LEISHMANIOSE: MATAR CACHORROS NÃO É A SOLUÇÃO!


LEISHMANIOSE: MATAR CACHORROS NÃO É A SOLUÇÃO!
O problema
A Prefeitura de Sete Lagoas instituiu o extermínio de animais positivos para leish como medida de controle para esta zoonose. As pessoas tem sido obrigadas a entregar seus cães, ainda que sem sintomas, para serem eutanasiados, caso não comprovem o tratamento com uso de Mitelforan, sob pena de multa diária de R$100,00 (cem reais). O tratamento com esse remédio é inacessível para a grande maioria da população. Acontece que o referido medicamento não é um consenso entre veterinários e pesquisadores. Muitos animais morrem em decorrência dos efeitos desse medicamento no organismo e não da leishmaniose em si. Assim como no caso da dengue, é um mosquito que transmite a leishmaniose. Desse modo, as ações para combate à doença precisam estar concentradas no combate ao mosquito, afinal não se controla a dengue matando os contaminados, por que então matar os cachorros que são hospedeiros e não transmissores?
Desse modo, o objetivo desse abaixo-assinado é que a Prefeitura de Sete Lagoas, por meio de audiência pública, discuta outras opções para o controle da doença em nossa cidade, que não passe pelo extermínio de animais saudáveis e que a população de baixa renda seja assessorada sobre os cuidados necessários para a prevenção da doença.
Este abaixo-assinado também reivindica que protetores de animais e população carente tenham subsídio publico para obter a medicação necessária para tratar animais positivos para leish e que esses animais não sejam privados de outros programas e políticas públicas, como a castração.

O problema
A Prefeitura de Sete Lagoas instituiu o extermínio de animais positivos para leish como medida de controle para esta zoonose. As pessoas tem sido obrigadas a entregar seus cães, ainda que sem sintomas, para serem eutanasiados, caso não comprovem o tratamento com uso de Mitelforan, sob pena de multa diária de R$100,00 (cem reais). O tratamento com esse remédio é inacessível para a grande maioria da população. Acontece que o referido medicamento não é um consenso entre veterinários e pesquisadores. Muitos animais morrem em decorrência dos efeitos desse medicamento no organismo e não da leishmaniose em si. Assim como no caso da dengue, é um mosquito que transmite a leishmaniose. Desse modo, as ações para combate à doença precisam estar concentradas no combate ao mosquito, afinal não se controla a dengue matando os contaminados, por que então matar os cachorros que são hospedeiros e não transmissores?
Desse modo, o objetivo desse abaixo-assinado é que a Prefeitura de Sete Lagoas, por meio de audiência pública, discuta outras opções para o controle da doença em nossa cidade, que não passe pelo extermínio de animais saudáveis e que a população de baixa renda seja assessorada sobre os cuidados necessários para a prevenção da doença.
Este abaixo-assinado também reivindica que protetores de animais e população carente tenham subsídio publico para obter a medicação necessária para tratar animais positivos para leish e que esses animais não sejam privados de outros programas e políticas públicas, como a castração.

Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 19 de julho de 2021