Não aos agrotóxicos como instrumento de "limpeza urbana" no Litoral Alentejano

Das Problem

Enquanto residente da zona do Litoral Alentejano, o que se torna notório é o ciclo de aplicação de agrotóxicos pelas entidades governamentais responsáveis nos espaços comuns, como nas bermas de estrada ou paragens de autocarro. Repetidamente, as diversas Câmaras e Juntas de Freguesia do Litoral Alentejano optam, de livre e espontânea vontade e sem avisos prévios às populações residentes, expor os residentes (entre eles crianças, idosos, pessoas em risco), os animais (sejam eles de consumo ou animais de estimação) e o meio ambiente (sendo o nosso território zona protegida, de acordo com diversos estatutos de conservação) às consequências danosas de diversos agrotóxicos, entre eles, herbicidas.  

Estes herbicidas, embora destinados a controlar ervas daninhas, apresentam um grande impacto sobre os organismos vivos, como muitos estudos indicam.

De forma prática, são imensas as pessoas- eu incluída- que, depois da Câmara espalhar os agrotóxicos, denotam a morte de animais (principalmente gatos, cães de porte pequeno e a redução das populações de abelhas); falta de biodiversidade, como a destruição de fauna e flora tipicamente alentejana; e, por último, impactos desconhecidos no metabolismo dos residentes.

Finalmente, e dado o contexto das alterações climáticas, sublinha-se que qualquer produção de agroquímicos é sempre necessariamente acompanhada pela queima de combustíveis fósseis- algo que a nossa sociedade quer deixar para trás.

Apelamos, por tanto, que  a “paisagem” urbana e rural do Litoral Alentejano seja mantida  e conservada através de um numero de medidas que não incluam agrotóxicos. Apela-se também que os governantes e pessoas singulares sejam responsáveis e que meditem sobre a futura saúde de todos- residentes, fauna e flora.

Sugere-se, então, que:

1.       Se acabe imediatamente com o processo de aplicação de agrotóxicos sem avisos nem medidas de proteção quer para residentes quer para trabalhadores (que muitas das vezes não têm instrumentos de proteção/conhecimentos adequados);

2.       Que, em caso de extrema necessidade de aplicação, se informe o público previamente por canais adequados e que se aplique uma demarcação do terreno afetado, incluindo sinais de alerta, como se faz para o “território de caça”;

3.       Dado a situação pandémica atual e a consequente tensão social e económica, sugere-se que os fundos utilizados para adquirir agrotóxicos se empreguem na contratação de pessoas que empreguem práticas de manutenção mais amigas do ambiente e que possam, também, aliviar a falta de emprego.

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Das Problem

Enquanto residente da zona do Litoral Alentejano, o que se torna notório é o ciclo de aplicação de agrotóxicos pelas entidades governamentais responsáveis nos espaços comuns, como nas bermas de estrada ou paragens de autocarro. Repetidamente, as diversas Câmaras e Juntas de Freguesia do Litoral Alentejano optam, de livre e espontânea vontade e sem avisos prévios às populações residentes, expor os residentes (entre eles crianças, idosos, pessoas em risco), os animais (sejam eles de consumo ou animais de estimação) e o meio ambiente (sendo o nosso território zona protegida, de acordo com diversos estatutos de conservação) às consequências danosas de diversos agrotóxicos, entre eles, herbicidas.  

Estes herbicidas, embora destinados a controlar ervas daninhas, apresentam um grande impacto sobre os organismos vivos, como muitos estudos indicam.

De forma prática, são imensas as pessoas- eu incluída- que, depois da Câmara espalhar os agrotóxicos, denotam a morte de animais (principalmente gatos, cães de porte pequeno e a redução das populações de abelhas); falta de biodiversidade, como a destruição de fauna e flora tipicamente alentejana; e, por último, impactos desconhecidos no metabolismo dos residentes.

Finalmente, e dado o contexto das alterações climáticas, sublinha-se que qualquer produção de agroquímicos é sempre necessariamente acompanhada pela queima de combustíveis fósseis- algo que a nossa sociedade quer deixar para trás.

Apelamos, por tanto, que  a “paisagem” urbana e rural do Litoral Alentejano seja mantida  e conservada através de um numero de medidas que não incluam agrotóxicos. Apela-se também que os governantes e pessoas singulares sejam responsáveis e que meditem sobre a futura saúde de todos- residentes, fauna e flora.

Sugere-se, então, que:

1.       Se acabe imediatamente com o processo de aplicação de agrotóxicos sem avisos nem medidas de proteção quer para residentes quer para trabalhadores (que muitas das vezes não têm instrumentos de proteção/conhecimentos adequados);

2.       Que, em caso de extrema necessidade de aplicação, se informe o público previamente por canais adequados e que se aplique uma demarcação do terreno afetado, incluindo sinais de alerta, como se faz para o “território de caça”;

3.       Dado a situação pandémica atual e a consequente tensão social e económica, sugere-se que os fundos utilizados para adquirir agrotóxicos se empreguem na contratação de pessoas que empreguem práticas de manutenção mais amigas do ambiente e que possam, também, aliviar a falta de emprego.

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Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém
Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém
Ministro do Ambiente
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Presidente da Câmara Municipal de Odemira
Presidente da Câmara Municipal de Odemira
Presidente da Câmara Municipal de Sines
Presidente da Câmara Municipal de Sines

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