

Pelo crescimento sustentável da Vila Madalena – não à verticalização predatória!


Pelo crescimento sustentável da Vila Madalena – não à verticalização predatória!
O problema
A quem interessa a verticalização? Qual o impacto dela e quais os seus benefícios à sociedade e à comunidade?
O Bairro multicultural vem sendo explorado por grandes construtoras, baseando-se em brechas no plano diretor. Um planejamento deveria considerar aspectos que impactam a qualidade de vida geral como mobilidade, natureza, poluição visual e sonora, acesso aos espaços públicos e tantos outros que vêm sendo ignorados.
Demandamos políticas que atendam o interesse coletivo! Nos posicionamos contra a verticalização vertiginosa da Vila Madalena que prejudica antigos moradores e frequentadores do bairro em favor do interesse de poucos.
Manifesto completo:
Este abaixo assinado pretende defender a Vila Madalena do assédio das construtoras que, em nome de um progresso questionável, está destruindo um dos bairros residenciais mais emblemáticos da cidade.
Nos últimos dois anos, o ritmo das construções na Vila Madalena vem se intensificando de forma predatória, aproveitando-se de uma interpretação enviesada da Lei de Uso e Ocupação do Solo e da revisão do Plano Diretor. O que se pretendia com a revisão era promover o adensamento populacional em torno dos Metrôs de modo a melhorar a condição da mobilidade urbana, atendendo às populações que usam o transporte público e têm menor poder aquisitivo. Ao mesmo tempo, pretendia-se que as novas construções respeitassem e preservassem a qualidade do espaço urbano e o ambiente do bairro.
Não é o que vem acontecendo. Os inúmeros empreendimentos imobiliários têm, em geral, de 30 a 40 andares, são de alto padrão, têm preços elevados, e não demonstram qualquer preocupação em garantir as características da Vila.
Nas brechas do Plano Diretor, construtoras acabam por depredar o bairro com seus prédios imensos que alteram substancialmente o tipo de ocupação do espaço urbano que lhe é característico. É visível o aumento drástico da circulação de veículos, quando o que se deveria esperar seria a melhoria de uso do espaço em função do Metrô. Exemplos desses empreendimentos são os prédios:
- “Altto Vila Madalena”, na rua Harmonia 1085, com apartamentos de 275 a 437m2, 4 a 6 vagas de garagem;
- “E Vila Madalena”, localizado à rua César Lacerda Vergueiro, 257, com apartamentos de 4 dormitórios com 149 m2 e 2 vagas de garagem;
- “MISCE Vila Madalena”, localizado à rua Paulistânia, 319, 3 dormitórios, 111 m² e 1 ou 2 vagas de garagem
- “Harmonia 1040” – Apartamentos de 333m2 a 368m2, Localizado na rua Harmonia 1040 com 4-6 vagas de garagem
Todos esses prédios têm quase ou mais de 30 andares e estão sendo construídos em ruas estreitas, comprometendo a ventilação e insolação das residências em seu entorno, sejam elas casas térreas, sobrados ou edifícios de poucos andares.
A Vila Madalena é conhecida pelo seu comércio diferenciado, suas boutiques, suas galerias de arte, seus cafés, bares e restaurantes. O bairro recebe regularmente turistas brasileiros e estrangeiros que não vêm para contemplar seus edifícios, mas visitar, em passeios guiados à pé (walk in tour), o roteiro de grafites e outras atrações, como as feiras de finais de semana. Não é nosso objetivo pleitear um bairro estagnado, congelado, mas exigir que as alterações sigam padrões razoáveis que preservem a vivacidade e a riqueza da diversidade do bairro.
Urgimos à prefeitura e aos vereadores, que revejam o plano diretor e avaliem corretamente os projetos, corrigindo suas eventuais incoerências com o interesse e bem-estar coletivo em mente. Isto inclui a realização estudos de impacto de amplas naturezas, consultas transparentes à comunidade e fiscalização dos prédios que estão sendo erguidos, além da aplicação penalidades.
