Repúdio à decisão do Governo Temer - Resolução da Unesco em apoio à Autoridade Palestina.

O problema

Como cidadãos brasileiros, manifestamos nosso mais veemente repúdio à decisão do governo Michel Temer de aprovar a resolução da UNESCO, proposta pela Autoridade Nacional Palestina, que afirma que os judeus não possuem laços históricos com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações, em Jerusalém. Trata-se de uma vergonha. A resolução é antissemita e prova até que ponto de demência racista e de ódio a Israel são capazes de chegar as instâncias internacionais em nossos dias. 

Sabemos que não é hoje que a ONU e todos os seus organismos servem apenas para difundir posições grotescas anti-israelenses, sendo inefetiva e meramente ornamental para qualquer outro propósito. Basta que pensemos nas matanças desenfreadas provocadas por conflitos étnicos na Bósnia, em Ruanda, na Somália, no Sudão, no Congo, na Ucrânia e agora na Síria, sem que a atuação da ONU tenha alterado em nada a situação.

O governo Michel Temer adotou uma posição negacionista que circula entre psicopatas e nações inimigas de Israel e que visa a respaldar, a qualquer preço moral e a despeito de qualquer referência histórica, uma narrativa palestina sobre a suposta artificialidade da presença judaica em Jerusalém. Se o governo brasileiro não mudar de posição, estará aderindo formalmente ao antissemitismo que revisa grosseiramente a história para favorecer interesses dos inimigos de Israel. Negar que o judaísmo possua laços históricos com o Monte do Templo ou com o Muro das Lamentações é o mesmo que dizer que os católicos não possuem laços históricos com Roma ou que os muçulmanos não os possuam com Meca e Medina.

O Brasil, por meio de seu voto, manifestado por sua embaixadora na Unesco, Eliana Zugaib, se aliou, deste modo, a mais abjeta linha de satanização do judaísmo. A se considerar a lógica da resolução que aprovou, a presença judaica em Jerusalém seria ilegítima, baseada numa ilusória ancestralidade histórica. A ser levada a sério, não teria havido o Templo construído pelo rei Salomão, destruído e reconstruído duas vezes, sendo a última por Herodes, no século I da Era Cristã. Ele também não teria sido destruído pelo general romano Tito, em 73 da Era Cristã. Os registros históricos teriam de ser apagados e mais, a memória viva dos judeus deveria ser extinta por decreto. Isto não passa de mais um passo da propaganda torpe contra Israel e contra toda a comunidade judaica mundial.

Devido à gravidade deste quadro, o governo Temer não deve somente urgentes explicações à nação brasileira, país com o maior número de católicos do mundo. Somente por tal fato, o povo brasileiro já se sentiria agredido, pois sua própria história lhe estaria sendo negada, a mesma história que começou exatamente há mais de dois mil anos, nos locais de identidade judaica que a UNESCO, hoje, pretende apagar. Exigimos, assim, que o governo brasileiro reverta seu voto obsceno com relação à resolução da UNESCO, rejeitando-a e demonstrando que não compactua com a tentativa de revisar a história com base numa fraude.

avatar of the starter
GLAUCO FONSECACriador do abaixo-assinado
Este abaixo-assinado conseguiu 16.631 apoiadores!

O problema

Como cidadãos brasileiros, manifestamos nosso mais veemente repúdio à decisão do governo Michel Temer de aprovar a resolução da UNESCO, proposta pela Autoridade Nacional Palestina, que afirma que os judeus não possuem laços históricos com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações, em Jerusalém. Trata-se de uma vergonha. A resolução é antissemita e prova até que ponto de demência racista e de ódio a Israel são capazes de chegar as instâncias internacionais em nossos dias. 

Sabemos que não é hoje que a ONU e todos os seus organismos servem apenas para difundir posições grotescas anti-israelenses, sendo inefetiva e meramente ornamental para qualquer outro propósito. Basta que pensemos nas matanças desenfreadas provocadas por conflitos étnicos na Bósnia, em Ruanda, na Somália, no Sudão, no Congo, na Ucrânia e agora na Síria, sem que a atuação da ONU tenha alterado em nada a situação.

O governo Michel Temer adotou uma posição negacionista que circula entre psicopatas e nações inimigas de Israel e que visa a respaldar, a qualquer preço moral e a despeito de qualquer referência histórica, uma narrativa palestina sobre a suposta artificialidade da presença judaica em Jerusalém. Se o governo brasileiro não mudar de posição, estará aderindo formalmente ao antissemitismo que revisa grosseiramente a história para favorecer interesses dos inimigos de Israel. Negar que o judaísmo possua laços históricos com o Monte do Templo ou com o Muro das Lamentações é o mesmo que dizer que os católicos não possuem laços históricos com Roma ou que os muçulmanos não os possuam com Meca e Medina.

O Brasil, por meio de seu voto, manifestado por sua embaixadora na Unesco, Eliana Zugaib, se aliou, deste modo, a mais abjeta linha de satanização do judaísmo. A se considerar a lógica da resolução que aprovou, a presença judaica em Jerusalém seria ilegítima, baseada numa ilusória ancestralidade histórica. A ser levada a sério, não teria havido o Templo construído pelo rei Salomão, destruído e reconstruído duas vezes, sendo a última por Herodes, no século I da Era Cristã. Ele também não teria sido destruído pelo general romano Tito, em 73 da Era Cristã. Os registros históricos teriam de ser apagados e mais, a memória viva dos judeus deveria ser extinta por decreto. Isto não passa de mais um passo da propaganda torpe contra Israel e contra toda a comunidade judaica mundial.

Devido à gravidade deste quadro, o governo Temer não deve somente urgentes explicações à nação brasileira, país com o maior número de católicos do mundo. Somente por tal fato, o povo brasileiro já se sentiria agredido, pois sua própria história lhe estaria sendo negada, a mesma história que começou exatamente há mais de dois mil anos, nos locais de identidade judaica que a UNESCO, hoje, pretende apagar. Exigimos, assim, que o governo brasileiro reverta seu voto obsceno com relação à resolução da UNESCO, rejeitando-a e demonstrando que não compactua com a tentativa de revisar a história com base numa fraude.

avatar of the starter
GLAUCO FONSECACriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Ministério das Relações Exteriores (Ministro das Relações Exteriores)
Ministério das Relações Exteriores (Ministro das Relações Exteriores)
Ministro das Relações Exteriores
Presidência da República do Brasil
Presidência da República do Brasil
Presidente da República Federativa do Brasil

Atualizações do abaixo-assinado