Coletivo de entidades do Movimento Negro de Santo André

Coletivo de entidades do Movimento Negro de Santo André

O problema

Abaixo assinado do Coletivo de entidades Negras de Santo Andre
solicitando a retomada do funcionamento do Centro de Referência da População Negra de Santo André."Januário de Campos , inaugurado em 28 de novembro de ,2015 e hoje fechado e acervo bibliográfico em local incerto, necessária retomada deste local de convivência, estudo, apresentações culturais, cursos de aperfeiçoamento técnico em várias áreas, consulta a banco de dados digital sobre a população negra, além de possibilitar o acesso a publicações impressas e virtuais, além de literatura especializada e atendimento com orientações para vítimas de discriminação ou racismo cuja implantação foi devido demanda da população negra durante muito tempo reforçada na Conferência Municipal da Igualdade Racial 2013 .


HOMENAGEM – Januário de Camargo foi um escravo que viveu em meados do século XIX e foi libertado. Foi, então, registrado com o nome da família Camargo, uma das mais antigas famílias do Grande ABC. Viveu sozinho em uma grande casa na rua Justino Paixão, no Centro, onde hoje fica a Escola Técnica Júlio de Mesquita.

Em 2001, sua história chamou a atenção, quando a Assessoria dos Direitos da Comunidade Negra, juntamente com o Movimento Negro de Santo André, foram informados da retirada da lápide de seu túmulo, considerada um retrato do racismo na época, pois nela, estava escrito: “Aquelle que, apesar da denegrida côr de sua pélle, possuia um espirito de nitida alvura, a homenagem posthuma do funcionalismo municipal de São Bernardo”.

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O problema

Abaixo assinado do Coletivo de entidades Negras de Santo Andre
solicitando a retomada do funcionamento do Centro de Referência da População Negra de Santo André."Januário de Campos , inaugurado em 28 de novembro de ,2015 e hoje fechado e acervo bibliográfico em local incerto, necessária retomada deste local de convivência, estudo, apresentações culturais, cursos de aperfeiçoamento técnico em várias áreas, consulta a banco de dados digital sobre a população negra, além de possibilitar o acesso a publicações impressas e virtuais, além de literatura especializada e atendimento com orientações para vítimas de discriminação ou racismo cuja implantação foi devido demanda da população negra durante muito tempo reforçada na Conferência Municipal da Igualdade Racial 2013 .


HOMENAGEM – Januário de Camargo foi um escravo que viveu em meados do século XIX e foi libertado. Foi, então, registrado com o nome da família Camargo, uma das mais antigas famílias do Grande ABC. Viveu sozinho em uma grande casa na rua Justino Paixão, no Centro, onde hoje fica a Escola Técnica Júlio de Mesquita.

Em 2001, sua história chamou a atenção, quando a Assessoria dos Direitos da Comunidade Negra, juntamente com o Movimento Negro de Santo André, foram informados da retirada da lápide de seu túmulo, considerada um retrato do racismo na época, pois nela, estava escrito: “Aquelle que, apesar da denegrida côr de sua pélle, possuia um espirito de nitida alvura, a homenagem posthuma do funcionalismo municipal de São Bernardo”.

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Abaixo-assinado criado em 13 de novembro de 2020