

Programa de Segurança Hospitalar
O problema
PSH: Programa de Segurança Hospitalar
Pelo fim da Negligência Proposital e controle da Mercantilização da Saúde
O PSH (Programa de Segurança Hospitalar) é uma iniciativa idealizada por Diego Mendes, que transformou o luto por duas tragédias familiares em uma busca incansável por justiça e transparência no sistema de saúde brasileiro.
Diego ficou órfão de mãe devido a uma dupla conduta médica errônea. Os dois "médicos profissionais" confundiram um AVC hemorrágico com os efeitos colaterais de um relaxante muscular.
Esse erro gravíssimo, que passou por dois médicos, só foi percebido mais de 10 horas após o atendimento inicial, quando a morte cerebral de sua mãe já era irreversível, que partiu aos 55 anos de idade.
No ano subsequente, quis o destino exatamente no dia 10/03 Diego também teve a vida de sua filha ceifada com apenas um ano e meio. A pequena Maria Flor foi vítima da "PP" o lado obscuro hospitalar e mercantis da saúde que poucos housam falar.
A PP significa se Parou...Parou...uma conduta interna hospitalar assemelhada ao CP (Cuidados paleativos) o CP é um procedimento autorizado pela familia quando diante de um quadro irreversível do seu familiar, porém o "PP" significa na prática uma (Negligência Proposital), o quadro anda longe de estar irreversível, ele só é oneroso aos mercantistas da saúde, que definem quem tem cuidados padrões dentro das condições habituais ou quem recebe as (negligências propositais) da "PP" se Parou...Parou... estes orquestram uma ação sorrateira normalmente praticadas pelas operadoras de saúde a fim de se livrarem dos altos custos operacionais — um dos elementos mais crueis da "guerra fria" entre planos de saúde e hospitais prestadores de serviços.
Maria Flor foi vítima de uma equipe que negligenciou o básico: após a troca de ambus e a limpeza do leito, esqueceram-se de conectar a mangueira de oxigênio ao encanamento na parede do hospital, este momento foi a gota d'água que definiu a passagem de vida dela, porém houve outras oportunidades que hoje com o conhecimento adquirido a tal da "PP" fora praticada anteriormente.
Aqui temos o desmembramento da complexidade de apurar casos assim, absolutamente tudo é pensado pra que não haja possibilidade de apuração, o corporativismo que imperou no caso de Maria Flor se estende até as forças policiais, que notoriamente fizeram investigação atemporal tão grotesca ao ponto que magicamente toda ala hospitalar fosse remodelada em reformas a toque de caixa e os órgãos que deveriam investigar "não mais tiveram acessos as imagens" que apotamos em depoimentos, fizemos uma investigação própria que só pode contar com relatos, dado o alto grau de violência cooporativa a quem por sinal pisar fora da curva que os mercantilistas traçam.
Por fim essa investigação caseira em busca de respostas revelou a conduta da PP: a lógica do "se parou, parou", onde negligências são cometidas deliberadamente em detrimento da vida, visando o lucro de conglomerados mercantis da saúde.
Hoje sem apreciamos uma oportunidade de gravação em tempo real dos leitos jamais teremos como criar mecanismos pra coibir e proteger pacientes altos custos da "PP".
A coincidência Trágica e a ideia de criar o Dia Nacional de Combate à Medicina Mercantilizada.
Ambas as Marias partiram no mesmo dia: 10 de março. Dona Rose partiu em 2018 e Maria Flor em 2019. Duas vidas interrompidas por condutas médicas e éticas gravíssimas, uma na rede pública e a outra na rede privada de saúde.
Diante disso, esta assinatura também busca instituir o Dia Nacional de Combate à Medicina Mercantilizada da Saúde (10/03), trazendo a público dados da verdadeira guerra fria entre operadoras e prestadores de saúde, e expondo a realidade da Negligência Proposital (PP).
Nossas Propostas para Mudanças Imediatas:
Monitoramento Eletrônico Contínuo: Implementação de câmeras de segurança com monitoramento diurno e noturno, reconhecimento facial e outras tecnologias digitais em todos os leitos hospitalares do país.
Armazenamento Seguro: As imagens deverão ser armazenadas por um período mínimo de 10 anos em sistemas controlados por uma agência reguladora independente.
Canal de Denúncias Centralizado: Estruturação de canais seguros para denúncias — anônimas ou identificadas — de condutas inadequadas, negligências ou crimes praticados no ambiente hospitalar, oferecendo acolhimento real às vítimas e proteção contra o corporativismo.
A segurança nos hospitais não pode mais ser negligenciada. As câmeras servirão tanto para prevenir quanto para esclarecer ocorrências que coloquem vidas em risco, trazendo transparência e garantindo que a atuação dos profissionais seja ética, responsável e pautada no Juramento de Hipócrates — hoje deliberadamente ignorado por muitos.
Esse sistema de monitoramento trará um maior compromisso dos profissionais com os pacientes, permitindo que casos de negligência e má conduta sejam identificados e apurados com rapidez.
Uma agência especializada pode promover melhorias significativas na qualidade do atendimento, salvando vidas e prevenindo tragédias como as que destruíram a minha família.
Ajude a garantir que nenhuma outra família passe por essa dor. Precisamos frear urgentemente a guerra de poderes na saúde mercantilizada.
Assine esta petição e faça parte da mudança que o Brasil precisa!
Ao assinar me siga vai ser uma hora ter você comigo a somar nas próximas ações em busca do inicio dessa grande marcha em prol da vida, pois todas vidas tem valor, e valor em nada tem haver com dinheiro. @diimendes.21

