Re-utilização da linha férrea Botucatu - Rubião Jr. para passageiros


Re-utilização da linha férrea Botucatu - Rubião Jr. para passageiros
O problema
Por conta de um grande fluxo de carros e consequente congestionamento e ocorrência de acidentes, esse abaixo-assinado busca a possibilidade de retomada do transporte de passageiros por via férrea, fato que proporcionaria o acesso aos dois campi da UNESP por mais um modal. Além disso, o transporte sob trilhos pode servir para passeios turísticos por nossa bela região.
Atualmente, o transporte ferroviário em Botucatu é representado basicamente pelo deslocamento de cargas vindas principalmente do Mato Grosso, sem paradas na cidade, poucas vezes por semana. Por este motivo, e por acreditar que é possível entender a ferrovia em escala humana e compartilhar o ambiente urbano com ela sem prejuízos à população e à cidade, existem projetos que propõe diversas ações possíveis para esse fim.
Tal proposta pode ter grande eficácia, vide exemplos de cidades do norte do Paraná. Toda a região, que também participou do ciclo cafeeiro, tem rede ferroviária extensa articulando cidades
vizinhas. A linha férrea convive em harmonia com a cidade, normalmente associada a ciclovias,
mesmo em áreas centrais ou de grande fluxo.
Nenhuma das duas áreas do campus da UNESP em Botucatu – Rubião Júnior e Fazenda Lageado – acontece especificamente dentro da cidade. Ambas são distantes do núcleo urbano mais populoso e demandam deslocamentos importantes, geradores dos principais gargalos de trânsito. Instalaram-se no município graças à presença de infraestruturas preexistentes – o hospital para tuberculosos e a fazenda experimental – e são responsáveis atualmente por levar para essas áreas periféricas da cidade, cercadas por muros, grande fluxo diário de pessoas em busca de emprego, educação e serviços.

O problema
Por conta de um grande fluxo de carros e consequente congestionamento e ocorrência de acidentes, esse abaixo-assinado busca a possibilidade de retomada do transporte de passageiros por via férrea, fato que proporcionaria o acesso aos dois campi da UNESP por mais um modal. Além disso, o transporte sob trilhos pode servir para passeios turísticos por nossa bela região.
Atualmente, o transporte ferroviário em Botucatu é representado basicamente pelo deslocamento de cargas vindas principalmente do Mato Grosso, sem paradas na cidade, poucas vezes por semana. Por este motivo, e por acreditar que é possível entender a ferrovia em escala humana e compartilhar o ambiente urbano com ela sem prejuízos à população e à cidade, existem projetos que propõe diversas ações possíveis para esse fim.
Tal proposta pode ter grande eficácia, vide exemplos de cidades do norte do Paraná. Toda a região, que também participou do ciclo cafeeiro, tem rede ferroviária extensa articulando cidades
vizinhas. A linha férrea convive em harmonia com a cidade, normalmente associada a ciclovias,
mesmo em áreas centrais ou de grande fluxo.
Nenhuma das duas áreas do campus da UNESP em Botucatu – Rubião Júnior e Fazenda Lageado – acontece especificamente dentro da cidade. Ambas são distantes do núcleo urbano mais populoso e demandam deslocamentos importantes, geradores dos principais gargalos de trânsito. Instalaram-se no município graças à presença de infraestruturas preexistentes – o hospital para tuberculosos e a fazenda experimental – e são responsáveis atualmente por levar para essas áreas periféricas da cidade, cercadas por muros, grande fluxo diário de pessoas em busca de emprego, educação e serviços.

Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 15 de agosto de 2017