Pedimos, por favor, que assine nossa petição e que nos apoie com sua divulgação.
O problema
A quem interessa a verticalização? Qual o impacto dela e quais os seus benefícios à sociedade e à comunidade?
O Bairro multicultural vem sendo explorado por grandes construtoras, baseando-se em brechas no plano diretor. Um planejamento deveria considerar aspectos que impactam a qualidade de vida geral como mobilidade, natureza, poluição visual e sonora, acesso aos espaços públicos e tantos outros que vêm sendo ignorados.
Demandamos políticas que atendam o interesse coletivo! Nos posicionamos contra a verticalização vertiginosa da Vila Madalena que prejudica antigos moradores e frequentadores do bairro em favor do interesse de poucos.
Manifesto completo:
Este abaixo assinado pretende defender a Vila Madalena do assédio das construtoras que, em nome de um progresso questionável, está destruindo um dos bairros residenciais mais emblemáticos da cidade.
Nos últimos dois anos, o ritmo das construções na Vila Madalena vem se intensificando de forma predatória, aproveitando-se de uma interpretação enviesada da Lei de Uso e Ocupação do Solo e da revisão do Plano Diretor. O que se pretendia com a revisão era promover o adensamento populacional em torno dos Metrôs de modo a melhorar a condição da mobilidade urbana, atendendo às populações que usam o transporte público e têm menor poder aquisitivo. Ao mesmo tempo, pretendia-se que as novas construções respeitassem e preservassem a qualidade do espaço urbano e o ambiente do bairro.
Não é o que vem acontecendo. Os inúmeros empreendimentos imobiliários têm, em geral, de 30 a 40 andares, são de alto padrão, têm preços elevados, e não demonstram qualquer preocupação em garantir as características da Vila.
Nas brechas do Plano Diretor, construtoras acabam por depredar o bairro com seus prédios imensos que alteram substancialmente o tipo de ocupação do espaço urbano que lhe é característico. É visível o aumento drástico da circulação de veículos, quando o que se deveria esperar seria a melhoria de uso do espaço em função do Metrô. Exemplos desses empreendimentos são os prédios:
- “Altto Vila Madalena”, na rua Harmonia 1085, com apartamentos de 275 a 437m2, 4 a 6 vagas de garagem;
- “E Vila Madalena”, localizado à rua César Lacerda Vergueiro, 257, com apartamentos de 4 dormitórios com 149 m2 e 2 vagas de garagem;
- “MISCE Vila Madalena”, localizado à rua Paulistânia, 319, 3 dormitórios, 111 m² e 1 ou 2 vagas de garagem
- “Harmonia 1040” – Apartamentos de 333m2 a 368m2, Localizado na rua Harmonia 1040 com 4-6 vagas de garagem
Todos esses prédios têm quase ou mais de 30 andares e estão sendo construídos em ruas estreitas, comprometendo a ventilação e insolação das residências em seu entorno, sejam elas casas térreas, sobrados ou edifícios de poucos andares.
A Vila Madalena é conhecida pelo seu comércio diferenciado, suas boutiques, suas galerias de arte, seus cafés, bares e restaurantes. O bairro recebe regularmente turistas brasileiros e estrangeiros que não vêm para contemplar seus edifícios, mas visitar, em passeios guiados à pé (walk in tour), o roteiro de grafites e outras atrações, como as feiras de finais de semana. Não é nosso objetivo pleitear um bairro estagnado, congelado, mas exigir que as alterações sigam padrões razoáveis que preservem a vivacidade e a riqueza da diversidade do bairro.
Urgimos à prefeitura e aos vereadores, que revejam o plano diretor e avaliem corretamente os projetos, corrigindo suas eventuais incoerências com o interesse e bem-estar coletivo em mente. Isto inclui a realização estudos de impacto de amplas naturezas, consultas transparentes à comunidade e fiscalização dos prédios que estão sendo erguidos, além da aplicação penalidades.
Pedimos, por favor, que assine nossa petição e que nos apoie com sua divulgação.
Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 22 de agosto de 2021