Premier Pet retire os transgênicos e BHT e BHA de seus produtos!

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Em diversos países os antioxidantes BHT e BHA são proibidos e todos sabemos que alimentos transgênicos afetam a biodiversidade de nosso planeta e os malefícios à longo prazo são desconhecidos atualmente. Se nós evitamos alimentos e produtos com transgênicos, por que nossos animais podem consumir? Eles também são prejudicados com o consumo dessas substâncias e nós queremos ter a certeza de que estamos oferecendo uma alimentação REALMENTE SAUDÁVEL.

Apesar de parecerem uma ótima alternativa para a agricultura e para a população, a questão dos organismos geneticamente modificados é cercada de dúvidas e receios, principalmente no que diz respeito à saúde humana. Um dos pontos debatidos é que os transgênicos poderiam gerar problemas de alergia à longo prazo. 

Em relação ao meio ambiente, os transgênicos também são severamente atacados, pois o uso de sementes resistentes a pragas pode levar as ervas daninhas e herbívoros à resistência. Essa resistência acarreta um maior uso de agrotóxicos e, consequentemente, aumenta os resíduos desses produtos nos alimentos e no próprio ambiente, desencadeando desequilíbrios ecológicos. Os cientistas levaram 45 anos para descobrir que o gás CFC era extremamente prejudicial à camada de ozônio. Em 1947, quando se iniciou o uso de DDT em lavouras, só se conheciam seus efeitos positivos. Foram necessários 20 anos para que os malefício à saúde humana pudessem ser comprovados.

Tenho 21 animais (Projeto Crer), dentre eles gatos e cachorros, e durante anos utilizei os produtos da Premier Pet. Inclusive para minha cachorrinha com problemas renais. Eles possuem uma linha terapêutica. Sempre indiquei os produtos da Premier Pet para todos os adotantes dos animais que doei, amigos, familiares etc. Através deste abaixo-assinado, venho pedir que a empresa repense os riscos aos quais estão expondo nossos amados animais. São riscos desnecessários, já que existem substitutos naturais para tais antioxidantes e os cães e gatos não precisam de cereais em sua alimentação, que é basicamente carnívora.

As rações com componentes transgênicos começaram a ser lançadas no mercado americano na década de 1990, e posteriormente aqui no Brasil. Desde então, nosso animais são cobaias passivas desses experimentos, já que poucos estudos científicos aprofundados foram feitos em relação aos possíveis efeitos colaterais dos mesmos. Mas as evidências estão surgindo.

O não uso de cereais em sua formulação evitaria beneficiar o mercado de transgênicos e exerceria a ética da sustentabilidade, o que tem tudo a ver com o consumo consciente, o qual tem sido alvo de debates em nossa realidade atual.

Em uma pesquisa francesa realizada em 2012, um grupo de ratos se alimentou com sementes de milho da Monsanto por dois anos. A pesquisa chegou a ser refutada por um periódico científico grande e causou polêmica na época, mas o estudo foi administrado de forma séria e chegou a resultados convincentes.

Eles observaram um aumento de duas a três vezes na incidência de tumores em fêmeas e tumores mais precoces e maiores nos machos, em relação ao grupo que se alimentou de grãos tradicionais. Deficiências graves nos rins, fígado e sistema endócrino também foram identificadas no grupo tratado com os modificados.

O objetivo da pesquisa foi levantar os riscos aos seres humanos devido às similaridades entre a nossa biologia e a dos ratos, considerando as diferentes expectativas de vida.

De acordo com o médico-cientista que encaminhou a pesquisa, Dr. Gilles-Eric Seralini, “As rações para cachorro podem seguramente estar contaminadas por OGMs, pesticidas e outros contaminantes, e, de acordo com a literatura científica, promover tumores e doenças crônicas nos rins, entre outras. Eu indicaria as rações orgânicas.”

Como mera consumidora, não fazia ideia, até então, de que estava alimentando meus animais com ''venenos bem embalados''. Alimentos com transgênicos e antioxidantes cancerígenos que não foram comprovados como livres de malefícios estavam sendo oferecidos como uma das melhores opções. No Brasil, não temos muito para onde correr. Infelizmente.

O BHA é uma substância irritante para a pele, mas não parece causar irritação após a ingestão nos níveis de uso permitidos, nem outros efeitos tóxicos agudos em animais experimentais ou indivíduos que manuseiam o composto (24). O BHA é uma substância carcinogênica e por isso deve-se cuidar seu uso e sua IDA.

