Encerrar as atividades da entidade que se intitula OAB eANULAR EX TUNC a FALSA LEI 8906/94

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Oab, entidade que se auto intitula . Não é. A verdadeira OAB foi extinta em 1991, através do decreto 11/91 . Desde então, usurpou, os direitos, deveres e obrigações da verdadeira oab, para atuar, irregulamente no pais, com o aparelhamento dos três PODERES, tornando um quarto poder, como um estado paralelo, legislando inclusive ferindo a constituição federal, deixando de prestar contas ao TCU, bem como sonegando impostos IRPJ. Não bastando, ainda exige um tal de exame de ordem, através de uma falsa lei a tal 8906/94, sob, pena do bacharel em direito não poder trabalhar, bem como cobrando valores altíssimos dos advogados, tendo um tribunal de exceção, e ou arbitrário que faz seus julgamentos de juízo de valor e baixando-os e ou cancelando suas inscrições dos quadros de advogado, impedindo os de trabalhar. Essa entidade persegue os que lhe são contra.Vem ferindo gravemente o tratado do CIDH, conselho internacional dos direitos humanos. Por esse motivo temos que encerrar suas atividades em todo o território nacional urgente, vem como,  ANULAR EX TUNC URGENTE essa falsa lei 8906/94, pois eivada de vícios, inclusive nao passou pelas duas casas de leis de nosso país do imposta sob fraude . Essa entidade que existe de fato mas não jurídicamente, é um perigo para a nação, para o governo para os trabalhadores mormente os, advogados, bacharéis que Atuam na área da advocacia, bem como os alunos que investem na sua faculdade e depois ficam sem trabalhar por culpa exclusiva dessa falsa entidade, falsa lei 8906/94 e dirigentes com o aparelhamento do estado. É NECESSARIO TOMARMIS MEDIDAS URGENTES NO SENTIDI DE ANULAR ESSA FALSA LEI 8906/94, BEM COMO ENCERRAR URGENTE TODAS AS ATIVIDADES DA FALSA OAB EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL. NAO EXISTE UMA AUTARQUIA QUE REPRESENTE OS ADVOGADOS NO BRASIL A VERDADEIRA OAB FOI EXTINTA EM 1991.

COMPARTILHEM ESTA MISSIVA ASSINEM O ABAIXO ASSINADO. ENVIEM PARA O TRIBUNAL INTERNACIONAL DE HAIA e para o CIDH - Conselho Internacional de Direitos Humanos.

Atenciosamente

Dr. Reginaldo Martins Costa