a determinação por autogovernança da Assembleia Armênia de  Nagorno Karabakh de 1918;

Condenando a arbitrariedade da decisão de Stalin em delegar a região autônoma de Nagorno Karabakh à República Socialista Soviética do Azerbaijão em 1923;

Assegurando a proteção da população de Artsakh às agressões do Azerbaijão;

Entendendo a ancestralidade armênia da região de Artsakh; e

Acatando os princípios fundamentais que regem as relações internacionais na Constituição do Brasil de 1988,

instamos a República Federativa do Brasil a

  • condenar os ataques do Azerbaijão com apoio da Turquia à população e infraestrutura civil de Artsakh;
  • reafirmar o direito à autodeterminação do povo de Artsakh;
  • reconhecer e estabelecer relações diplomáticas com a República de Artsakh.

#ReconheçaArtsakh #RecognizeArtsakh #PeaceForArmenians #PazParaosArmênios #ArmêniaQuerPaz
#StopAzerbaijaniAggression #StopAliyev #ArtsakhStrong #ArtsakhisArmenia

1.888

O problema

Desde o dia 27 de setembro de 2020, o Azerbaijão, com apoio da Turquia e de mercenários terroristas provindos da Líbia, Paquistão e Síria, tem conduzido ataques intensos e diretos à população civil e infraestrutura de Artsakh (Artsaque).

O lado azerbaijano não se demonstra comprometido com a manutenção do cessar-fogo estabelecido em 1994 e com uma solução pacífica e negociada do conflito. O regime ditatorial de Ilham Alyiev no Azerbaijão conduz uma política estatal anti-armênia e tem declarado que só com o emprego da força se chegará à uma solução para esse conflito.

As aspirações panturquistas que unem Turquia e Azerbaijão têm por objetivo eliminar a presença física e cultural milenar armênia na região, a exemplo da tentativa de extermínio conduzida pelo Império Otomano que ceifou a vida de um milhão e meio de armênios há 105 anos.

Tamanhas hostilidades e abusos contra a Nação Armênia são uma clara consequência do senso de impunidade pelo não reconhecimento e condenação internacional do Genocídio Armênio, fazendo com que o perpetuador de outrora sinta-se hoje encorajado para seguir adiante com o plano de seus ancestrais. Nas palavra do presidente turco Erdogan: "vamos terminar o que nossos avós começaram".

Muitos países têm apelado a um cessar-fogo e à retomada imediata das negociações, condições ignoradas pelos azerbaijanos. É urgente que se reconheça Artsakh como um Estado independente e soberano para a garantia de proteção da população armênia e de sua terra ancestral.

Atualmente, mais de 100 mil filhos, netos e bisnetos dos sobreviventes e refugiados do Genocídio Armênio que aportaram no Brasil compõem uma comunidade ativa totalmente integrada à sociedade brasileira e que há mais de um século contribui com o desenvolvimento dessa Nação nas mais diversas esferas de atuação.

Clamamos por Paz! Brasil, reconheça Artsakh!

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Nós, que assinamos esta petição,

Considerando o princípio de autodeterminação dos povos proclamado na Carta das Nações Unidas e no Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais;

Repudiando o uso da violência como meio de alterar o status quo da região;

Reconhecendo o resultado do Referendo de Independência de Nagorno Karabakh de 1991;

Confirmando a Proclamação de Independência de Nagorno Karabakh de 1991;

Respeitando a determinação por autogovernança da Assembleia Armênia de  Nagorno Karabakh de 1918;

Condenando a arbitrariedade da decisão de Stalin em delegar a região autônoma de Nagorno Karabakh à República Socialista Soviética do Azerbaijão em 1923;

Assegurando a proteção da população de Artsakh às agressões do Azerbaijão;

Entendendo a ancestralidade armênia da região de Artsakh; e

Acatando os princípios fundamentais que regem as relações internacionais na Constituição do Brasil de 1988,

instamos a República Federativa do Brasil a

  • condenar os ataques do Azerbaijão com apoio da Turquia à população e infraestrutura civil de Artsakh;
  • reafirmar o direito à autodeterminação do povo de Artsakh;
  • reconhecer e estabelecer relações diplomáticas com a República de Artsakh.

#ReconheçaArtsakh #RecognizeArtsakh #PeaceForArmenians #PazParaosArmênios #ArmêniaQuerPaz
#StopAzerbaijaniAggression #StopAliyev #ArtsakhStrong #ArtsakhisArmenia

Os tomadores de decisão

Jair Messias Bolsonaro
Jair Messias Bolsonaro
Presidente da República Federativa do Brasil
Ernesto Araújo
Ernesto Araújo
Ministro de Estado das Relações Exteriores
Davi Alcolumbre
Davi Alcolumbre
Presidente do Senado Federal
Rodrigo Maia
Rodrigo Maia
Presidente da Câmara Federal

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 22 de outubro de 2020