Qualificação urgente da rua de acesso ao Minimuseu Firmeza


Qualificação urgente da rua de acesso ao Minimuseu Firmeza
O problema
Moradores dos bairros Mondubim, Parque Santana e adjacências, artistas e pesquisadores, solicitam providências urgentes. Precisamos acabar com o descaso da Prefeitura de Fortaleza e do Metrofor com o Minimuseu Firmeza!
O Minimuseu Firmeza é uma casa-museu fundada em 1969, pelo casal de artistas Nice e Estrigas, no sítio onde moravam no bairro Mondubim, na periferia de Fortaleza. Eles criaram um projeto coletivo que acolhia não apenas os artistas da cidade, como também moradores do entorno do museu e grupos escolares.
O Minimuseu Firmeza é importante para a história do patrimônio cultural e afetivo da cidade. São 54 anos dedicados à formação, fruição e difusão das artes visuais. Além da arte, ele cumpre uma importante função social que é servir de espaço para as atividades da comunidade.
Atualmente, o espaço é utilizado para diversas atividades favorecendo a comunidade através da cultura e geração de renda: cursos de costura e bordado; sede espaço para eventos culturais, como quadrilhas; reuniões de ação social como prevenção à violência contra mulher...
O problema
A acessibilidade da Rua Nilo Firmeza que conduz ao Museu está cada vez mais difícil desde a instalação do Metrofor. A rua é de terra, estreita e esburacada e com a quadra invernosa, muitos veículos não conseguem circular, nem mesmo os ônibus escolares que trazem às crianças para visitar o Minimuseu. Andar à pé também é um problema devido ao lamaçal e mato. Além disso, o muro de contenção do metrô precisa de manutenção, alguns trechos apresentam rachaduras e podem cair a qualquer momento. Falta sinalização para indicar o caminho até chegar ao Museu. O muro de contenção do metrô modificou a paisagem afetiva e impediu a passagem dos transeuntes de um lado para o outro do trilho. Mesmo com as dificuldades, o Minimuseu Firmeza continua oferecendo atividades e desde 2021, tem o apoio do SESC. Contudo, se o problema do acesso não for resolvido pode perder esse importante patrocínio!
Busca por uma solução
Há seis anos o Minimuseu espera uma ação concreta da Prefeitura de Fortaleza. Em 2016, foi enviado um ofício para a Secretaria de Turismo de Fortaleza com a justificativa de melhorar as condições precárias da via de acesso ao local. Imagine como está hoje!
Possíveis soluções
Conversando com membros da comunidade, com a gestão do Minimuseu Firmeza entendemos que para qualificar essa acessibilidade é preciso:
- Fazer o calçamento de pedra na Rua Nilo Firmeza;
- Colocar uma passarela próxima ao Metrô;
- Substituir o muro de contenção por grades de proteção de ferro, para manter a visão.
A comunidade não pode perder esse espaço de convivência, criação, cuidados e geração de renda! A cidade não pode perder a memória das artes deixada por Nice e Estrigas! Precisamos nos mobilizar para exigir uma ação concreta! Assine e compartilhe esse abaixo assinado!
Sobre Estrigas e Nice
Estrigas produzia pinturas, aquarelas, críticas de arte e deixou muitos livros publicados sobre a história da arte no Ceará. Já a Nice era pintora, bordadeira, criava doces com as frutas do sítio que oferecia aos visitantes e teve um papel importante como arte educadora, principalmente de crianças. Ela foi nomeada Mestra da Cultura. Juntos participaram da construção do campo de história da arte, dos museus e do patrimônio, no Ceará. Deixaram um legado que precisa ser preservado.
Conheça o Minimuseu Firmeza clicando aqui

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O problema
Moradores dos bairros Mondubim, Parque Santana e adjacências, artistas e pesquisadores, solicitam providências urgentes. Precisamos acabar com o descaso da Prefeitura de Fortaleza e do Metrofor com o Minimuseu Firmeza!
O Minimuseu Firmeza é uma casa-museu fundada em 1969, pelo casal de artistas Nice e Estrigas, no sítio onde moravam no bairro Mondubim, na periferia de Fortaleza. Eles criaram um projeto coletivo que acolhia não apenas os artistas da cidade, como também moradores do entorno do museu e grupos escolares.
O Minimuseu Firmeza é importante para a história do patrimônio cultural e afetivo da cidade. São 54 anos dedicados à formação, fruição e difusão das artes visuais. Além da arte, ele cumpre uma importante função social que é servir de espaço para as atividades da comunidade.
Atualmente, o espaço é utilizado para diversas atividades favorecendo a comunidade através da cultura e geração de renda: cursos de costura e bordado; sede espaço para eventos culturais, como quadrilhas; reuniões de ação social como prevenção à violência contra mulher...
O problema
A acessibilidade da Rua Nilo Firmeza que conduz ao Museu está cada vez mais difícil desde a instalação do Metrofor. A rua é de terra, estreita e esburacada e com a quadra invernosa, muitos veículos não conseguem circular, nem mesmo os ônibus escolares que trazem às crianças para visitar o Minimuseu. Andar à pé também é um problema devido ao lamaçal e mato. Além disso, o muro de contenção do metrô precisa de manutenção, alguns trechos apresentam rachaduras e podem cair a qualquer momento. Falta sinalização para indicar o caminho até chegar ao Museu. O muro de contenção do metrô modificou a paisagem afetiva e impediu a passagem dos transeuntes de um lado para o outro do trilho. Mesmo com as dificuldades, o Minimuseu Firmeza continua oferecendo atividades e desde 2021, tem o apoio do SESC. Contudo, se o problema do acesso não for resolvido pode perder esse importante patrocínio!
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Há seis anos o Minimuseu espera uma ação concreta da Prefeitura de Fortaleza. Em 2016, foi enviado um ofício para a Secretaria de Turismo de Fortaleza com a justificativa de melhorar as condições precárias da via de acesso ao local. Imagine como está hoje!
Possíveis soluções
Conversando com membros da comunidade, com a gestão do Minimuseu Firmeza entendemos que para qualificar essa acessibilidade é preciso:
- Fazer o calçamento de pedra na Rua Nilo Firmeza;
- Colocar uma passarela próxima ao Metrô;
- Substituir o muro de contenção por grades de proteção de ferro, para manter a visão.
A comunidade não pode perder esse espaço de convivência, criação, cuidados e geração de renda! A cidade não pode perder a memória das artes deixada por Nice e Estrigas! Precisamos nos mobilizar para exigir uma ação concreta! Assine e compartilhe esse abaixo assinado!
Sobre Estrigas e Nice
Estrigas produzia pinturas, aquarelas, críticas de arte e deixou muitos livros publicados sobre a história da arte no Ceará. Já a Nice era pintora, bordadeira, criava doces com as frutas do sítio que oferecia aos visitantes e teve um papel importante como arte educadora, principalmente de crianças. Ela foi nomeada Mestra da Cultura. Juntos participaram da construção do campo de história da arte, dos museus e do patrimônio, no Ceará. Deixaram um legado que precisa ser preservado.
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Abaixo-assinado criado em 11 de maio de 2023