Por uma Escola Balão Vermelho Inclusiva: Investimento, Método e Atenção Afetiva

O problema

Todo dia 3 de dezembro é comemorado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. Um dia para celebrar conquistas e avanços, sim, mas também levantar discussões necessárias para a construção de ambientes mais inclusivos e respeitosos. Dentro dessa abordagem, como a escola vem trabalhando a questão do Capacitismo?

Capacitismo significa preconceito às Pessoas com Deficiência, baseado nas crenças limitantes, nos padrões sociais de que pessoas com deficiência são incapazes de fazer atividades da vida diária.

Isso vem passado ao longo de gerações, gerando o que chamamos de Capacitismo Estrutural.

Precisamos romper com ideias baseadas em padrões de normalidade e considerar as variadas formas de viver, sem que estejamos restritos àquelas que são impostas como normais, como um padrão a ser alcançado.

Pois é na convivência com as diferenças que aprendemos a riqueza da diversidade.

Nós, pais do Balão Vermelho, gostaríamos que da mesma forma que há uma política institucional antirracista, que houvesse uma política anticapacitista na escola.

Como?

Esperamos que em nenhuma circunstância seja omitido ou aceitável qualquer demonstração de preconceito, desrespeito e violência na escola.

Para isso, é necessário criar estratégias claras, definir metas e ações específicas para atuar de maneira estruturada nesta questão.

Por isso, pedimos solidariamente à Escola Balão Vermelho que tome medidas para promover a convivência na diferença como essas listadas abaixo:

  1. Criar um comitê de Inclusão envolvendo famílias e escola;
  2. Promover encontros presenciais com famílias e escola a fim de proporcionar reflexões, práticas e experiências de aprendizagem sobre educação inclusiva;
  3. Diversificar as fontes de conhecimento e investir na instrumentalização de professores e educadores pela perspectiva da educação inclusiva;
  4. Ampliar os momentos de retorno da escola para as famílias sobre o cotidiano na escola de forma metodológica (seja pelo ponto de vista pedagógico, social ou comportamental) para que as famílias possam atuar de forma mais alinhada com o que se passa na escola.

Acreditamos no Balão por sua abordagem acolhedora e respeitosa, para educar crianças anticapacitistas.


Então, convidamos você, mãe e pai do Balão, para assinar essa petição e juntos construirmos uma escola mais inclusiva.

Este abaixo-assinado conseguiu 134 apoiadores!

O problema

Todo dia 3 de dezembro é comemorado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. Um dia para celebrar conquistas e avanços, sim, mas também levantar discussões necessárias para a construção de ambientes mais inclusivos e respeitosos. Dentro dessa abordagem, como a escola vem trabalhando a questão do Capacitismo?

Capacitismo significa preconceito às Pessoas com Deficiência, baseado nas crenças limitantes, nos padrões sociais de que pessoas com deficiência são incapazes de fazer atividades da vida diária.

Isso vem passado ao longo de gerações, gerando o que chamamos de Capacitismo Estrutural.

Precisamos romper com ideias baseadas em padrões de normalidade e considerar as variadas formas de viver, sem que estejamos restritos àquelas que são impostas como normais, como um padrão a ser alcançado.

Pois é na convivência com as diferenças que aprendemos a riqueza da diversidade.

Nós, pais do Balão Vermelho, gostaríamos que da mesma forma que há uma política institucional antirracista, que houvesse uma política anticapacitista na escola.

Como?

Esperamos que em nenhuma circunstância seja omitido ou aceitável qualquer demonstração de preconceito, desrespeito e violência na escola.

Para isso, é necessário criar estratégias claras, definir metas e ações específicas para atuar de maneira estruturada nesta questão.

Por isso, pedimos solidariamente à Escola Balão Vermelho que tome medidas para promover a convivência na diferença como essas listadas abaixo:

  1. Criar um comitê de Inclusão envolvendo famílias e escola;
  2. Promover encontros presenciais com famílias e escola a fim de proporcionar reflexões, práticas e experiências de aprendizagem sobre educação inclusiva;
  3. Diversificar as fontes de conhecimento e investir na instrumentalização de professores e educadores pela perspectiva da educação inclusiva;
  4. Ampliar os momentos de retorno da escola para as famílias sobre o cotidiano na escola de forma metodológica (seja pelo ponto de vista pedagógico, social ou comportamental) para que as famílias possam atuar de forma mais alinhada com o que se passa na escola.

Acreditamos no Balão por sua abordagem acolhedora e respeitosa, para educar crianças anticapacitistas.


Então, convidamos você, mãe e pai do Balão, para assinar essa petição e juntos construirmos uma escola mais inclusiva.

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Abaixo-assinado criado em 22 de novembro de 2023