Petitioning Presidente da República Presidenta Dilma Rousseff and 2 others

Faça um projeto de lei que profissionaliza o futebol feminino no Brasil. O futebol também é feminino!

No Brasil, o futebol feminino foi reconhecido como esporte em 1982 e, segundo dados do IBGE, envolve mais de cinco mil mulheres jogadoras atualmente. São mulheres do Brasil inteiro que se dedicam ao esporte. No entanto, até hoje, a discriminação e o preconceito permanecem e elas não têm nenhum direito trabalhista nem previdenciário. Por isso, neste momento de Copa do Mundo, queremos uma audiência com a Presidenta Dilma e um projeto de lei do Poder Executivo nacional que garanta a profissionalização do futebol feminino no Brasil e, desta forma, promova os direitos das nossas mulheres jogadoras.

Estou nesta luta há 31 anos. Fui jogadora e treinadora de futebol, tanto de mulheres quanto de homens. Entre as modalidades de campo, praia e futsal, joguei no Vasco, Portuguesa, Seleção Carioca, American Dennis, Constante Ramos, Beija-flor (RJ), Palmeiras, Serra Moreno, Águia de Ouro, Penalty, Fausto(SP), São José e Seleção Paranaense (PR). Atualmente, sou presidente da Liga Brasileria de Futebol Feminino. E, mesmo assim, até hoje não tive nenhum dos meus direitos trabalhistas reconhecidos. É uma constante e diária luta de Davi contra Golias.

É por isso, e para garantir os direitos de milhares de mulheres, que precisamos urgentemente tornar o futebol feminino no Brasil uma modalidade profissional. Muitas atletas, inclusive olímpicas e de competições internacionais, mesmo após darem orgulho ao nosso país, sobrevivem vendendo bala. A profissionalização garante os direitos trabalhistas, a aposentadoria e, principalmente, a dignidade.

O futebol também é feminino! Ele precisa ser reconhecido e respeitado.

Letter to
Presidente da República Presidenta Dilma Rousseff
Ministro do Esporte Ministro Aldo Rebelo
Ministra das Mulheres Ministra Eleonora Menicucci
No Brasil, o futebol feminino foi reconhecido como esporte em 1982 e, segundo dados do IBGE, envolve mais de cinco mil mulheres jogadoras atualmente. São mulheres do Brasil inteiro que se dedicam ao esporte. No entanto, até hoje, a discriminação e o preconceito permanecem e elas não têm nenhum direito trabalhista nem previdenciário. Por isso, neste momento de Copa do Mundo, queremos uma audiência com a Presidenta Dilma e um projeto de lei do Poder Executivo nacional que garanta a profissionalização do futebol feminino no Brasil e, desta forma, promova os direitos das nossas mulheres jogadoras.

Estou nesta luta há 31 anos. Fui jogadora e treinadora de futebol, tanto de mulheres quanto de homens. Entre as modalidades de campo, praia e futsal, joguei no Vasco, Portuguesa, Seleção Carioca, American Dennis, Constante Ramos, Beija-flor (RJ), Palmeiras, Serra Moreno, Águia de Ouro, Penalty, Fausto(SP), São José e Seleção Paranaense (PR). Atualmente, sou presidente da Liga Brasileria de Futebol Feminino. E, mesmo assim, até hoje não tive nenhum dos meus direitos trabalhistas reconhecidos. É uma constante e diária luta de Davi contra Golias.

É por isso, e para garantir os direitos de milhares de mulheres, que precisamos urgentemente tornar o futebol feminino no Brasil uma modalidade profissional. Muitas atletas, inclusive olímpicas e de competições internacionais, mesmo após darem orgulho ao nosso país, sobrevivem vendendo bala. A profissionalização garante os direitos trabalhistas, a aposentadoria e, principalmente, a dignidade.

O futebol também é feminino! Ele precisa ser reconhecido e respeitado.