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O problema
PSH: Programa de Segurança Hospitalar
Pelo fim da Negligência Proposital e controle da Mercantilização da Saúde
O PSH (Programa de Segurança Hospitalar) é uma iniciativa idealizada por Diego Mendes, que transformou o luto por duas tragédias familiares em uma busca incansável por justiça e transparência no sistema de saúde brasileiro.
Diego ficou órfão de mãe devido a uma dupla conduta médica errônea. Os dois "médicos profissionais" confundiram um AVC hemorrágico com os efeitos colaterais de um relaxante muscular.
Esse erro gravíssimo, que passou por dois médicos, só foi percebido mais de 10 horas após o atendimento inicial, quando a morte cerebral de sua mãe já era irreversível, que partiu aos 55 anos de idade.
No ano subsequente, quis o destino exatamente no dia 10/03 Diego também teve a vida de sua filha ceifada com apenas um ano e meio. A pequena Maria Flor foi vítima da "PP" o lado obscuro hospitalar e mercantis da saúde que poucos housam falar.
A PP significa se Parou...Parou...uma conduta interna hospitalar assemelhada ao CP (Cuidados paleativos) o CP é um procedimento autorizado pela familia quando diante de um quadro irreversível do seu familiar, porém o "PP" significa na prática uma (Negligência Proposital), o quadro anda longe de estar irreversível, ele só é oneroso aos mercantistas da saúde, que definem quem tem cuidados padrões dentro das condições habituais ou quem recebe as (negligências propositais) da "PP" se Parou...Parou... estes orquestram uma ação sorrateira normalmente praticadas pelas operadoras de saúde a fim de se livrarem dos altos custos operacionais — um dos elementos mais crueis da "guerra fria" entre planos de saúde e hospitais prestadores de serviços.
Maria Flor foi vítima de uma equipe que negligenciou o básico: após a troca de ambus e a limpeza do leito, esqueceram-se de conectar a mangueira de oxigênio ao encanamento na parede do hospital, este momento foi a gota d'água que definiu a passagem de vida dela, porém houve outras oportunidades que hoje com o conhecimento adquirido a tal da "PP" fora praticada anteriormente.
Aqui temos o desmembramento da complexidade de apurar casos assim, absolutamente tudo é pensado pra que não haja possibilidade de apuração, o corporativismo que imperou no caso de Maria Flor se estende até as forças policiais, que notoriamente fizeram investigação atemporal tão grotesca ao ponto que magicamente toda ala hospitalar fosse remodelada em reformas a toque de caixa e os órgãos que deveriam investigar "não mais tiveram acessos as imagens" que apotamos em depoimentos, fizemos uma investigação própria que só pode contar com relatos, dado o alto grau de violência cooporativa a quem por sinal pisar fora da curva que os mercantilistas traçam.
Por fim essa investigação caseira em busca de respostas revelou a conduta da PP: a lógica do "se parou, parou", onde negligências são cometidas deliberadamente em detrimento da vida, visando o lucro de conglomerados mercantis da saúde.
Hoje sem apreciamos uma oportunidade de gravação em tempo real dos leitos jamais teremos como criar mecanismos pra coibir e proteger pacientes altos custos da "PP".
A coincidência Trágica e a ideia de criar o Dia Nacional de Combate à Medicina Mercantilizada.
Ambas as Marias partiram no mesmo dia: 10 de março. Dona Rose partiu em 2018 e Maria Flor em 2019. Duas vidas interrompidas por condutas médicas e éticas gravíssimas, uma na rede pública e a outra na rede privada de saúde.
Diante disso, esta assinatura também busca instituir o Dia Nacional de Combate à Medicina Mercantilizada da Saúde (10/03), trazendo a público dados da verdadeira guerra fria entre operadoras e prestadores de saúde, e expondo a realidade da Negligência Proposital (PP).
Nossas Propostas para Mudanças Imediatas:
Monitoramento Eletrônico Contínuo: Implementação de câmeras de segurança com monitoramento diurno e noturno, reconhecimento facial e outras tecnologias digitais em todos os leitos hospitalares do país.
Armazenamento Seguro: As imagens deverão ser armazenadas por um período mínimo de 10 anos em sistemas controlados por uma agência reguladora independente.
Canal de Denúncias Centralizado: Estruturação de canais seguros para denúncias — anônimas ou identificadas — de condutas inadequadas, negligências ou crimes praticados no ambiente hospitalar, oferecendo acolhimento real às vítimas e proteção contra o corporativismo.
A segurança nos hospitais não pode mais ser negligenciada. As câmeras servirão tanto para prevenir quanto para esclarecer ocorrências que coloquem vidas em risco, trazendo transparência e garantindo que a atuação dos profissionais seja ética, responsável e pautada no Juramento de Hipócrates — hoje deliberadamente ignorado por muitos.
Esse sistema de monitoramento trará um maior compromisso dos profissionais com os pacientes, permitindo que casos de negligência e má conduta sejam identificados e apurados com rapidez.
Uma agência especializada pode promover melhorias significativas na qualidade do atendimento, salvando vidas e prevenindo tragédias como as que destruíram a minha família.
Ajude a garantir que nenhuma outra família passe por essa dor. Precisamos frear urgentemente a guerra de poderes na saúde mercantilizada.
Assine esta petição e faça parte da mudança que o Brasil precisa!
Ao assinar me siga vai ser uma hora ter você comigo a somar nas próximas ações em busca do inicio dessa grande marcha em prol da vida, pois todas vidas tem valor, e valor em nada tem haver com dinheiro. @diimendes.21

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Abaixo-assinado criado em 18 de julho de 2026