Os profissionais da música e eventos precisam trabalhar!

O problema

Os profissionais da classe artística e em especial os da música e eventos são de longe as classes mais afetadas pela pandemia, pois já vão para o nono mês sem trabalhar, sem  assistência e sem protocolos específicos para que estas pessoas possam ao menos trabalhar mesmo com restrições. A prefeitura de Pelotas vêm ao longo da pandemia com uma série de decretos restritivos que visam a "saúde" em primeiro lugar, mas que não seguem uma lógica que justifique tamanho descaso com estas classes.

No penúltimo decreto (do dia 18/11/20), restringiu a utilização de som mecânico de qualquer natureza (?!?) e restringiu o palco a apenas 2 músicos, mesmo levando-se em consideração que uma banda e os técnicos em um palco faz mais distanciamento do que 4 ocupantes de uma mesa, além de manter a distância do público que está obrigatoriamente sentado. É mais distanciamento do que  em um ônibus lotado todos os dias, mais que um supermercado, fila de banco e muito mais ainda que em bandeiraços e passeatas políticas. Não há lógica. 

No último decreto do dia 01/12/2020 praticamente acabou com a change dos donos de bares, pubs e similares abrirem ao público, sem contar os salões de festas locadores de brinquedos e buffets para festas que também estão parados desde o início. A nossa classe está sendo punida e ignorada pela incompetência do poder público em fiscalizar os próprios decretos em locais onde de fato acontecem aglomerações. E agora o governador e a prefeita afirmam que a culpa do pico de infecções é das atividades noturnas ou da noite.

É MENTIRA!

Mas é muito fácil colocar na nossa conta, né? É só proibir e pronto, viramos bode expiatório da incapacidade de administrar igualmente para todos e de falta de investimentos na saúde, quando até o governo Federal disponibilizou de verba para tal.

Parece que a prefeita e o governador não tem a menor noção da quantidade de pessoas que vivem direta e indiretamente da música e que também não se resumem a saber tocar violão e cantar. São dezenas de bandas e centenas de guitarristas, bateristas, tecladistas, vocalistas, baixistas, percussionistas, DJs, técnicos de som e luz, empresas de sonorização, salões de festas, locadores de brinquedos, garçons, cozinheiros, seguranças, donos de bares e pubs e produtores de eventos que estão PARADOS e sem qualquer direito de escolha. Além é claro de quem é indiretamente afetado por esse decreto como os roadies, carregadores, eletrotécnicos, motoristas, lojas de instrumentos musicais e acessórios, lojas de materiais e insumos eletrônicos, estúdios de ensaio e gravação de áudio e vídeo que acabam correndo o risco de demitirem funcionários ou até mesmo fechar. O círculo econômico que envolve o tema é muito maior do que a prefeita e o governador imaginam. E principalmente: São VIDAS que dependem destes trabalhos para sobreviverem e manter as suas famílias que estão sendo ignoradas, contradizendo o discurso de "vidas em primeiro lugar". 

QUEREMOS (E PRECISAMOS) TRABALHAR, SRA. PREFEITA E SR. GOVERNADOR! 

Se as pessoas estão tendo o direito de escolha de ir ou não em um bar, pub ou restaurante nós também queremos o direito de escolha de trabalhar. Limitar o número de profissionais no palco também não segue lógica NENHUMA.

Sabemos dos cuidados que se deve ter durante este momento. Mas o que queremos apenas é que sejam criados ou adaptados protocolos para que de alguma forma todos nós possamos trabalhar. Todos os outros setores já retornaram com cuidados e protocolos de funcionamento. Alguns nem pararam. Não aceitamos sermos tratados diferente de todos. A CULPA NÃO É NOSSA!

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CLAYTON CHIESACriador do abaixo-assinado
Este abaixo-assinado conseguiu 575 apoiadores!

O problema

Os profissionais da classe artística e em especial os da música e eventos são de longe as classes mais afetadas pela pandemia, pois já vão para o nono mês sem trabalhar, sem  assistência e sem protocolos específicos para que estas pessoas possam ao menos trabalhar mesmo com restrições. A prefeitura de Pelotas vêm ao longo da pandemia com uma série de decretos restritivos que visam a "saúde" em primeiro lugar, mas que não seguem uma lógica que justifique tamanho descaso com estas classes.

No penúltimo decreto (do dia 18/11/20), restringiu a utilização de som mecânico de qualquer natureza (?!?) e restringiu o palco a apenas 2 músicos, mesmo levando-se em consideração que uma banda e os técnicos em um palco faz mais distanciamento do que 4 ocupantes de uma mesa, além de manter a distância do público que está obrigatoriamente sentado. É mais distanciamento do que  em um ônibus lotado todos os dias, mais que um supermercado, fila de banco e muito mais ainda que em bandeiraços e passeatas políticas. Não há lógica. 

No último decreto do dia 01/12/2020 praticamente acabou com a change dos donos de bares, pubs e similares abrirem ao público, sem contar os salões de festas locadores de brinquedos e buffets para festas que também estão parados desde o início. A nossa classe está sendo punida e ignorada pela incompetência do poder público em fiscalizar os próprios decretos em locais onde de fato acontecem aglomerações. E agora o governador e a prefeita afirmam que a culpa do pico de infecções é das atividades noturnas ou da noite.

É MENTIRA!

Mas é muito fácil colocar na nossa conta, né? É só proibir e pronto, viramos bode expiatório da incapacidade de administrar igualmente para todos e de falta de investimentos na saúde, quando até o governo Federal disponibilizou de verba para tal.

Parece que a prefeita e o governador não tem a menor noção da quantidade de pessoas que vivem direta e indiretamente da música e que também não se resumem a saber tocar violão e cantar. São dezenas de bandas e centenas de guitarristas, bateristas, tecladistas, vocalistas, baixistas, percussionistas, DJs, técnicos de som e luz, empresas de sonorização, salões de festas, locadores de brinquedos, garçons, cozinheiros, seguranças, donos de bares e pubs e produtores de eventos que estão PARADOS e sem qualquer direito de escolha. Além é claro de quem é indiretamente afetado por esse decreto como os roadies, carregadores, eletrotécnicos, motoristas, lojas de instrumentos musicais e acessórios, lojas de materiais e insumos eletrônicos, estúdios de ensaio e gravação de áudio e vídeo que acabam correndo o risco de demitirem funcionários ou até mesmo fechar. O círculo econômico que envolve o tema é muito maior do que a prefeita e o governador imaginam. E principalmente: São VIDAS que dependem destes trabalhos para sobreviverem e manter as suas famílias que estão sendo ignoradas, contradizendo o discurso de "vidas em primeiro lugar". 

QUEREMOS (E PRECISAMOS) TRABALHAR, SRA. PREFEITA E SR. GOVERNADOR! 

Se as pessoas estão tendo o direito de escolha de ir ou não em um bar, pub ou restaurante nós também queremos o direito de escolha de trabalhar. Limitar o número de profissionais no palco também não segue lógica NENHUMA.

Sabemos dos cuidados que se deve ter durante este momento. Mas o que queremos apenas é que sejam criados ou adaptados protocolos para que de alguma forma todos nós possamos trabalhar. Todos os outros setores já retornaram com cuidados e protocolos de funcionamento. Alguns nem pararam. Não aceitamos sermos tratados diferente de todos. A CULPA NÃO É NOSSA!

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CLAYTON CHIESACriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Prefeitura Municipal de Pelotas
Prefeitura Municipal de Pelotas
Paula Mascarenhas
Paula Mascarenhas
Prefeitura de Pelotas
Prefeitura de Pelotas

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 18 de novembro de 2020