O BHT apresenta baixa toxicidade aguda. Embora cause irritação à pele, conforme estudos realizados com porcos, o composto não parece causar irritação após ingestão no níveis de uso permitidos em alimentos. Em estudos de exposição aguda realizados com camundongos, o BHT demonstrou efeitos tóxicos nos pulmões, incluindo hiperplasia, hipertrofia e uma desorganização geral dos constituintes celulares.

Os resultados obtidos em estudos de interação do BHT com compostos carcinogênicos mostraram que o antioxidante pode inibir ou potencializar a atividade carcinogênica destas substâncias, de acordo com a espécie animal envolvida, o carcinógeno testado, o órgão alvo examinado e também quanto momento em que o BHT é administrado em relação ao carcinógeno. De maneira geral, quando o BHT é administrado antes ou ao mesmo tempo que o composto carcinogênico, a incidência de tumores é reduzida e, se administrado após o carcinógeno, a incidência de tumores aumenta.

O interesse pelos antioxidantes naturais teve início nos anos 80 diante da comprovação de efeitos maléficos causados por doses elevadas de BHT, BHA e TBHQ (t-butilhidroquinona) sobre o peso do fígado e marcada proliferação do retículo endoplasmático, entre outras. Como conseqüência, ênfase foi dada à identificação e purificação de novos compostos com atividade antioxidante, provenientes de fontes naturais, que possam atuar sozinhos ou sinergicamente com outros aditivos, como alternativa para prevenir a deterioração oxidativa de alimentos e limitar o uso dos antioxidantes sintéticos. A propriedade antioxidante das especiarias e de outros vegetais se deve principalmente a seus compostos fenólicos.

Os antioxidantes naturalmente presentes nos alimentos podem ser divididos em substâncias nutrientes onde se enquadram as vitaminas A, C, E, os carotenóides, a lecitina entre outras.

Em relação aos antioxidantes BHT e BHA, embora alguns estudos considerassem seguros em baixas doses, muitos estudos indicam que eles são cancerígenos e ocasionam disfunção hepática e renal à longo prazo.

O maior problema é que estes conservantes acumulam-se no corpo e isso é de especial importância para a saúde dos cães, uma vez que tendem a comer o mesmo alimento por anos. Estes conservantes são aditivos desnecessários podendo ser substituídos por conservantes naturais como Tocoferois, extrato de alecrim etc.

Existem poucos fabricantes e linhas no Brasil que se preocupam em não acrescentar estes conservantes, como a linha Natural, da Guabi. Ficamos reféns de uma indústria que maximiza os lucros sem se preocupar com a qualidade do alimento que é manipulado.

Se você está alimentando seu cão ou gato com uma ração comercial contendo ingredientes provenientes do milho, há chances desses ingredientes serem modificados geneticamente. Mais de 60% da produção de milho é geneticamente modificada.

Estudos com ratos alimentados com milho geneticamente modificados mostram uma evidência de doenças severas nos rins e fígado, efeitos negativos no coração, baço e em outros órgãos, tumores imensos e morte prematura.

Como o impacto dos alimentos transgênicos em cães e gatos não foram cientificamente estudados, muitos cientistas suspeitam que estes produtos tenham efeitos tóxicos comuns e possam causar problemas no fígado, pâncreas e rins em humanos e animais.

O Dr. Michael W. Fox acredita que o grande número de alergias de pele, à comida e outros tipos de alergias associadas aos problemas gastrointestinais de cães e gatos sejam causados ou agravados pelas fontes inéditas de proteínas e outros contaminadores encontrados em colheitas geneticamente modificadas.

Mesmo o milho com crescimento natural não é um alimento biologicamente apropriado para cães e gatos. Os produtos de milho e soja estão vinculados à diversos problemas de saúde em animais domésticos.

Fontes:

http://www.gmoevidence.com/criigen-gm-maize-and-roundup-can-cause-tumours-multiple-organ-damage-and-premature-death/

http://www.ebah.com.br/content/ABAAABFt8AJ/antioxidantes

FERNANDES,R.R.; MONTEIRO, P. S. Efeitos toxicológicos dos compostos fenólicos na alimentação humana. Universidade de Aveiro, 2003.

http://www.gmfreecymru.org/pivotal_papers/pet_food.html

http://www.responsibletechnology.org/gmosinpetfood

http://healthypets.mercola.com/sites/healthypets/archive/2012/11/14/genetically-modified-corn.aspx

https://www.youtube.com/watch?v=aXQynG-WSEE

http://www.coladaweb.com/biologia/alimentos/alimentos-transgenicos



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